Museu Militar de Lisboa

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Museu Militar de Lisboa No Museu Militar de Lisboa, o visitante encontra motivos de interesse histórico que o deixarão certamente enriquecido.

A Sala D. Maria II ganha um novo brilho!O Museu Militar de Lisboa,  em colaboração com a empresa Junqueira 220, especial...
13/10/2026

A Sala D. Maria II ganha um novo brilho!

O Museu Militar de Lisboa, em colaboração com a empresa Junqueira 220, especializada na conservação e restauro de património artístico, promoveu o restauro das molduras dos espelhos e dos quadros da sala D. Maria II.

Este trabalho devolve um novo esplendor a esta magnifica sala, realçando ainda mais a sua beleza e riqueza artística.

Venha visitar o Museu Militar de Lisboa e descubra de perto o resultado deste excelente trabalho.

05out1910 | Proclamação da RepúblicaA agitação crescia em Lisboa, quando D. Carlos, em Vila Viçosa, assinava, a 31 de ja...
05/10/2026

05out1910 | Proclamação da República

A agitação crescia em Lisboa, quando D. Carlos, em Vila Viçosa, assinava, a 31 de janeiro de 1908, um decreto que autorizava a expulsão de Portugal dos que fossem acusados por crimes contra a segurança do reino. Assim, os republicanos seriam deportados.
No dia seguinte, ao entrar na Rua do Arsenal, em Lisboa, o monarca, o príncipe Luís Filipe e a rainha D. Amélia foram alvo de um atentado, perecendo D. Carlos e o príncipe herdeiro, tendo também sido mortos os dois perpetradores de tal crime.
A Coroa foi atribuída ao Infante D. Manuel, tendo sido aclamado rei, no parlamento, a 06 de maio, tornando-se D. Manuel II. Perante as Cortes e as altas figuras do reino, jurou “manter a Religião Católica e Apostólica Romana, e a integridade do Reino, observar e fazer observar a Constituição Política da Nação Portuguesa e mais leis do Reino e prover ao bem geral da Nação”.
D. Manuel II tentou governar, respeitando o juramento feito, numa tentativa de pacificar a sociedade. Todavia, a classe política não abandonara as ambições pessoais postas à frente do bem comum, as intrigas e divergências entre os partidos tradicionais, assim como os interesses partidários, o que tornou a governabilidade impossível, beneficiando o Partido Republicano.
A instabilidade política e social agudizou-se, devido aos escândalos Hilton e Crédito Predial e aos incidentes com a Igreja, causando, estes últimos, ataques dos republicanos e alimentando a sua propaganda, com o objetivo de exaltar os ânimos populares contra o regime monárquico.
Apesar de algumas vitórias políticas, muitos republicanos não desistiam da ideia de uma revolução para derrubar a Monarquia. Assim, com o apoio de elementos do Exército e da Marinha e com o auxílio da Carbonária, o movimento revolucionário iniciou-se na capital, sendo proclamada a República, por José Relvas, a 05 de outubro de 1910, na Câmara Municipal de Lisboa.

27set1810 | Batalha do BuçacoEm 1810, o Armée du Portugal, do Marechal Massena, procurou concluir a conquista total da P...
27/09/2026

27set1810 | Batalha do Buçaco

Em 1810, o Armée du Portugal, do Marechal Massena, procurou concluir a conquista total da Península Ibérica, voltando a atacar o território português.
As forças francesas, com três corpos de exército – o 2.º, o 6.º e o 8.º –,
comandados respetivamente por Reynier, Ney e Junot, com cerca de 60 mil homens,conquistou Cidade Rodrigo, a 9 de julho de 1810. A 24 de julho, Ney entrou em Portugal,
vencendo Crawford e os seus 5700 homens, em Coa. A 14 de agosto, Ney
sitiou Almeida e, ao fim de onze dias de cerco, a guarnição, comandada pelo Coronel Willian Cox, rendeu-se.
O avanço do exército francês foi penoso, com inúmeras emboscadas das populações, das milícias e das ordenanças. Wellington, com o intuito de empurrar os franceses para as Linhas de Torres, forçou o movimento do inimigo em direção ao Buçaco, região onde estava instalado o exército anglo-luso, com cerca de 50 mil homens.
Massena, mal informado pelas suas unidades de reconhecimento, subestimou os defensores e, na manhã de 27 de setembro, ordenou o ataque, esbarrando com o exército
anglo-luso, bem posicionado no terreno. O Armée du Portugal, com 4 mil baixas, era derrotado no Buçaco vergado pela artilharia e pelo fogo dos mosquetes Brown Bess e Baker anglo-lusos.
Wellington passou por Coimbra, em direção às Linhas de Torres Vedras, dando ordem para as populações abandonarem as terras, seguirem para sul e destruírem os víveres. As forças de Massena tomaram Coimbra, tendo cometido inúmeros crimes.
Dali, o Armée du Portugal rumou para Sul, chegando às Linhas de Torres, a 10 de outubro.
Massena tentou, em vão, passar as Linhas de Torres e levar Wellington a
combater em campo aberto e transpor o Tejo, na Chamusca. Em novembro, retirou para Santarém, aí ficando durante cinco meses. Sem ser reforçado, sempre sob pressão e com
as tropas incapazes de combater, retirou pela fronteira de Almeida.
Em maio de 1811, terminou a invasão francesa em Portugal, com a vitória de
Welllington, em Fuentes de Oñoro.

NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO BUÇACOO Núcleo recebeu hoje a visita do ATL do Centro de Ação Social do Concelho de Ílhavo (C***I)...
27/08/2026

NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO BUÇACO

O Núcleo recebeu hoje a visita do ATL do Centro de Ação Social do Concelho de Ílhavo (C***I), composto por um grupo de 25 crianças e jovens em situação de "fragilidade social".
A visita decorreu na capela e nas salas do museu e ficou a cargo do Sargento-Chefe Marçal, que acompanhou o grupo com a habitual dedicação e profissionalismo.

Gratos pela visita!

Conquista de ArzilaO planeamento da conquista de Arzila foi da responsabilidade de D. Afonso V, tendo o príncipe D. João...
24/08/2026

Conquista de Arzila

O planeamento da conquista de Arzila foi da responsabilidade de D. Afonso V, tendo o príncipe D. João, de 16 anos, participado ao lado do pai.
A 15 de agosto de 1471, a expedição saiu de Lisboa, juntando-se à frota do Algarve, em Lagos, num total de 477 navios. D. Afonso V reunira um enorme exército, com cerca de 30 mil homens.
A 20 de agosto de 1471, a armada portuguesa chegou a Arzila, começando o desembarque das tropas. No dia seguinte, aconteceram alguns contratempos, perdendo-se vários navios e mais de 200 homens morreram afogados.
O rei desembarcou e, de imediato, mandou levantar um arraial e as bombardas, garantindo o sistema ofensivo português. As defesas inimigas foram bombardeadas, derrubando dois lanços da muralha da praça marroquina.
A 24 de agosto, o alcaide muçulmano rendeu-se e as tropas de D. Afonso V iniciaram, sem autorização, o assalto por uma brecha aberta na muralha. O castelo foi tomado e, após um combate renhido, seguiu-se o saque à praça conquistada.
A tomada de Arzila serviu para armar cavaleiro um filho do rei, o príncipe D. João, futuro D. João II, e glorificar a dinastia de Avis.
Estas campanhas no Norte de África constituíram uma escola de guerra para os futuros combatentes na Índia, serviram para ocupar a nobreza nos combates e na administração das regiões conquistadas, empenhando, igualmente, o povo, evitando convulsões sociais e políticas. Em suma, o projeto da expansão portuguesa foi, certamente, um projeto nacional.
A política expansionista de D. Afonso V teve também uma preocupação com o oceano Atlântico, mostrando a vontade de impor o domínio português na costa ocidental africana.
Os feitos de D. Afonso V, em Marrocos, fizeram-no alterar o seu título, passando a ser “Senhor de Portugal e do Algarve d`Aquém e d´Além-Mar”.

Carlos Reis: 86 anos após a sua morteOntem assinalaram-se 86 anos sobre o falecimento de Carlos António Rodrigues dos Re...
22/08/2026

Carlos Reis: 86 anos após a sua morte

Ontem assinalaram-se 86 anos sobre o falecimento de Carlos António Rodrigues dos Reis, conhecido simplesmente como Carlos Reis, um dos mais ilustres nomes da pintura naturalista portuguesa.

Reconhecido pelo seu talento e pelo rigor com que retratava a natureza, as paisagens e as cenas do quotidiano, Carlos Reis deixou uma obra de grande valor na história da pintura portuguesa.

O Museu Militar de Lisboa tem no seu acervo várias obras deste notável pintor, que poderá apreciar numa visita ao nosso Museu.

Venha conhecer o nosso património e descobrir os magníficos quadros de Carlos Reis!

📍 Museu Militar de Lisboa
Mais do que um museu, a história de uma Nação.

CONQUISTA DE CEUTAA 21 de agosto de 1415, a cidade de Ceuta foi conquistada, marcando o início da expansão portuguesa.Po...
21/08/2026

CONQUISTA DE CEUTA

A 21 de agosto de 1415, a cidade de Ceuta foi conquistada, marcando o início da expansão portuguesa.
Portugal não dispunha de recursos naturais, pelo que havia a necessidade de controlar as rotas comerciais para obter cereais, especiarias e produtos exóticos. D. João I junta a estas razões a vontade de armar cavaleiros, os infantes D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique, em contexto de combate, assim como ocupar a nobreza na sua missão – combater. A expansão para Sul era a continuação da guerra santa e da “Reconquista”, pois o inimigo era o mesmo e, desta forma, o monarca português teria o apoio do Papa.
Com a posse de Ceuta, D. João I legitimar-se-ia e aumentaria o seu prestígio perante os congéneres europeus, garantiria mais segurança às rotas comerciais que passavam pelo Mediterrâneo, bem como ao longo da costa portuguesa.
A 25 de julho de 1415, com uma frota de cerca de 200 navios e um efetivo de 20 mil homens, cavalos, engenhos de guerra e respetivos mantimentos, o monarca português iniciou a operação militar para conquistar Ceuta, no Norte de África.
Na manhã de 21 de agosto de 1415, a força, no início, comandada por D. Henrique e, depois, por D. Duarte, atacou os desorganizados defensores de Ceuta, conseguindo entrar na cidade antes de os defensores fecharem as portas.
Seguiu-se a luta corpo a corpo, entre cristãos e muçulmanos, bairro a bairro, rua a rua, arrombando portas, passando fossos, matando e saqueando.
No dia seguinte, os infantes foram armados cavaleiros, assim como outros nobres que tinham contribuído para aquela importante vitória.
Após os combates, o rei decidiu-se por ocupar e manter Ceuta com uma guarnição de 2500 a 3000 homens, comandados por D. Pedro de Meneses, filho de um dos nobres portugueses morto em Aljubarrota, do lado de Castela, servindo este cargo de redenção para a família.
Em 1641, Ceuta deixou de estar sob domínio português, aquando das campanhas da restauração da independência, passando para a posse da coroa espanhola.

O Museu Militar de Lisboa, do seu acervo museológico, destaca:
-Escultura, “Infante D. Henrique” e “Rei D. João I”.
Escultura, baixo relevo, sob a forma de tríptico, retratando o Infante D. Henrique, enquanto dirigia a Escola de Sagres e na conquista de Ceuta, imagens à esquerda e ao centro, estando à direita representado também o seu pai, o Rei D. João I.

Batalha de AljubarrotaA 14 de agosto de 1385, decorreu a batalha de Aljubarrota, no planalto de São Jorge, um dos mais i...
14/08/2026

Batalha de Aljubarrota

A 14 de agosto de 1385, decorreu a batalha de Aljubarrota, no planalto de São Jorge, um dos mais importantes acontecimentos da História Portugal.
As sucessivas derrotas de D. Fernando nas guerras fernandinas levaram o rei português a tentar promover a paz com Castela. Assim, D. Fernando casou a sua filha, D. Beatriz, com D. Juan I, de Castela, sendo redigido o Tratado de Salvaterra de Magos. Este Tratado determinava que, após a morte de D. Fernando, a coroa portuguesa ficaria para o filho de D. Beatriz e de D. Juan I, após fazer 14 anos. Até lá, seria D. Leonor, mãe de D. Beatriz, a regente do reino.
Em 1383, com a morte de D. Fernando, Portugal mergulhou numa crise dinástica, pondo em causa a independência do reino. Em abril de 1385, nas cortes de Coimbra, D. João, Mestre de Avis, foi aclamado rei de Portugal – D. João I –, desagradando a D. Juan I, de Castela.
Após mais de um ano de conflito armado, os dois reis defrontaram-se no verão de 1385, numa posição favorável aos portugueses pela sua inclinação, dimensões e localização junto a duas linhas de água.
O exército português, com cerca de 10 mil homens, enfrentou o exército castelhano, com 20 a 25 mil homens, numa curta batalha campal.
Numa primeira posição, claramente vantajosa para os portugueses, as forças de D. João I não conseguiram levar os castelhanos a combater. O mesmo não aconteceu numa segunda posição, caindo, os castelhanos e a sua vanguarda francesa, na armadilha que os portugueses tinham preparado.
A cavalaria francesa de D. Juan I atacou e foi surpreendida pelas covas de lobo e fossos, que os portugueses tinham preparado, morrendo pelo “fogo” dos besteiros portugueses e dos cerca de 700 arqueiros ingleses, veteranos da Guerra dos Cem Anos, que reforçaram a hoste de D. João I.
Com os franceses derrotados, D. Nuno Álvares Pereira, o Condestável, com uma vanguarda forte e eficazmente apoiada pelas alas portuguesas e pela retaguarda portuguesa, comandada por D. João I, derrotou os castelhanos, naquela que ficaria conhecida como a Batalha Real.
Apesar desta vitória, a paz só viria a acontecer com o tratado de 1411, abrindo as portas para a conquista de Ceuta, em 1415.

Exposição Temporária NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO BUÇACO Foi inaugurada na passada sexta-feira dia 8 de agosto, no Núcleo Museo...
11/08/2026

Exposição Temporária
NÚCLEO MUSEOLÓGICO DO BUÇACO

Foi inaugurada na passada sexta-feira dia 8 de agosto, no Núcleo Museológico do Buçaco a exposição Santo António Militar. A apresentação destas peças representativas de Santo António devem-se à grande devoção que o Dr Mário Coelho, enquanto colecionador e admirador da figura do Santo, que reuniu uma vasta coleção de peças representativas de Santo António Militar.
Acresce a concretização da exposição “Santo António Militar” num espaço de tão rica tradição militar que se adequa de forma excecional a esta temática antoniana.
Neste local, existe uma imagem de Santo António, conhecida como Santo António da Batalha associada a uma tradição popular, segundo a qual o Santo teria "participado" na Batalha do Buçaco, em 27 de setembro de 1810 e muitos soldados portugueses lhe atribuíram a proteção e o auxílio na vitória sobre as tropas napoleónicas.

A inauguração da exposição contou com a presença do Diretor de História e Cultura Militar do Exército, Major-General António Ramalhôa Cavaleiro e por parte da edilidade da Mealhada, o Sr Presidente, Eng. António Jorge Franco, a Sra Dra Filomena Pinheiro, Vice-Presidente, o Sr Prof. Carlos Cabral, Presidente da Assembleia Municipal. Esteve presente também o
Dr. Gonçalo Breda Marques Presidente da Direção da Fundação Mata do Buçaco.
Vários Presidentes de Junta incluindo o da Mealhada e do Luso.
A exposição está patente até 15 de outubro.

“Já temos os quadros de Carlos Reis de novo connosco!”Depois de um trabalho minuncioso de restauro, na verdade uma limpe...
03/08/2026

“Já temos os quadros de Carlos Reis de novo connosco!”
Depois de um trabalho minuncioso de restauro, na verdade uma limpeza profunda, temos novamente, na Sala Europa do Museu Militar de Lisboa, os seis quadros pintados por Carlos Reis. São uma excelente representação do Exército Português no final do séc. XIX, início do séc. XX. O pintor foi minucioso na reprodução dos uniformes das Armas (Infantaria, Artilharia, Cavalaria e Engenharia) e Serviços (Saúde e Administração Militar) do Exército, daquela época.
Em cada um dos quadros referentes a cada uma das Armas ou Serviços, Carlos Reis pintou também magistralmente, um cenário relativo a cada uma delas.
Venha ao Museu Militar de Lisboa ver ao vivo estes quadros, agora de “cara lavada”.

Endereço

Largo Dos Caminhos De Ferro
Lisbon
1100-395

Horário de Funcionamento

Terça-feira 10:00 - 17:00
Quarta-feira 10:00 - 17:00
Quinta-feira 10:00 - 17:00
Sexta-feira 10:00 - 17:00
Sábado 10:00 - 13:00
14:00 - 17:00
Domingo 10:00 - 13:00
14:00 - 17:00

Telefone

+351218842569

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