29/09/2026
𝗢 𝗼𝗽𝗲𝗿𝗮𝗱𝗼𝗿 𝗶𝗻𝘃𝗶𝘀𝗶́𝘃𝗲𝗹: 𝗔𝘂𝗴𝘂𝘀𝘁𝗼 𝗙𝗼𝗻𝘀𝗲𝗰𝗮 𝗲 𝗮 𝗺𝗮𝘁𝗿𝗶𝘇 𝗱𝗼 𝗼𝗹𝗵𝗮𝗿 𝗻𝗮 𝗚𝗼𝗹𝗲𝗴𝗮̃
𝟯𝟬 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼 𝗮 𝟯 𝗱𝗲 𝗻𝗼𝘃𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼 | 𝗖𝗮𝘀𝗮-𝗘𝘀𝘁𝘂́𝗱𝗶𝗼 𝗖𝗮𝗿𝗹𝗼𝘀 𝗥𝗲𝗹𝘃𝗮𝘀
No panorama da fotografia portuguesa da segunda metade do século XIX, Augusto Fonseca (1839–1930) surge como uma figura fundamental na convergência entre a mestria técnica da fototipia, a prática de estúdio e a afirmação do operador de lente enquanto agente ativo no processo criativo.
A genialidade da obra de Carlos Relvas contou com o indispensável contributo técnico de Augusto Fonseca, a quem esta exposição procura prestar a devida homenagem.
Sem permanecer na sombra do seu mentor, Fonseca construiu o seu próprio percurso profissional, tendo publicado álbuns de reconhecido mérito e notoriedade. Homem de múltiplos interesses e áreas de atividade, exerceu funções públicas e dedicou-se ao desporto, mantendo sempre na fotografia uma das suas grandes paixões e uma dimensão central da sua vida.
“O operador invisível: Augusto Fonseca e a matriz do olhar na Golegã” destaca o trabalho e a personalidade de um homem que, de operador invisível, passou a assumir o seu lugar na história da fotografia portuguesa.