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🌟 Há 149 anos, o seu espaço de conhecimento e cultura.
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PRAÇA CORONEL PEDRO OSÓRIO, 103, Pelotas, Brazil 96015010 Somos uma instituição com trajetória que passa por três séculos diferentes, sempre como uma sociedade civil sem qualquer vínculo com o poder municipal, estadual ou federal. Uma instituição que tem sido, ao longo de seus 145 anos (fundada a 14.11.1875), o principal centro de referência cultural de uma região - Sudeste do RS - com mais de um milhão de habitantes, berço e matriz histórica do estado. Acumulamos um acervo de cerca de 200 mil livros e 60 mil jornais e periódicos - fontes fundamentais para reconstituição da memória histórica do Brasil meridional. Uma Casa que prestou e presta, de forma universal e gratuita, serviços que atendem especialmente aos que por eles não poderiam pagar.

Já imaginou aprender outro idioma com livros, discos de vinil e uma maleta cheia de lições?Antes dos aplicativos e das p...
15/10/2026

Já imaginou aprender outro idioma com livros, discos de vinil e uma maleta cheia de lições?

Antes dos aplicativos e das plataformas digitais, métodos de ensino combinavam materiais impressos e gravações de áudio para ajudar estudantes a desenvolver a compreensão e a pronúncia de outras línguas.

Entre os exemplares preservados no acervo da Bibliotheca Pelotense estão O Francês de Hoje, coleção das Seleções do Reader's Digest lançada por volta de 1970, e o Linguaphone, método que ficou conhecido por sua proposta de ouvir, compreender e falar.

Com seus materiais impressos e discos de vinil, os dois conjuntos estão completos e em ótimo estado de conservação, revelando um pouco da história do ensino de idiomas.

Mais do que antigos materiais de estudo, são registros de como o conhecimento circulava e chegava às pessoas em outras épocas.

💬 Você conheceu ou chegou a estudar algum idioma com esses métodos?

🌸 Há muitas formas de ver a primavera. Algumas delas atravessaram séculos para chegar até nós.Entre as obras preservadas...
05/10/2026

🌸 Há muitas formas de ver a primavera. Algumas delas atravessaram séculos para chegar até nós.
Entre as obras preservadas pela Bibliotheca Pelotense está Aquarelas Brasil Século XIX: Paisagem, Flores, Frutos, uma edição de luxo bilíngue que reproduz um álbum de autoria anônima pertencente ao acervo de preciosidades da Biblioteca Nacional.
São 46 reproduções de aquarelas do século XIX, com paisagens, flores e frutos retratados em um período marcado pela presença de naturalistas, cientistas e artistas estrangeiros que percorriam o Brasil registrando e estudando sua biodiversidade.
Muito antes de a fotografia se tornar uma forma de documentar o mundo, desenhos e aquarelas cumpriam um importante papel no registro visual de espécies e paisagens. Nas expedições científicas, artistas acompanhavam pesquisadores e transformavam em imagens aquilo que encontravam pelo caminho.
Hoje, essas páginas nos permitem observar cores, formas e detalhes da natureza brasileira registrados há quase dois séculos.
Nesta primavera, abrimos algumas delas para lembrar que livros e documentos preservam muito mais do que palavras: guardam diferentes maneiras de observar e registrar o mundo.
🌿 A primavera passa. Nas páginas, suas cores permanecem.

📜 Há histórias que permanecem vivas porque seus registros atravessam o tempo.Entre 1835 e 1845, o Rio Grande do Sul vive...
20/09/2026

📜 Há histórias que permanecem vivas porque seus registros atravessam o tempo.

Entre 1835 e 1845, o Rio Grande do Sul viveu a Revolução Farroupilha, um dos acontecimentos mais marcantes de sua história. Foram dez anos de disputas, ideias, personagens e transformações que deixaram marcas na formação política e social do Estado.

Parte dessa memória permanece preservada no acervo histórico da Bibliotheca Pelotense.

Manuscritos, proclamações, jornais, correspondências e outros documentos permitem conhecer os registros produzidos naquele período e abrem diferentes caminhos para pesquisar não apenas a Revolução Farroupilha, mas também a sociedade que a viveu.

Preservar esses documentos vai além de guardar vestígios do passado. É permitir que eles continuem sendo estudados, questionados e revisitados por novas gerações.

Neste 20 de Setembro, olhamos para o acervo como um espaço onde a história permanece acessível e continua despertando novas descobertas.

📖 Preservar a memória é manter aberto o caminho para compreender a nossa história.

📜 O que uma ata de quase dois séculos pode contar sobre uma cidade?Muito mais do que decisões administrativas. Os livros...
14/09/2026

📜 O que uma ata de quase dois séculos pode contar sobre uma cidade?

Muito mais do que decisões administrativas. Os livros de atas da Câmara Municipal de Pelotas preservados no acervo da Bibliotheca são fontes que ajudam a compreender diferentes momentos da vida política e do cotidiano do município.

Em uma ata de 12 de julho de 1835, encontramos uma das primeiras referências à lei que elevava a então Vila de São Francisco de Paula à categoria de cidade, passando a se chamar Pelotas.

Meses depois, em 7 de outubro de 1835, outro registro documentava a leitura das leis da Assembleia Legislativa Provincial e, entre os assuntos daquele dia, também estava a nomeação do cirurgião Bernardo Machado da Cunha como responsável pela vacinação.

Grandes acontecimentos e decisões do cotidiano dividindo as mesmas páginas. É justamente essa riqueza de informações que transforma documentos como esses em importantes fontes para conhecer e pesquisar a história de Pelotas.

Na Bibliotheca Pelotense, preservar esses registros é manter diferentes caminhos para que a história continue sendo estudada, descoberta e compartilhada.

📖 Porque, às vezes, um detalhe registrado à mão pode revelar muito sobre uma cidade inteira.

🇧🇷 O que significava celebrar o 7 de Setembro em diferentes momentos da nossa história?Jornais, publicações e documentos...
07/09/2026

🇧🇷 O que significava celebrar o 7 de Setembro em diferentes momentos da nossa história?

Jornais, publicações e documentos preservados ajudam a encontrar algumas respostas. Mais do que registrar acontecimentos, suas páginas revelam como diferentes gerações olharam para o Brasil, para a Independência e para as celebrações em torno da data.

No acervo da Bibliotheca Pelotense, esses registros nos levam a diferentes períodos: das páginas produzidas para o centenário da Independência, em 1922, às notícias do Diário Popular de 1926 e aos registros fotográficos das comemorações publicados no jornal em *1976.

Separados por décadas, esses documentos hoje se encontram pelo mesmo motivo: preservar vestígios de diferentes tempos e permitir que novas gerações continuem conhecendo e interpretando a história.

Neste 7 de Setembro, voltamos às páginas do passado para lembrar que compreender a nossa história também passa por preservar as formas como ela foi registrada.

📖 Porque, quando um documento é preservado, uma parte da memória continua acessível.

📚 Quanto de história pode caber em um livro com menos de 10 centímetros?Os livros em miniatura atravessaram séculos desp...
04/09/2026

📚 Quanto de história pode caber em um livro com menos de 10 centímetros?

Os livros em miniatura atravessaram séculos despertando curiosidade não apenas pelo conteúdo de suas páginas, mas também pela delicadeza e habilidade necessárias para produzi-los.

Ao longo do tempo, esses pequenos exemplares tiveram diferentes funções. Já serviram para facilitar o transporte de textos, esconder conteúdos religiosos ou políticos e até se tornaram objetos de desejo entre a aristocracia europeia. No século XVIII, passaram a ganhar ainda mais valor por sua beleza, raridade e complexidade de fabricação.

E essa história também está presente no acervo da Bibliotheca Pelotense. Dezenas de livros em miniatura estão preservados no setor de Obras Raras, com exemplares que abordam filosofia, poesia, literatura, política e religião, todos em ótimo estado de conservação.

Pequenos objetos capazes de guardar pensamentos, culturas e histórias de diferentes épocas.

✨ Porque o conhecimento nunca se mediu pelo tamanho.

🏛️ 150 anos de história na palma da mão.Desde 1875, a Bibliotheca Pelotense reúne e preserva muito mais do que livros. D...
24/08/2026

🏛️ 150 anos de história na palma da mão.

Desde 1875, a Bibliotheca Pelotense reúne e preserva muito mais do que livros. Documentos, fotografias, periódicos e diferentes obras ajudam a manter vivos capítulos da história, da cultura e da memória de Pelotas.

E o próprio prédio que abriga esse patrimônio também tem muitas histórias para contar.

O primeiro pavimento foi inaugurado em 1888 e, em 1915, a construção ganhou um segundo andar, ampliando e transformando sua arquitetura.

Quem observa a fachada com atenção encontra detalhes que muitas vezes passam despercebidos: sacadas com gradis, pilastras coríntias e figuras humanas ornamentais. No frontão, o nome da instituição aparece em alto-relevo, acompanhado por figuras associadas às artes e ao conhecimento.

Do lado de dentro, outro elemento chama a atenção: no saguão central, um vitral de 100 m² permite a entrada de luz natural e integra a riqueza artística do edifício.

São detalhes de um patrimônio que há 150 anos faz parte da paisagem e da história de Pelotas, por fora e por tudo aquilo que preserva em seu interior.

👀 E você, já tinha parado para observar esses detalhes da Bibliotheca Pelotense?

📷 Uma fotografia registra um instante, mas sua história pode atravessar gerações.Ruas, construções, paisagens e cenas do...
19/08/2026

📷 Uma fotografia registra um instante, mas sua história pode atravessar gerações.

Ruas, construções, paisagens e cenas do cotidiano que um dia fizeram parte do presente hoje nos permitem observar outras épocas e reconhecer as transformações de Pelotas ao longo do tempo.

No acervo da Bibliotheca Pelotense, cada imagem preservada guarda detalhes, personagens e fragmentos de uma cidade que continua contando sua história através da fotografia.

No Dia Mundial da Fotografia, celebramos o poder de preservar esses registros e mantê-los acessíveis às próximas gerações.

Porque o instante passa, mas aquilo que a fotografia guarda pode permanecer. 📸

O patrimônio de uma cidade não está apenas naquilo que permanece de pé. Está também nos registros que nos permitem reenc...
17/08/2026

O patrimônio de uma cidade não está apenas naquilo que permanece de pé. Está também nos registros que nos permitem reencontrar outros tempos.

Fotografias preservadas no acervo da Bibliotheca Pelotense revelam diferentes momentos da história da cidade: espaços em transformação, solenidades, pessoas e acontecimentos que fizeram parte da construção da identidade de Pelotas.

Cada imagem é uma testemunha do tempo e nos ajuda a compreender como a cidade cresceu, se transformou e preservou suas histórias ao longo das gerações.

Neste Dia Nacional do Patrimônio Histórico, reforçamos a importância de preservar fotografias, documentos e arquivos que mantêm viva a nossa memória coletiva.

Porque conhecer o passado também é reconhecer o valor da nossa história e fortalecer o compromisso com o futuro.

🏛️ Preservar é fazer a memória atravessar gerações.

A arte atravessa o tempo de muitas formas.Ela permanece nas pinturas, esculturas, gravuras, objetos e nas páginas de pub...
12/08/2026

A arte atravessa o tempo de muitas formas.

Ela permanece nas pinturas, esculturas, gravuras, objetos e nas páginas de publicações que registraram diferentes expressões culturais de uma época.

Preservar esses registros é permitir que novas gerações conheçam não apenas obras e artistas, mas também costumes, referências e histórias que ajudam a construir a identidade de uma cidade.

No acervo da Bibliotheca Pelotense, diferentes manifestações da cultura permanecem como testemunhos de outros tempos e como parte da memória que seguimos preservando.

Neste 12 de agosto, Dia Nacional das Artes, celebramos a capacidade da arte de registrar seu tempo, atravessar gerações e continuar produzindo novos olhares sobre a nossa história.

Preservar a arte é manter vivas as histórias que ela nos conta.

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