Museu da Memória Rural

Museu da Memória Rural Museu da Memória Rural
Museu de Identidade Territorial
Concelho de Carrazeda de Ansiães
VENHA ATÉ CÁ

O Museu da Memória Rural de Vilarinho da Castanheira é uma unidade museológica destinada a trabalhar temáticas relativas à cultura rural e ao património imaterial da região duriense e transmontana. Trata-se de um espaço destinado ao estudo e à recolha das tradições e saberes concelhios e regionais que atulamente estão a cair em desuso, iniciando-se o discurso museográfico, numa primeira fase, com

a exposição de temáticas relacionadas com as antigas práticas das culturas da vinha e dos cereais. Aqui estão representados ofícios tradicionais como o do ferrador, canastreiro, pescador do rio Douro, padeira, queijeira, pastor, tanoeiro, sapateiro, funileiro, moleiro, corticeiro e, no futuro, estarão também representadas técnicas antigas relacionadas com a economia local como os fornos de secagem de figos, construção de carros de bois ou os antigos fornos de produção de telha. Suportado num conjunto de recursos tecnológicos, onde se incluem as mais recentes soluções multimédia, o Museu da Memória Rural assume-se com um caráter fundamentalmente didático, constituindo uma homenagem à cultura rural de um povo que possui uma longa história e uma ancestral tradição cultural que urge preservar, estudar e difundir.

Abrigo da Pala do Ladrão, Ribalonga.
23/06/2026

Abrigo da Pala do Ladrão, Ribalonga.

Depoimentos da Sr.ª Irene Amélia Monteiro, sobre a Pala do Ladrão

Este vídeo integra a componente visual do artigo intitulado “Abrigos Que Contam Histórias, pp. 60-95″, Revista Memória R...
18/06/2026

Este vídeo integra a componente visual do artigo intitulado “Abrigos Que Contam Histórias, pp. 60-95″, Revista Memória Rural nº 8, da autoria de Nelson Tito Almeida Domingos.

Depoimentos da Sr.ª IIdalina Alice Machado Samões sobre a Pala da Moura de Tralhariz

PUBLICADO NA REVISTA MEMÓRIA RURAL, Nº 8, 2025Este estudo procura compreender a origem da sericicultura em Chacim, as ra...
17/06/2026

PUBLICADO NA REVISTA MEMÓRIA RURAL, Nº 8, 2025
Este estudo procura compreender a origem da sericicultura em Chacim, as razões que levaram ao estabelecimento do Real Filatório de Chacim, assim como as diferenças entre os métodos tradicionais e piemonteses. Traçaremos o caminho dos piemonteses, que, convidados pelo 1º Conde de Linhares, chegaram à província portuguesa de Trás-os-Montes, com o objetivo de reativar a indústria da seda com um método inovador: a máquina de fiar piemontesa. O estudo da indústria da seda de Chacim é um objeto de História Global apresentando diversas culturas e metodologias que aqui trabalharam manufatura. Neste trabalho tentamos dar resposta às nossas perguntas iniciais: Quando começou a sericicultura em Chacim? Quem são os Arnaud? Quais as diferenças entre o método tradicional e o método piemontês?

Faça uma visita virtual aos seguintes espaços culturais e religiosos do concelho de Carrazeda de Ansiães:Museu da Memóri...
16/06/2026

Faça uma visita virtual aos seguintes espaços culturais e religiosos do concelho de Carrazeda de Ansiães:

Museu da Memória da Memória Rural;
Núcleo Museológico do Ferreiro e do Ferrador;
Núcleo Museológico Lagar de Azeite da Lavandeira
Núcleo Museológico Moinho de Vento;
Igreja de S. Salvador de Ansiães;
Igreja de Santa Eufémia;
Igreja de Fontelonga;
Igreja de Parambos
Igreja de Pombal;
Igreja de Marzagão;
Igreja de Carrazeda de Ansiães;
Igreja de Linhares;
Igreja de Belver.

VISITE CARRAZEDA!
Siga este link: https://carrazeda.virtual.vizitar.com/virtual-tour

O PRAZO LIMITE PARA A SUBMISSÃO DOS ARTIGOS AO NÚMERO 9 DA REVISTA MEMÓRIA RURAL É 15 DE OUTUBRO DE 2026.PARTICIPE!Está ...
15/06/2026

O PRAZO LIMITE PARA A SUBMISSÃO DOS ARTIGOS AO NÚMERO 9 DA REVISTA MEMÓRIA RURAL É 15 DE OUTUBRO DE 2026.
PARTICIPE!

Está aberto o período de submissão de artigos para o nº 9 da Revista Memória Rural, constituindo uma excelente oportunidade para investigadores, académicos, técnicos e demais autores que trabalham sobre o mundo rural partilharem os resultados das suas investigações, reflexões e experiências.

O prazo de submissão encontra-se aberto por mais 121 dias, permitindo este período alargado a preparação e aperfeiçoamento dos contributos. Este tempo ainda permite o aprofundamento de temas, consolidação de abordagens metodológicas e enriquecimento do debate em torno das múltiplas dimensões da ruralidade.

A revista mantém o seu compromisso com a valorização do património material e imaterial, das dinâmicas sociais e económicas dos territórios rurais, bem como das transformações contemporâneas que os atravessam. São bem-vindos artigos originais, estudos de caso, revisões críticas e contributos interdisciplinares que contribuam para uma compreensão mais ampla e rigorosa do mundo rural.

Convidam-se todos os interessados a submeter os seus trabalhos e a integrar este número, contribuindo para a continuidade de uma publicação que se afirma como espaço de reflexão, partilha e construção de conhecimento.

A participação neste número representa não apenas a divulgação científica, mas também o reforço de uma comunidade de investigação dedicada à preservação, interpretação e inovação do património cultural em contexto rural.

Chamada para Artigos Revista Memória Rural

Neste episódio ( #9) falamos sobre nós. Falamos sobre o Museu da Memória Rural.
13/06/2026

Neste episódio ( #9) falamos sobre nós. Falamos sobre o Museu da Memória Rural.

Um podcast do Museu da Memória Rural

O EPISÓDIO  #8 JÁ ESTÁ DISPONÍVEL! NESTE FALAMOS DE ARQUEOLOGIA.O episódio do podcast “Diálogos sobre o Património”, int...
30/05/2026

O EPISÓDIO #8 JÁ ESTÁ DISPONÍVEL! NESTE FALAMOS DE ARQUEOLOGIA.

O episódio do podcast “Diálogos sobre o Património”, intitulado “Arqueologia para além dos dinossauros”, apresenta uma visão geral e simplificada da disciplina, desmistificando a ideia de que se trata de uma mera caça ao tesouro ou de um estudo de répteis pré-históricos.

Apresenta-se um resumo dos principais pontos abordados na fonte:

1. Definição e abrangência cronológica
A arqueologia é definida como o estudo do percurso humano através de vestígios materiais. O seu campo de ação estende-se desde as primeiras ferramentas de pedra lascada, há cerca de 2,5 milhões de anos, até ao lixo que produzimos hoje. É sublinhado que a arqueologia não estuda dinossauros, campo que pertence à paleontologia.

2. Evolução do método: do saque à Ciência
A fonte contrasta o passado da disciplina com o seu presente. Inicialmente, a arqueologia era um passatempo de elites, de antiquários e colecionadores que saqueavam monumentos e sepulturas em busca de objetos valiosos, destruindo o contexto geológico. Hoje, o processo é descrito como “exasperantemente lento”. O foco mudou do volume de artefactos para o volume de dados científicos. Camadas de solo são escavadas milímetro a milímetro e a terra é passada por diferentes peneiros para extrair informações ínfimas.

3. Ciência laboratorial e datação
A arqueologia utiliza tecnologias avançadas para “fazer falar” os objetos,
aálises químicas: Através da espectrometria de massa, identifica-se a origem da argila usada na cerâmica e, pelos poros do barro, detetam-se resíduos de vinho, azeite ou ensopados de carne.

A datação divide-se em relativa (estratigrafia — camadas inferiores são mais antigas) e absoluta. Esta última utiliza o carbono 14, que mede a degradação radioativa em restos orgânicos para calcular há quantos milénios um organismo morreu.

4. Reconstrução da vida e dieta
Os interlocutores explicam como a arqueologia contorna o facto de o registo material ser incompleto (a maioria dos materiais orgânicos, como madeira e pele, apodrece). Dá enfâse à Arqueologia Experimental. Analisa-se o rácio de isótopos no colagénio ósseo para saber a percentagem de peixe ou carne na dieta de um indivíduo. O desgaste nos dentes revela, por exemplo, o consumo intensivo de farinhas moídas em pedra. Corpos preservados em pântanos (torfeiras) ou no gelo permitem diagnósticos médicos de há 5.000 anos, revelando artrite, tatuagens terapêuticas e até o conteúdo da última refeição.

5. Arqueologia cognitiva e cocial
A disciplina tenta “ler a mente” do passado através da eliminação de hipóteses naturais, debruçando-se sobre comportamento simbólicos e desigualdade social.

6. Ética, conservação e futuro
O roubo de objetos retira-os do seu contexto tridimensional, tornando-os “peças mudas” inúteis para a ciência. A arqueologia atual foca-se no respeito pelas comunidades descendentes, devolvendo restos mortais e objetos sagrados.

O turismo de massas (humidade da respiração, fungos) destrói pinturas rupestres. A solução passa por criar réplicas perfeitas e utilizar a realidade virtual para preservar os locais originais.

O episódio conclui que somos os “antepassados do futuro”, e que o nosso lixo atual será o material que os arqueólogos de amanhã usarão para decifrar a nossa sociedade.

Um podcast do Museu da Memória Rural

Trás-os-Montes em publicação: 4 coisas que talvez não saiba sobre o Museu da Memória Rural e a sua próxima revista. Faça...
28/05/2026

Trás-os-Montes em publicação: 4 coisas que talvez não saiba sobre o Museu da Memória Rural e a sua próxima revista. Faça parte deste projeto publicando na Revista Memória Rural!

Trás-os-Montes em publicação: 4 Coisas que não sabia sobre o Museu da Memória Rural e a sua Próxima Revista

O património cultural constrói-se em camadas. Constrói-se em camadas de tempo, de memória, de significados. Cada objeto,...
27/05/2026

O património cultural constrói-se em camadas. Constrói-se em camadas de tempo, de memória, de significados. Cada objeto, cada lugar, cada narrativa encerra vestígios que ultrapassam o visível e convocam a novas leituras. Este é o “Diálogos sobre o Património”, um podcast do Museu da Memória Rural, dedicado à reflexão crítica sobre o património cultural, material e imaterial, à sua interpretação e aos seus contextos. Em cada episódio, exploramos as relações entre cultura, território e identidade, convocando diferentes perspetivas e disciplinas para compreender o passado neste nosso presente.
OUVIR TODOS OS EPISÓDIOS: https://museudamemoriarural.pt/dialogos-sobre-o-patrimonio/

PUBLICADO EM REVISTA MEMÓRIA RURAL, Nº 8, ANO 2025Com o presente trabalho de abordagem às expressões retóricas de conviv...
26/05/2026

PUBLICADO EM REVISTA MEMÓRIA RURAL, Nº 8, ANO 2025
Com o presente trabalho de abordagem às expressões retóricas de convivência, comunicação e sociabilidade, maxime, na perspetiva das alcunhas, as quais, para o bem ou para o mal, se entranhavam e, qual fotografia, verbalmente marcavam, retratavam e individualizavam os visados mercê do destaque dado às caraterísticas especificas, marcadamente rurais, ou aos aspetos essenciais ou particularidades do individuo que pretendiam retratar. Visamos, assim, dar um modesto contributo para o estudo de uma forma e de um modo de convivência, traduzida na análise de um rito, de um gesto e duma prática socialmente significativa de lidação e do trato social no antanho e que perdurou durante anos e anos numa sociedade periférica, local e profundamente isolada. É, no fundo, tentar cumprir um dos desígnios que levou á edição desta Revista Memória Rural, e de evocar, recordar e, sobretudo, visar rememorar e transmitir a memória rural de uma dada realidade concreta e de tomada de atitudes com base num pequeno pormenor ou num mero item um tanto ou quanto corriqueiro da condição humana com campo privilegiado de atuação num passado longínquo e local, in casu, as alcunhas circunscritas á aldeia de Felgar, trazendo-o para tempos atuais, avivando a sua memória e evitando o seu esquecimento.

Endereço

Museu Da Memória Rural
Vilarinho Da Castanheira
5340

Horário de Funcionamento

Quarta-feira 12:00 - 18:00
Quinta-feira 12:00 - 18:00
Sexta-feira 12:00 - 18:00
Sábado 15:00 - 18:30
Domingo 15:00 - 18:30

Telefone

278638081

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