Museu da Memória Rural

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Museu da Memória Rural Museu da Memória Rural
Museu de Identidade Territorial
Concelho de Carrazeda de Ansiães
VENHA ATÉ CÁ

O Museu da Memória Rural de Vilarinho da Castanheira é uma unidade museológica destinada a trabalhar temáticas relativas à cultura rural e ao património imaterial da região duriense e transmontana. Trata-se de um espaço destinado ao estudo e à recolha das tradições e saberes concelhios e regionais que atulamente estão a cair em desuso, iniciando-se o discurso museográfico, numa primeira fase, com a exposição de temáticas relacionadas com as antigas práticas das culturas da vinha e dos cereais. Aqui estão representados ofícios tradicionais como o do ferrador, canastreiro, pescador do rio Douro, padeira, queijeira, pastor, tanoeiro, sapateiro, funileiro, moleiro, corticeiro e, no futuro, estarão também representadas técnicas antigas relacionadas com a economia local como os fornos de secagem de figos, construção de carros de bois ou os antigos fornos de produção de telha. Suportado num conjunto de recursos tecnológicos, onde se incluem as mais recentes soluções multimédia, o Museu da Memória Rural assume-se com um caráter fundamentalmente didático, constituindo uma homenagem à cultura rural de um povo que possui uma longa história e uma ancestral tradição cultural que urge preservar, estudar e difundir.

Nunca é demais recordar-lhe que a melhor maneira de estar informado sobre as inciciativas do Museu da Memória Rural é su...
13/10/2026

Nunca é demais recordar-lhe que a melhor maneira de estar informado sobre as inciciativas do Museu da Memória Rural é subcrever a sua Newslleter. Com o nosso Boletim de Notícias você f**a informado em primeiro lugar.

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PUBLICADO NA REVISTA MEMÓRIA RURAL Nº 8 (2025)Este artigo reúne memórias e estórias ligadas ao lugar de S. Lourenço, em ...
09/10/2026

PUBLICADO NA REVISTA MEMÓRIA RURAL Nº 8 (2025)

Este artigo reúne memórias e estórias ligadas ao lugar de S. Lourenço, em Pombal, concelho de Carrazeda de Ansiães, especialmente em torno das suas termas. O autor apresenta um retrato de vivências entre as décadas de 1950 e 1980, mesclando lembranças próprias com relatos de terceiros.
Descreve o enquadramento geográfico, o impacto do caminho-de-ferro e da estrada na acessibilidade, bem como a importância das águas sulfurosas que atraíam banhistas de várias origens, apesar da falta de condições básicas como água potável, retretes ou higiene adequada. Estas termas eram também espaço de sociabilidade, onde se formavam amizades, namoros passageiros – os chamados “Amores de S. Lourenço” –, onde se organizavam bailes, cantares e festas, criando um ambiente de lazer e vivência comunitária.
Apesar das carências, a memória destas estórias não é de lamento, mas de reconhecimento. O autor sublinha o esforço dos habitantes e trabalhadores locais que, com simplicidade e hospitalidade, acolhiam os banhistas e davam vida ao lugar. Assim, S. Lourenço surge como um retrato vivo de ruralidade, onde dificuldades e alegrias se entrelaçavam, deixando uma marca duradoura na identidade coletiva da freguesia.

O património são as pessoas!Para o Museu da Memória Rural, as Oficinas Memórias com Futuro ganham um  signif**ado que ul...
08/10/2026

O património são as pessoas!

Para o Museu da Memória Rural, as Oficinas Memórias com Futuro ganham um signif**ado que ultrapassa as próprias temáticas apresentadas e desenvolvidas nas diversas aldeias do concelho de Carrazeda de Ansiães, porque o principal património do Museu são as pessoas. AS PESSOAS!

São as pessoas que guardam os conhecimentos, as histórias, as técnicas, as palavras e as experiências que dão sentido às paisagens e aos objetos que hoje procuramos preservar. É através delas que, por exemplo, um forno ou um lagar abandonados deixam de ser apenas construções antigas e passam a contar histórias, formas de vida, testemunhos da comunidade.

É também por isso que as Oficinas Memórias com Futuro procuram criar momentos de encontro entre diferentes gerações, aproximando quem ainda conserva na memória estes saberes de quem hoje os quer conhecer e experimentar.

Crianças, jovens, adultos e pessoas das localidades com memórias de outros tempos podem aqui partilhar experiências em torno de um património que não está apenas nas pedras dos antigos fornos, lagares ou moinhos, mas sobretudo nas mãos, nas palavras e nas experiências de quem os utilizou.

É nesta aproximação entre pessoas e gerações que o Museu da Memória Rural encontra uma das suas principais missões: transformar a memória em conhecimento, o conhecimento em experiência e a experiência em futuro.

Porque preservar o património não signif**a apenas conservar aquilo que o tempo deixou. Signif**a, também, criar condições para que os saberes continuem a circular, para que as memórias possam ser partilhadas e para que as novas gerações possam receber, reinterpretar e dar continuidade à herança cultural do território.

A aldeia de Lavandeira, no concelho de Carrazeda de Ansiães, foi o cenário de mais uma iniciativa das Oficinas Memórias ...
06/10/2026

A aldeia de Lavandeira, no concelho de Carrazeda de Ansiães, foi o cenário de mais uma iniciativa das Oficinas Memórias com Futuro, promovidas pelo Museu da Memória Rural, numa jornada dedicada à figueira, aos antigos fornos de secar figos e aos saberes tradicionais associados ao aproveitamento deste fruto.

Oficina de Fornos de Secar Figos levou à aldeia de Lavandeira memórias, saberes e sabores de outros tempos

PUBLICADO NA REVISTA MEMÓRIA RURAL, Nº8 (2025)A proposta metodológica para o inventário do Património Cultural Imaterial...
02/10/2026

PUBLICADO NA REVISTA MEMÓRIA RURAL, Nº8 (2025)
A proposta metodológica para o inventário do Património Cultural Imaterial (PCI) no concelho de Carrazeda de Ansiães constitui uma estratégia de estudo, registo e valorização das manifestações culturais locais, concebida no âmbito do Museu da Memória Rural. Este projeto parte da premissa de que o PCI — composto por tradições orais, práticas rituais, saberes-fazer e expressões artísticas transmitidas entre gerações — é um elemento estruturante da identidade coletiva e um recurso fundamental para a coesão social e o desenvolvimento sustentável das comunidades rurais.

A metodologia proposta apoia-se nos princípios da Convenção da UNESCO para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial (2003) e na legislação portuguesa, nomeadamente a Lei n.º 107/2001 e o Decreto-Lei n.º 149/2015, que definem o regime jurídico de proteção e salvaguarda do PCI. O processo de inventariação é entendido como um instrumento científico e participativo, que visa a identif**ação, documentação e sistematização das práticas e expressões reconhecidas pelas próprias comunidades como parte integrante da sua herança cultural.

Assente numa abordagem multidisciplinar e colaborativa, a proposta defende o envolvimento direto das populações locais, articulando o trabalho de campo com a investigação documental e o tratamento analítico da informação recolhida. Propõe-se, depois, que todo o material do inventário seja integrado numa base de dados acessível ao público, permitindo a sua utilização em contextos de investigação, educação e valorização turística e cultural.

Para além do registo, a metodologia prevê ações de difusão e mediação cultural, mediante programas educativos, exposições, projetos artísticos, produções audiovisuais e publicações, reforçando o papel dos museus locais como mediadores entre o conhecimento científico e o património vivo das comunidades. O objetivo final é garantir a preservação, transmissão e dinamização contemporânea do PCI, assegurando a continuidade das práticas culturais e a sua adaptação às realidades sociais em constante transformação.

PUBLICADO NA REVISTA MEMÓRIA RURAL, Nº 8- ANO 2025.No Norte de Portugal, particularmente em Trás-os-Montes e no Alto Dou...
23/09/2026

PUBLICADO NA REVISTA MEMÓRIA RURAL, Nº 8- ANO 2025.
No Norte de Portugal, particularmente em Trás-os-Montes e no Alto Douro, a sacralização das águas expressa uma profunda relação entre natureza, religiosidade popular e práticas de cura. Desde a Idade Média, diversas fontes foram associadas a propriedades milagrosas, conduzindo à edif**ação de capelas e igrejas em locais onde a água brotava “com virtude”. Estas manifestações, que fundem a tradição cristã e heranças simbólicas pré-cristãs, revelam a continuidade de uma perceção da água enquanto elemento sagrado, purif**ador e regenerador. O estudo destas fontes sagradas permite compreender não apenas a persistência das crenças e rituais ligados à saúde e à fé, mas também a forma como estas práticas moldaram a paisagem cultural e o património religioso do território transmontano e duriense.

PUBLICADO NA REVISTA MEMÓRIA RURAL Nº8 (2025)Este artigo propõe uma reflexão interdisciplinar sobre as práticas feminina...
18/09/2026

PUBLICADO NA REVISTA MEMÓRIA RURAL Nº8 (2025)

Este artigo propõe uma reflexão interdisciplinar sobre as práticas femininas de purif**ação ritual no contexto judaico e criptojudaico de Trás-os-Montes, com especial foco na simbologia da água e na relação entre corpo, território e memória. Partindo da ausência de vestígios materiais de mikvot – infraestrutura utilizada para a imersão ritual em águas puras no judaísmo – na região, argumenta-se que a paisagem, sua rede hidrográf**a e infraestruturas associadas, poderão ter funcionado como espaços rituais alternativos, moldado por condições de invisibilidade, repressão e resistência.

Através do cruzamento entre história, antropologia, urbanismo, estudos de género e ecologia, propõe-se uma resignif**ação da paisagem transmontana, que permite reinterpretar a sua geografia à luz das práticas espirituais femininas judaicas. Este trabalho não procura comprovar a existência física de mikvot, mas propor novas formas de leitura do território, valorizando as tradições orais, os silêncios e transformações forçadas e as memórias que se inscreveram, ao longo das gerações, na paisagem local. Ao reconhecer a centralidade das mulheres na preservação desses rituais, este artigo pretende contribuir para uma compreensão mais plural e sensível da herança judaica em Trás-os-Montes

É já no próximo dia 4 de outubro! Faça a sua inscrição e simultaneamente assine a nossa newsletter para estar sempre inf...
17/09/2026

É já no próximo dia 4 de outubro! Faça a sua inscrição e simultaneamente assine a nossa newsletter para estar sempre informado das iniciativas do Museu da Memória Rural.

Oficina de Fornos de Secar Figos

Numa altura em que o Douro atravessa uma das suas maiores crises, é preciso recorrer à memória e lembrar que  esta paisa...
13/09/2026

Numa altura em que o Douro atravessa uma das suas maiores crises, é preciso recorrer à memória e lembrar que esta paisagem é nossa! Foi construída por nós com muito suor, lágrimas, sangue e morte, e esta terra sem os durienses não conseguirá sobreviver!

#15 – Memória do trabalho antigo nas encostas durienses

Este vídeo integra a componente visual do artigo intitulado “Abrigos Que Contam Histórias, pp. 60-95″, Revista Memória R...
28/08/2026

Este vídeo integra a componente visual do artigo intitulado “Abrigos Que Contam Histórias, pp. 60-95″, Revista Memória Rural nº 8, da autoria de Nelson Tito Almeida Domingos.

Depoimentos do Sr. Joaquim Araújo sobre a Pala da Carvalha, Lugar da Pala, Fonte da P***a, Capela do Diabo, Pala do Cabrão e Fraga da Moura

Endereço

Museu Da Memória Rural
Vilarinho Da Castanheira
5340

Horário de Funcionamento

Quarta-feira 12:00 - 18:00
Quinta-feira 12:00 - 18:00
Sexta-feira 12:00 - 18:00
Sábado 15:00 - 18:30
Domingo 15:00 - 18:30

Telefone

278638081

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