Museu Municipal Leonel Trindade

Museu Municipal Leonel Trindade Museu Municipal Leonel Trindade Pedro, no centro da então vila de Torres Vedras. Desde 1992 o museu está instalado no Convento Nossa Senhora da Graça.

O Museu Municipal Leonel Trindade foi inaugurado a 28 de Julho de 1929, na pequena sala da Irmandade dos Clérigos Pobres, anexa à Igreja de S. Teve por base a reunião de um conjunto heterogéneo de peças, representativas da importância histórica e artística de Torres Vedras, com recurso a depósitos temporários feitos pelas paróquias da cidade e por alguns particulares. Em 1944 foi transferido para

o edifício da antiga sede da Santa Casa da Misericórdia, onde aumentou as áreas expositivas, diversificou o seu espólio merecendo destaque a coleção de arqueologia, resultado do desenvolvimento da investigação arqueológica local, que contribuiu para a projeção do Museu a nível nacional e internacional.

Como cozinhavam as comunidades que habitaram o Castro do Zambujal há mais de cinco mil anos?No passado sábado, ainda no ...
23/06/2026

Como cozinhavam as comunidades que habitaram o Castro do Zambujal há mais de cinco mil anos?

No passado sábado, ainda no âmbito das Jornadas Europeias da Arqueologia, realizámos o workshop de cozinha pré-histórica, uma atividade que convidou os participantes a viajar até à Pré-história através dos sabores, dos ingredientes e das técnicas culinárias utilizadas pelas primeiras comunidades agrícolas da nossa região.

Ao longo da atividade, explorámos diferentes formas de confeção de alimentos, descobrindo como era possível cozinhar muito antes da existência de fogões ou utensílios modernos. Entre demonstrações, experiências práticas e momentos de partilha, os participantes puderam aprender com todos os sentidos e saborear um pouco do quotidiano dos nossos antepassados.

Partilhamos algumas fotografias deste momento de descoberta, aprendizagem e aproximação ao património arqueológico de Torres Vedras.

O Centro de Documentação do MMLT destaca...o livro “Convento de Santo António de Varatojo”, publicado pela primeira vez ...
22/06/2026

O Centro de Documentação do MMLT destaca...

o livro “Convento de Santo António de Varatojo”, publicado pela primeira vez em 1956, por Frei Bartolomeu Ribeiro, O.F.M., foi ao longo das várias edições (possuindo o Museu duas delas) foi sendo atualizado sem perder a natureza da obra, e dá a conhecer a história e o espírito franciscano deste belo Convento, inaugurado, com a entrada da primeira comunidade a 4 de outubro de 1474.

O Convento do Varatojo foi obra e empenho do monarca D. Afonso V, em cumprimento de um voto que fizera a Santo António, para auxiliá-lo nas conquistas do norte de África, e foi o monarca em pessoa, com os fidalgos da sua real Câmara, lançar a primeira pedra da sua construção, em fevereiro de 1470. Ao longo das páginas deste livro, podemos encontrar fotografias do vasto património do Convento, bem como dos espaços em redor.

Todos os anos, no mês de julho, o povo de Varatojo, celebra com devota alegria a festa do seu padroeiro.

Nº Reg: MM0337 e MM0606
Cotas: 2-523 RIB

Consulte o catálogo do Centro de Documentação MMLT aqui: https://biblioteca.cm-tvedras.pt/Opac/Pages/Help/Start.aspx
Mais Informações: [email protected]

Histórias à Mesa das Invasões1 de julho de 2026 | quarta | 14h30 às 16h00Vamos viajar até ao tempo das Invasões Napoleón...
18/06/2026

Histórias à Mesa das Invasões
1 de julho de 2026 | quarta | 14h30 às 16h00

Vamos viajar até ao tempo das Invasões Napoleónicas para descobrir o que as pessoas comiam e como guardavam os alimentos sem frigorífico! Entre histórias e uma atividade divertida, os mais pequenos vão aprender antigas formas de conservar comida e conhecer costumes de há mais de 200 anos. A atividade culmina com a elaboração de um porta-talheres reutilizável, promovendo a criatividade e a sustentabilidade.
Esta atividade integra o programa Onda de Verão

Local: Espaço Aguarela em Santa Cruz | Destinatários: M/6
Atividade Gratuita | Lotação: 10
Inscrições: 261 310 484 | [email protected]

Do olival ao produto final! 🫒Hoje, no Museu Municipal Leonel Trindade, recebemos os alunos da EPAFBL para uma atividade ...
16/06/2026

Do olival ao produto final! 🫒

Hoje, no Museu Municipal Leonel Trindade, recebemos os alunos da EPAFBL para uma atividade que encerrou o ciclo iniciado com a apanha da azeitona no Castelo de Torres Vedras.

Ao longo da sessão, os participantes tiveram oportunidade de conhecer e experimentar algumas das etapas de transformação deste recurso tão presente na nossa paisagem, participando na produção de um creme hidratante à base de azeite e numa prova de azeite aromatizado com orégãos, alho-silvestre (conhecido localmente como alho-porro) e alecrim, plantas também recolhidas no Castelo.

Uma experiência prática que permitiu valorizar o património natural e cultural do território, aproximando os alunos dos saberes e tradições associados à oliveira, ao azeite e às espécies espontâneas que fazem parte da nossa paisagem.

Partilhamos algumas fotografias deste momento de aprendizagem, partilha e descoberta. 📸

O Centro de Documentação do MMLT destaca…As obras “Escavações no Castro Eneolítico do Zambujal (Torres Vedras- Portugal)...
15/06/2026

O Centro de Documentação do MMLT destaca…

As obras “Escavações no Castro Eneolítico do Zambujal (Torres Vedras- Portugal) 1964”, de Edward Sangmeiter, Hermanfrid Schubart e Leonel Trindade, onde se descreve de forma clara e com recurso a algumas fotografias e figuras, a história do Castro do Zambujal e das primeiras escavações, bem como de algumas das peças ali encontradas; e “Castro do Zambujal", de Leonel Trindade e Octávio da Veiga Ferreira, datada de 1971, onde em poucas palavras os autores descrevem o achado Vaso Campaniforme, demonstrando a sua importância.

No âmbito das Jornadas Europeias da Arqueologia, o Museu Municipal Leonel Trindade dinamizou uma visita orientada ao Castro do Zambujal, demostrando que este local foi um dos grandes motores económicos que permitiu o desenvolvimento e o sucesso do Vaso Campaniforme (sendo este o nome atribuído, pela forma que apresenta), transformando a região de Torres Vedras num polo central da Pré-história Europeia.

O Castro do Zambujal não é apenas um sítio onde o vaso campaniforme foi encontrado, é a peça-chave para explicar como este fenómeno cultural nasceu e se espalhou pelo continente durante o Calcolítico (Idade do Cobre). Face à sua importância, foi declarado monumento nacional a 20 de agosto de 1946 (decreto nº 35817), e as escavações oficiais começaram em 1959, sob a direção de Aurélio Ricardo Belo.

Registos nº MM0208 e MM0273
Cotas 902.2 SAN e 903 TRI

Consulte o catálogo do Centro de Documentação MMLT aqui: https://biblioteca.cm-tvedras.pt/Opac/Pages/Help/Start.aspx
Mais Informações: [email protected]

No âmbito das Jornadas Europeias da Arqueologia, realizámos uma visita ao Castro do Zambujal, Monumento Nacional e um do...
13/06/2026

No âmbito das Jornadas Europeias da Arqueologia, realizámos uma visita ao Castro do Zambujal, Monumento Nacional e um dos mais importantes povoados fortificados da Pré-História europeia.

Ao longo do percurso, os participantes tiveram oportunidade de conhecer melhor este sítio arqueológico único e de contactar com réplicas de artefactos produzidos e/ou descobertos no local, aproximando-se do quotidiano das comunidades que aqui viveram há mais de 4.000 anos.

A iniciativa prosseguiu com a apresentação do catálogo da exposição AMOSTRA, atualmente patente na Paços – Galeria Municipal de Torres Vedras.

Partindo do Castro do Zambujal como território de inspiração e investigação, os artistas Fernanda Baptista, José Séneca, Luísa Baeta, Madalena Caramelo, Mariana Fernandes, Richard Câmara e Sandra Casaca propõem novas leituras sobre a paisagem, a memória e o património arqueológico. Através da instalação, do desenho, da escultura, do vídeo, do som e da fotografia, as obras estabelecem pontes entre o passado e o presente, refletindo sobre a forma como a herança arqueológica continua a moldar a nossa identidade coletiva.

Uma jornada que demonstrou como a arqueologia e a arte contemporânea podem dialogar, revelando novas formas de olhar e interpretar o território.

Contos invasores de histórias de terror13 de junho de 2026 | sábado | 21h30Nos píncaros do monte ergue-se um forte. Dent...
11/06/2026

Contos invasores de histórias de terror
13 de junho de 2026 | sábado | 21h30

Nos píncaros do monte ergue-se um forte. Dentro do forte há uma alfarrobeira. O vento sopra com força, a alfarrobeira dança, projetando no chão sombras de seres do passado. No abrigo da igreja, lemos a vida à luz das velas. Contos assustadores de arrepiar… se tens medo, NÃO fiques em casa!

Local: Centro de Interpretação das Linhas de Torres Vedras | Forte de S. Vicente
Destinatários: 5 aos 12 anos (famílias)

Dinamização: Papão de Contos e Tânia Clímaco
Informações: 261 320 754 | Inscrições: [email protected]

Atividade Gratuita
Lotação: 10 famílias (1 criança acompanhada por 1 adulto)

📍 Castro do Zambujal recebe selo oficial de candidatura às Novas 7 Maravilhas de Portugal A Câmara Municipal de Torres V...
10/06/2026

📍 Castro do Zambujal recebe selo oficial de candidatura às Novas 7 Maravilhas de Portugal

A Câmara Municipal de Torres Vedras candidatou o Castro do Zambujal, na categoria História, às Novas 7 Maravilhas de Portugal, reforçando o reconhecimento nacional de um dos mais importantes povoados fortificados pré-históricos existentes na Península Ibérica.

Uma candidatura que celebra e reforça a identidade de Torres Vedras e convida todos a apoiar este património único, com mais de 5000 anos de história.

📍 Castro do Zambujal recebe selo oficial de candidatura às Novas 7 Maravilhas de Portugal

A Câmara Municipal de Torres Vedras candidatou o Castro do Zambujal, na categoria História, às Novas 7 Maravilhas de Portugal, reforçando o reconhecimento nacional de um dos mais importantes povoados fortificados pré-históricos existentes na Península Ibérica.

Uma candidatura que celebra e reforça a identidade de Torres Vedras e convida todos a apoiar este património único, com mais de 5000 anos de história.

O Centro de Documentação do MMLT destaca…A Micrologia Camoniana, de João Franco Barreto, uma obra de grande interesse nã...
08/06/2026

O Centro de Documentação do MMLT destaca…

A Micrologia Camoniana, de João Franco Barreto, uma obra de grande interesse não apenas para os estudos camonianos, mas também para a história da crítica literária, da filologia e da cultura erudita portuguesa dos séculos XVII e XVIII.

Escrita no século XVII (estava pronta para impressão em 1672), a obra apresenta-se como uma extensa explicação dos nomes próprios, referências históricas, mitológicas, geográficas e passagens consideradas obscuras presentes em Os Lusíadas e na poesia lírica de Luis de Camões. Na prática, funciona como uma espécie de enciclopédia ou glossário camoniano, destinada a auxiliar a compreensão da obra do poeta.

A edição atualmente mais conhecida foi publicada apenas em 1982, numa coedição da Biblioteca Nacional e da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, a partir do manuscrito conservado na Biblioteca Nacional. Essa edição inclui estudos introdutórios, prefácio de Aníbal Pinto de Castro e a atualização da ortografia, tornando acessível um texto fundamental para os estudos camonianos.

Nº Reg: MM2240
Cotas: 82.04 BAR

Consulte o catálogo do Centro de Documentação MMLT aqui: https://biblioteca.cm-tvedras.pt/Opac/Pages/Help/Start.aspx
Mais Informações: [email protected]

Em reservaHoje damos a conhecer um alfinete de cabeça postiça em osso (MMLT.006751). Foi recolhido no sítio arqueológico...
04/06/2026

Em reserva

Hoje damos a conhecer um alfinete de cabeça postiça em osso (MMLT.006751). Foi recolhido no sítio arqueológico da Cova da Moura (CNS: 4008), na freguesia de Santa Maria, São Pedro e Matacães. O local foi descoberto em 1932 durante os trabalhos de uma pedreira, tendo sido intervencionado por Leonel Trindade e Aurélio Ricardo Belo ainda na mesma década. Foi identificada uma ocupação contínua da gruta como necrópole, desde o Neolítico Final até ao final da Idade do Bronze.

O aparecimento deste tipo de adornos em contextos funerários é comum, podendo ter sido usado como objeto de adorno pessoal, aplicado no vestuário ou no cabelo.
Este artefacto pertence ao espólio do Museu Municipal que permanece em reserva, nunca tendo sido exposto. Mede cerca de 10,7 cm de comprimento, tendo a cabeça 1,3 cm de diâmetro.

Descubra mais sobre os rituais funerários praticados durante a pré-história recente, visitando gratuitamente a exposição “Histórias do Zambujal: 50 anos do Instituto Arqueológico Alemão em Torres Vedras”, em permanência no Museu Municipal Leonel Trindade.

Endereço

Praça 25 De Abril
Torres Vedras
2560-286

Horário de Funcionamento

Terça-feira 10:00 - 13:00
14:00 - 18:00
Quarta-feira 10:00 - 13:00
14:00 - 18:00
Quinta-feira 10:00 - 13:00
14:00 - 18:00
Sexta-feira 10:00 - 13:00
14:00 - 18:00
Sábado 10:00 - 13:00
14:00 - 18:00
Domingo 10:00 - 13:00
14:00 - 18:00

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