Desaparecimento de toda zona historica ribeira Barredo futuro
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e para todos amigos /as feecebok e moradores da ribeira barredo verem Desaparecimento Ribeira restaurada depois 25 Abril 1974 CRUAB
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Aqui f**a historia da renovaçao urbana da renovaçao e restauraçao da ribeira barredo e depois toda jona historica da cidade
Depois 25 abril foi preciso os moradores saírem da ribeira barredo para toda zona histórica ser restaurado e se nao saíssemos o barredo nunca seria restaurado e Nunca havia património da humanidade, e nem vinham milhões biliões da UNESCO mexico para restaurarem, toda zona para alguns políticos mais uma vez nos atraiçoar-arem e só traidores e mentirosos depois puseram la ricos a custa dos mais fracos e pobrezinhos. Acabaram com as origens do passado e para por pebes hotéis turismo para ganharem milhões
AQUI F**A TODA HISTORIA DO CRUARB NOS 1974 25 ABRIL A verdadeira exposição é a cidade Rita Siza 16 de Julho de 2000, 0:00 Partilhar notícia Há mais de 25 anos a recuperar ruas, casas e pessoas, o Comissariado para a Renovação Urbana da Área Ribeira-Barredo/Centro Histórico resolveu divulgar ao grande público as histórias, experiências e projectos que fazem o seu percurso. A partir de amanhã, no Mercado Ferreira Borges, poderá apreciar-se toda a documentação que atesta o funcionamento desta instituição, que nasceu sob a alçada do Governo e hoje é um dos mais importantes serviços municipais. Mas melhor do que ver os planos e as fotografias, é a visita à cidade o melhor presente para as bodas de prata.
O Mercado Ferreira Borges, no Porto, abre amanhã as suas portas a uma exposição retrospectiva dos 25 anos de vida e de trabalho do Comissariado para a Renovação Urbana da Área Ribeira-Barredo/Centro Histórico (CRUARB/CH). Os mais curiosos, todavia, podem começar a partir de hoje a conhecer o conteúdo da exposição. É que a verdadeira mostra não se encontra fechada naquele recinto, também ele um exemplo da prática reabilitadora da instituição; antes se encontra um pouco em cada rua, cada edifício ou cada morador alcançado por este projecto. "A exposição é a cidade. A verdadeira exposição é vir cá para fora ver", explica o director do CRUARB/CH, Rui Loza. Nascido oficialmente em 1975 como um comissariado do Governo, o CRUARB - na altura com uma actividade limitada à Ribeira/Barredo - passou para a alçada municipal em1980 e abriu as fronteiras da sua intervenção a todo o chamado centro histórico, delimitado, genericamente, pelo perímetro da antiga muralha fernandina. Para quem percorre o centro histórico, da Alfândega até à Sé, passando pelo cubo da Ribeira, o resultado do seu trabalho não ilude nem os mais distraídos. Ao mesmo tempo, persistem outras zonas, das quais a freguesia da Vitória é o exemplo mais gritante, à espera da sua vez. E há, também, quem resista a "espreitar" a imensa revolução que alterou por completo a paisagem urbana do miolo do centro histórico. "Há muita gente que desconhece esta zona da cidade. Há efectivamente um mundo escondido no Porto!", observa Rui Loza. Um mundo com a "patine" dos séculos, com o cheiro da tinta fresca dos prédios remodelados e com o palavreado gingão dos moradores tipicamente tripeiros - "Tudo isto faz parte dos nossos ingredientes do paladar", diz Loza. Este novo mundo, calcorreado incessantemente por intrépidos turistas - "Dentro da sua inocência passeiam de um lado ao outro da Sé, gostam muito e não lhes acontece mal nenhum!" -, revela-se nesta mostra, nos traços negros dos seus mais dramáticos momentos, nos riscos rigorosos dos projectos de arquitectura e nas fotografias dos seus sucessos materializados em belos edifícios, com roupa estendida que esvoaça por debaixo dos caixilhos de madeira.Um sucesso que não é, ainda assim, imaculado. Todos reconhecem que há muito a fazer. Mas se no que diz respeito à falta de equipamentos desportivos ou sociais, ao arranjo do espaço público ou aos realojamentos, o projecto vai avançando à medida que sejam disponibilizadas as verbas, permanece um fino e rendilhado trabalho social que se depara, hoje, com problemas bem diferentes dos do arranque do CRUARB/CH. O desemprego, a marginalidade, oelevado índice de abandono escolar e de mães adolescentes, a Sida ou o isolamento em que vivem os idosos - tudo isto clama, também, por soluções.Mais vocacionado para a intervenção física , o trabalho do CRUARB/CH está dividido em 16 operações de reabilitação específ**as, espalhadas pelas quatro freguesias do centro histórico - Sé, S. Nicolau, Vitória e Miragaia. "Dentro de cada freguesia há áreas com características próprias", explica Loza. Na teoria, estas 16 operações - Massarelos, Alfândega, Ribeira/Barredo, Guindais, Fontaínhas, Duque de Loulé, Avenida da Ponte, Bairro da Sé, S. Nicolau, Frente de Miragaia, Alta de Miragaia, Vitória, Flores/Mouzinho, Cordoaria, Baixa e Batalha - deveriam corresponder a outros tantos gabinetes locais semelhantes ao que foi instalado na Sé e denominado Projecto-Piloto do Bairro da Sé. "Uma equipa própria, um programa próprio, com um 'timing' bem definido, com um conjunto de acções bem hierarquizadas e com um financiamento garantido", explica Rui Loza. Para o bairro da Sé, o projecto piloto "foi um impulso muito grande", admite Rui Loza.A freguesia da Vitória é a mais séria candidata à montagem de um novo projecto-piloto. "No caso da Vitória, esta organização própria justif**a-se plenamente", sublinha o director do CRUARB/CH. "É uma área que representa praticamente o dobro do projecto-piloto da Sé, que estamos a estudar e já com algumas conclusões importantes sobre o estado de degradação, problemas do comércio, problemas habitacionais, sociais...", esclarece. Entretanto, outras zonas de intervenção do CRUARB/CH aproveitam de outros estímulos. Foi o caso da freguesia de Miragaia, beneficiada com a requalif**ação do espaço público a pretexto da realização da Cimeira Ibero-Americana no edifício da Alfândega, em 1998; será (está já a ser) o caso das zonas dos Guindais/Fontaínhas e Batalha, Avenida da Ponte, Baixa, Cordoaria e Flores/Mouzinho, que vão beneficiar dos investimentos da Sociedade Porto 2001, responsável pela Capital Europeia da Cultura. "Nós temos a nossa lógica própria de realojamentos, projectos de reabilitação, aquisições, expropriações. Não é certamente com o mesmo ritmo daqueles 'sprints' que se fazem para a Cimeira ou para 2001", compara Rui Loza. Nesta gíria, o CRUARB/CH assume-se como o corredor de fundo, o campeão da maratona. "Mas de vez em quando temos de acompanhar os 'sprinters'. Não podemos deixar de aproveitar todas as oportunidades de acelerar a operação", conclui.
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