30/05/2026
Já visitou a exposição 𝘼 𝘾𝙞𝙙𝙖𝙙𝙚 𝙈𝙤𝙧𝙩𝙖 (𝘾𝙤𝙢)𝙑𝙞𝙙𝙖 no 𝗖𝗲𝗻𝘁𝗿𝗼 𝗜𝗻𝘁𝗲𝗿𝗽𝗿𝗲𝘁𝗮𝘁𝗶𝘃𝗼 𝗱𝗼 𝗖𝗮𝘀𝘁𝗿𝗼 𝗱𝗲 𝗠𝗼𝗻𝘁𝗲 𝗠𝗼𝘇𝗶𝗻𝗵𝗼?
O Castro de Monte Mozinho convida à fruição da sua área arqueológica que, 𝗲𝗻𝘁𝗿𝗲 𝗼 𝗳𝗶𝗻𝗮𝗹 𝗱𝗼 𝘀𝗲́𝗰𝘂𝗹𝗼 𝗜 𝗮.𝗖. 𝗲 𝗼 𝗩 𝗱.𝗖., foi o lar de homens, mulheres e crianças cujas preocupações quotidianas, embora com realidades históricas distintas, não seriam muito diferentes das nossas: a subsistência e o conforto. 𝗗𝗼 𝘁𝗲𝗺𝗽𝗼 𝗲𝗺 𝗾𝘂𝗲 𝘃𝗶𝘃𝗲𝗿𝗮𝗺 𝗻𝗲𝘀𝘁𝗲 𝗽𝗼𝘃𝗼𝗮𝗱𝗼 𝗮𝗽𝗲𝗻𝗮𝘀 𝗻𝗼𝘀 𝗰𝗵𝗲𝗴𝗮𝗿𝗮𝗺 𝗮𝘀 𝗿𝘂𝗶́𝗻𝗮𝘀 𝗱𝗮𝘀 𝗵𝗮𝗯𝗶𝘁𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗲 𝗼𝘀 𝗼𝗯𝗷𝗲𝘁𝗼𝘀, 𝗶𝗻𝘁𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀 𝗼𝘂 𝗳𝗿𝗮𝗴𝗺𝗲𝗻𝘁𝗮𝗱𝗼𝘀, 𝗾𝘂𝗲 𝘂𝘀𝗮𝘃𝗮𝗺 𝗻𝗼 𝘀𝗲𝘂 𝗱𝗶𝗮-𝗮-𝗱𝗶𝗮.
Os recipientes de barro são os vestígios móveis que mais encontramos nas escavações. Alguns foram marcados pelos seus proprietários, com maior ou menor perfeição e acerto, de acordo com o conhecimento adquirido da nova língua, o latim, ou apenas com letras isoladas, em nexo ou um simples X, talvez firmando de 𝘤𝘳𝘶𝘻. Chamamos-lhes 𝘨𝘳𝘢𝘧𝘪𝘵𝘰𝘴, gravados com uma ponta afiada depois das peças cozidas, diferentes das marcas de oleiro, aplicadas no momento do fabrico, com a pasta fresca, que identificam o profissional ou a oficina e o local de produção. Estas são mais frequentes na terra 𝘴𝘪𝘨𝘪𝘭𝘭𝘢𝘵𝘢, cerâmica de boa qualidade, tipificada e produzida em série em lugares identificados, hoje em Itália, França, Espanha ou no Norte de África. Comercializada por todo o império romano, inspirou diversas imitações de fabrico local e regional.
⏰ Segunda a sexta-feira: 09h30 - 13h00 | 14h00 - 17h30
⏰ Sábado, domingo e feriado: 09h00 - 13h00 | 14h00 - 19h00
𝗘𝗻𝘁𝗿𝗮𝗱𝗮 𝗴𝗿𝗮𝘁𝘂𝗶𝘁𝗮