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Museus de Loures Os Museus de Loures têm por missão servir a sociedade, zelando pela conservação e salvaguarda dos patrimónios e preservando a memória coletiva.

🎃🧵 Manhãs em Família | Costura Assombrada 👻Entre linhas, agulhas e muita criatividade, tivemos uma manhã cheia de magia ...
14/10/2026

🎃🧵 Manhãs em Família | Costura Assombrada 👻

Entre linhas, agulhas e muita criatividade, tivemos uma manhã cheia de magia e diversão! 🧡

Nesta edição das Manhãs em Família, pusemos mãos à obra e costurámos uma bolsinha em forma de abóbora 🎃, perfeita para levarmos connosco na noite de Halloween, quando sairmos à aventura do famoso “Doçura ou Travessura!” 🍬👻

Um agradecimento muito especial aos nossos pequenos artistas, que encheram esta manhã de alegria, imaginação e muitas abóboras assustadoramente giras! 🧡

PAISAGENS COM HISTÓRIA “Bucelas com arinto e muito mais”No dia 10 de outubro, 34 amantes da nossa história, da natureza ...
14/10/2026

PAISAGENS COM HISTÓRIA “Bucelas com arinto e muito mais”

No dia 10 de outubro, 34 amantes da nossa história, da natureza e do arinto cumpriram sete quilómetros a pé, entre montes e vinhedos, ermidas, igrejas e quintas, numa volta circular que iniciou e terminou no Museu do Vinho e da Vinha de Bucelas, um dos herdeiros do legado histórico e patrimonial da tradição vitivinícola de Bucelas.

No final, brindou-se à saúde dos convivas com um belo néctar da região, animados pelo pulsar da Festa do Vinho e das Vindimas. 🥂🎉

Com o início do novo ano letivo, renovam-se também as oportunidades para promover hábitos de vida mais saudáveis e suste...
13/10/2026

Com o início do novo ano letivo, renovam-se também as oportunidades para promover hábitos de vida mais saudáveis e sustentáveis. Foi precisamente esse o propósito da atividade realizada no dia 27 de setembro, no Museu do Vinho e da Vinha, um momento especial dedicado à sensibilização e para a sustentabilidade, a ecologia e a valorização da identidade local. A iniciativa contou com a colaboração das técnicas da Biblioteca Municipal José Saramago.

Para assinalar o regresso às aulas de forma consciente e criativa, desafiámos as crianças e as suas famílias a recriar o s**o tradicional saloio (merendeira), confecionada a partir do reaproveitamento de retalhos de tecido.

Inspirado na sabedoria dos nossos antepassados, que valorizavam o aproveitamento dos recursos disponíveis no quotidiano rural, esta merendeira sustentável torna-se a companheira ideal para transportar diariamente um lanche saudável, como uma peça de fruta da época ou pão tradicional com manteiga. Desta forma, reduz-se a utilização de embalagens de plástico descartáveis e incentivam-se hábitos de vida mais equilibrados e saudáveis desde os primeiros dias de escola.

Mais do que um simples s**o, esta merendeira é também um espaço de memórias e afetos. Nela ficarão guardadas recordações de momentos de partilha, de aprendizagem e de convívio, bem como saberes e práticas associados aos trabalhos tradicionais. A atividade contribuiu ainda para o fortalecimento dos laços familiares e para o enriquecimento das relações interpessoais, através da valorização do património cultural e da transmissão de conhecimentos entre gerações.

Em Destaque nos Museus de Loures 👀Ainda não sabe o que fazer este fim de semana? 👉 Consulte a programação completa e vej...
13/10/2026

Em Destaque nos Museus de Loures 👀

Ainda não sabe o que fazer este fim de semana?

👉 Consulte a programação completa e veja o que acontece nos Museus de Loures
https://shre.ink/TR9q

O mês de setembro começou de forma criativa no Museu do Vinho e da Vinha, que recebeu os seniores da Academia dos Sabere...
12/10/2026

O mês de setembro começou de forma criativa no Museu do Vinho e da Vinha, que recebeu os seniores da Academia dos Saberes, Polo de Bucelas, para o workshop de iniciação à cerâmica “Formas da Terra”.

Com as mãos na argila e muita imaginação, os participantes foram convidados a explorar a sua criatividade e a imprimir um toque pessoal às suas peças. Ao longo da atividade, conheceram diferentes tipos de barro e experimentaram ferramentas específicas da cerâmica, descobrindo novas técnicas para moldar e transformar a matéria prima.

Para além da vertente artística, o contacto com a argila contribuiu para o desenvolvimento da motricidade fina, da autonomia e da estimulação cognitiva, proporcionando uma experiência sensorial, criativa e enriquecedora.

As peças foram decoradas com engobes e serão posteriormente sujeitas aos processos de cozedura e vidragem, etapas fundamentais que lhes conferirão o acabamento final. No final, cada participante poderá levar consigo a sua criação, como recordação de uma experiência marcada pela aprendizagem, criatividade, partilha e convívio.

No dia 12 de setembro, realizou-se a última sessão integrada na 30.ª edição do programa Ciência Viva | verão 2026, promo...
12/10/2026

No dia 12 de setembro, realizou-se a última sessão integrada na 30.ª edição do programa Ciência Viva | verão 2026, promovido pelo Centro Ciência Viva - Pavilhão do Conhecimento. Dirigida a famílias, a iniciativa convidou os participantes a explorar o universo das uvas e do vinho, através de desafios científicos e experiências práticas, no Museu do Vinho e da Vinha, em Bucelas.

Ao longo da sessão, os participantes descobriram o papel dos polinizadores na produção e qualidade das uvas, compreenderam o processo de fermentação e ficaram a conhecer as principais diferenças entre os vinhos brancos e tintos. A atividade terminou com a elaboração de um postal artístico, utilizando como tinta o pigmento extraído da película da uva tinta.

Num segundo momento, participaram no ateliê “Há prova no museu: o sumo antes do vinho”, onde tiveram a oportunidade de vivenciar algumas etapas do processo vitivinícola, como o desengace manual e a utilização do cincho, extraindo sumo de uva de forma artesanal. A experiência terminou com a degustação do sumo natural, numa atividade que aliou saberes, tradições locais e descoberta sensorial.

Estas iniciativas proporcionam momentos de aprendizagem, convívio e descoberta, reforçando os laços familiares em torno da ciência, do património e das tradições ligadas à vinha e ao vinho.

Até à próxima!

📜 LIVRO DO MÊS no Centro de Documentação Camilo Alves 📜Memórias do Vinho de Maria João de Almeida e Paulo Laureano Livra...
11/10/2026

📜 LIVRO DO MÊS no Centro de Documentação Camilo Alves 📜

Memórias do Vinho de Maria João de Almeida e Paulo Laureano Livraria Civilização Editora, 2007

O livro Memórias do Vinho, escrito pela jornalista Maria João de Almeida e pelo enólogo Paulo Laureano, narra em pormenor a trajetória de vinte das mais emblemáticas propriedades e empresas produtoras de vinho em Portugal.

As Adegas Camilo Alves, fundadas em 1881 por João Camilo Alves, figuram no livro como uma das vinte casas históricas selecionadas para ilustrar a evolução do setor do vinho em Portugal.

O livro reconta a história detalhada da marca, desde as suas origens curiosas — quando João Camilo Alves, inicialmente barbeiro, começou a fornecer vinho aos seus clientes em Lisboa devido às suas excelentes relações com produtores locais — até à transformação da empresa num colosso empresarial.

Um dos maiores contributos do livro para a história desta empresa é a inclusão de fotografias antigas, rótulos históricos e documentos de arquivo inéditos, que ajudam o leitor a visualizar o impacto social e industrial que estas adegas tiveram em Portugal.

Hoje, a marca Camilo Alves integra o grupo Enoport Wines, mas o livro Memórias do Vinho funciona como o guardião da herança que deu origem a todo este legado vitivinícola.

✅ Este e muitos outros livros para consulta no Centro de Documentação do Museu do Vinho e da Vinha – Bucelas

11/10/2026
Apontamentos do Contexto Cultural de Loures“Debates de Etnografia e Etnomusicologia”Em 1996, o Museu Municipal de Loures...
10/10/2026

Apontamentos do Contexto Cultural de Loures
“Debates de Etnografia e Etnomusicologia”

Em 1996, o Museu Municipal de Loures, realçou uma vez mais a riqueza de um património assente na diversidade Cultural, respeitando e procurando preservar a identidade, o diálogo, as raízes e a comunidade deste concelho. Este foi o objetivo norteador da exposição de cariz etnográfico intercultural, intitulada “Pelas ruas e lugares de Loures”, com início a 19 de julho de 1996 e término a 16 de março de 1997.

No contexto desta exposição e durante a mesma, realizaram-se três debates no mês de fevereiro de 1997, para dar a conhecer um pouco mais sobre a região de Loures no cruzar dos tempos, povos e culturas que a marcam.

Constitui este apontamento, uma breve abordagem ao primeiro destes três debates que decorreu a 6 de fevereiro de 1997, subordinado ao tema “Debates de Etnografia e Etnomusicologia”, que contou com a participação de José Alberto Sardinha (Etnomusicólogo) e do Pe. Apolinário Guterres (Antropólogo).

Podemos encontrar no Boletim Cultural nº 12 de outubro de 1997, nas páginas 69 e 71, dois artigos da autoria dos ilustres participantes, correspondendo os mesmos a uma súmula da temática abordada no debate de 6 de fevereiro de 1997.

O artigo incluído na referida página 69, “Falando da Viola Portuguesa” de José Alberto Sardinha, fala-nos deste instrumento como um dos mais importantes da nossa tradição musical e de entretenimento das nossas gentes ao longo de séculos, e com possíveis ligações, a outros, de contextos geográficos mais distantes.

Refere ainda que, das violas portuguesas, a que lhe parece “(…) mais arcaica, pela forma, afinação e toque, é a campaniça, característica do Baixo Alentejo. Outrora comum a toda a província, está hoje circunscrita à região ocidental, nos concelhos de Odemira, Ourique e Castro Verde.(…)” (1997).

De seguida, na página 71 do mesmo Boletim Municipal, surge o artigo “Timor, O Canto e a Dança” da autoria do Pe. Apolinário Guterres, onde conclui que “Para os habitantes das aldeias timorenses as festas tradicionais são uma ocasião para demonstrar que ainda existem e partilham entre si a tradição dos antepassados, o que lhes assegura a vida social e familiar, e a transmitem culturalmente às gerações mais novas. A festa tradicional timorense, onde se realiza a tebe, tebedai e bidu, formas mais representativas da música e coreografia timorense, é um meio para estreitar os laços de parentesco e manter a coesão social do grupo. A festa é um símbolo da vida e o canto e a dança são a sua expressão festiva.” (1997)

Para um conhecimento mais abrangente sobre este projeto expositivo e os artigos acima referidos, resultantes do primeiro debate, destacamos as publicações “Pelas ruas e lugares de Loures” e “O Boletim Cultural nº 12 de outubro de 1997 (dossier Loures - DIÁLOGO DE CULTURAS)” ambas editadas pela Câmara Municipal de Loures, e disponíveis para consulta no Centro de Documentação Anselmo Braamcamp Freire – Museu Municipal de Loures – Quinta do Conventinho.

📸 “Etnomusicologias”. Conferência proferida pelos Doutores José Alberto Sardinha e Apolinário Guterres (6 de fevereiro de 1997); Boletim Cultural nº 12 de outubro de 1997, p.67
📸 Ourique: tocador de viola campaniça; Boletim Cultural nº 12 de outubro de 1997, p.70
📸 População do Knua, de Léber, numa ocasião festiva de receção, em pleno tebe, circulo da direita; e tebedai e bidu, circulo da esquerda. Foto de Apolinário Guterres, 1970; Boletim Cultural nº 12 de outubro de 1997, p.73

10/10/2026

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