28/08/2026
| 𝑴𝒖𝒔𝒆𝒖 𝒅𝒐 𝑷𝒊𝒄𝒐 𝒂𝒄𝒐𝒍𝒉𝒆 𝒂𝒑𝒓𝒆𝒔𝒆𝒏𝒕𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒅𝒐 𝒍𝒊𝒗𝒓𝒐 “𝑳𝒂𝒋𝒆𝒔”, 𝒅𝒆 𝑱𝒐𝒔𝒆́ 𝑴𝒂𝒏𝒖𝒆𝒍 𝑩𝒂𝒓𝒓𝒐𝒔𝒐 |
28 de agosto // 20h00
Museu dos Baleeiros // Lajes do Pico
| 𝑴𝒖𝒔𝒆𝒖 𝒅𝒐 𝑷𝒊𝒄𝒐 𝒂𝒄𝒐𝒍𝒉𝒆 𝒂𝒑𝒓𝒆𝒔𝒆𝒏𝒕𝒂𝒄̧𝒂̃𝒐 𝒅𝒐 𝒍𝒊𝒗𝒓𝒐 “𝑳𝒂𝒋𝒆𝒔”, 𝒅𝒆 𝑱𝒐𝒔𝒆́ 𝑴𝒂𝒏𝒖𝒆𝒍 𝑩𝒂𝒓𝒓𝒐𝒔𝒐 |
28 de agosto // 20h00
Museu dos Baleeiros // Lajes do Pico
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O Museu do Pico acolhe, no próximo dia 28 de agosto, pelas 20h00, no Auditório do Museu dos Baleeiros, nas Lajes do Pico, a apresentação do livro “Lajes”, de José Manuel Barroso, numa iniciativa da Câmara Municipal das Lajes do Pico, integrada no programa oficial da Semana dos Baleeiros 2026.
“Lajes” é o quarto livro de poesia de José Manuel Barroso, numa evocação íntima e geográf**a da vila homónima e da ilha do Pico, onde memória, paisagem e tempo se entrelaçam em gesto poético. Dividido em oito secções — “… E num declive o mar”, “Isso eu hei-de contar mais tarde”, “Fernão Álvares Evangelho”, “Lugares”, “E o corpo do tempo corre impetuoso”, “Fagulhas”, “Ossos” e “Dedicatórias” — o livro constrói um mapa lírico onde o mar, a história local e os corpos em trânsito se tornam matéria de escrita e de pertença. Entre o íntimo e o coletivo, Barroso convoca vozes, lugares e fragmentos que resistem ao esquecimento, compondo uma cartografia poética de raízes e deslocamentos.
A apresentação do livro estará a cargo de Pedro Gomes.
José Manuel Barroso (Lajes do Pico) destacou-se como jornalista, sobretudo nas áreas de política e história, tendo trabalhado em diversos jornais: República, Jornal Novo, Diário de Lisboa, Diário de Notícias, O Primeiro de Janeiro, Comércio do Funchal e O Jornal.
Foi diretor de O Primeiro de Janeiro e no Diário de Notícias foi editor executivo/ Porto, grande repórter, editor e diretor interino.
Dirigiu as agências noticiosas ANOP, NP e Lusa (da qual foi também presidente). Ganhou o Grande Prémio de Jornalismo do Clube Português de Imprensa.
Serviu na Guiné, como capitão miliciano, tendo sido assessor de comunicação do general António de Spínola. Foi membro do Movimento das Forças Armadas (MFA) e publicou um livro sobre a Revolução de 1974, «Segredos de Abril».
Foi condecorado pelo Presidente da República, em 2021, com o grau de Grande Oficial da Ordem da Liberdade. Escreve poesia desde abril de 2020, tendo publicado no final de 2022 um volume de poemas, «Se Ficares Conto-te o meu Sonho» (ed. Humus). Participou nos festivais de literatura do Douro, de Ovar e de Avis. Em 2024 ganhou o Prémio de Conto de Aveiro, Capital Portuguesa da Cultura.