Projeto Memória Viva - CMU

Projeto Memória Viva - CMU O Projeto Memória Viva é direcionado para pesquisa e divulgação da história de Uberaba e do poder Legislativo do município.

Viva os 180 anos da primeira Câmara Municipal De Uberaba-MG!!
06/01/2017

Viva os 180 anos da primeira Câmara Municipal De Uberaba-MG!!

A instalação da primeira Câmara Municipal na cidade de Uberaba completa 180 anos neste sábado, 7 de janeiro. Cerca de um ano antes, em 23 de fevereiro de 1836, uma lei provincial elevou o então…

ORLANDO FERREIRA (DOCA)Orlando Ferreira, conhecido popularmente como Doca, nasceu na cidade de Uberaba. Filho de Bento J...
21/11/2016

ORLANDO FERREIRA (DOCA)

Orlando Ferreira, conhecido popularmente como Doca, nasceu na cidade de Uberaba. Filho de Bento José Ferreira. Sem precisão exata quanto a sua data de nascimento, estima-se que Doca tenha nascido em Junho de 1887 ou em 26 de Julho de 1886, segundo sua certidão de batismo. No decorrer de sua vida, Doca estudou no Seminário Episcopal, foi mascate de gado, jornalista, escritor e até mesmo inspetor de ensino do Estado de Minas Gerais. Descrito como um homem de baixa estatura, com um crânio avantajado, cabelos grisalhos, costumava se vestir com um terno de brim caqui e uma camisa de colarinho abotoado até em cima, nos pés usava botinas sem meias. Orlando Ferreira, era tido como uma pessoa de altíssima inteligência, um ótimo escritor, deixando para trás diversas obras, escritas e publicadas. Essa produção intelectual é polêmica e datada, por que se encontra vinculada às suas origens e motivações do seu tempo, porém isso não tira seu valor documental e histórico, tanto quanto analítico e judicativo. Orlando Ferreira faleceu em Outubro de 1957, um homem que provocou terremotos verbais que até hoje repercutem.

A FORMAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO EM MINAS-GERAIS Na foto abaixo, podemos observar a inauguração do primeiro ponto de energia...
27/10/2016

A FORMAÇÃO DO SETOR ELÉTRICO EM MINAS-GERAIS

Na foto abaixo, podemos observar a inauguração do primeiro ponto de energia elétrica, instalado na cidade de Uberaba em 1905. Os serviços de energia elétrica foram organizados no Brasil a partir do final do século XIX sob a forma de sistemas isolados e independentes, atendendo preferencialmente aos maiores centros urbanos. Devido à escassez de reservas carboníferas de boa qualidade, as fontes de geração hidrelétrica logo despontaram como principal opção para a produção de eletricidade. As experiências pioneiras com geração de energia elétrica ocorreram ainda na época do Império, sendo contemporâneas, portanto, das aplicações iniciais dessa nova forma de energia nos Estados Unidos e na Europa. Em 1883, entrou em operação a primeira usina hidrelétrica brasileira, no município de Diamantina, na então província de Minas Gerais. Localizada no ribeirão do Inferno, afluente do rio Jequitinhonha, a usina possuía duas máquinas de corrente contínua (dínamos Gramme), com 4 e 8 HP de potência. A usina de Ribeirão do Inferno foi instalada com finalidade de movimentar duas bombas de desmonte hidráulico de terreno diamantífero. Sua energia era levada até as bombas que extraíam o cascalho da mina por uma linha de transmissão com dois quilômetros de extensão. O segundo aproveitamento hidrelétrico de Minas e do país foi realizado pela Companhia Fiação e Tecidos São Silvestre para fornecimento de energia à fábrica desta empresa em Viçosa. Situada no rio Turvo Sujo, a usina entrou em funcionamento em 1885 e permaneceu em operação durante longo período. De acordo com o recenseamento de 1920, o aproveitamento contava com 150 HP de potência. Em 1887, a Compagnie des Mines d’Or du Faria inaugurou a hidrelétrica de Ribeirão dos Macacos, em Nova Lima. Dispondo de dois dínamos Gramme de 25 HP de potência unitária, acionados por uma roda-d’água, esse aproveitamento permitiu a utilização de energia elétrica nas atividades de extração de ouro na mina de Faria, bem como a iluminação elétrica das casas de trabalhadores e funcionários da empresa. Em 1889, entrou em operação em Juiz de Fora a usina de Marmelos Zero, primeira hidrelétrica da América Latina a fornecer energia para serviços de iluminação pública e particular. A usina foi idealizada pelo industrial Bernardo Mascarenhas, um dos pioneiros do setor têxtil em Minas. Os serviços de eletricidade, viação e telefones da capital foram arrendados por uma empresa privada, a Companhia de Eletricidade e Viação Urbana de Minas Gerais, organizada pelo engenheiro Sampaio Corrêa. Esta companhia tornou-se também concessionária dos serviços de energia elétrica de Santa Bárbara em 1914, assumindo o controle da usina de Peti, construída no início do século por uma mineradora estrangeira. Vale destacar que diversas empresas mineradoras atuantes em Minas investiram na autoprodução de energia elétrica, como, por exemplo, a inglesa The Saint John del Rey Mining Company. Em 1920, Minas era o estado brasileiro que reunia maior número de usinas e empresas de eletricidade, aparecendo em terceiro lugar quanto à potência instalada, com 42 mil kW.

Fonte:https://www.cemig.com.br/pt-br/a_cemig/nossos_negocios/usinas/Documents/livro_usinas.pdf

CASARÕES HISTÓRICOS DE UBERABA Construída em 1920 pelo engenheiro e arquiteto Servilio Finote, para ser residência do fa...
25/10/2016

CASARÕES HISTÓRICOS DE UBERABA

Construída em 1920 pelo engenheiro e arquiteto Servilio Finote, para ser residência do fazendeiro Coronel Manoel Rodrigues da Cunha. Mas, em 1934 foi vendida para Arthur Castro Cunha, sendo conhecida nos dias de hoje como "Solar Castro Cunha", que está localizado na praça Rui Barbosa, ao lado da Câmara Municipal de Uberaba. O Solar Castro Cunha, pode ser considerado como um marco da arquitetura da primeira metade do século XIX, produzido em Uberaba.

Fonte: Arquivo do Projeto Memória Viva - CMU

HÉLVIO FANTATOHélvio Fantato nasceu na cidade de Uberaba em 1920. Inicio os estudos na escola infantil dirigida pelo pro...
17/10/2016

HÉLVIO FANTATO

Hélvio Fantato nasceu na cidade de Uberaba em 1920. Inicio os estudos na escola infantil dirigida pelo professor Edite Novais França. Posteriormente, cursou a Escola de Comércio José Bonifácio, e em 1935 iniciou suas atividades no comércio, trabalhando com seu tio João Laterza, pai do filósofo Moacir Laterza. Hélvio Fantato trabalhou com o comércio durante toda sua vida, montou uma loja de materiais elétricos com seu primo Mozart Laterza, situada na Rua Artur Machado. Em 1942, Hélvio Fantato descobre o prazer da arte, e começa a exercer a atividade de pintor e escultor, nas horas vagas. Hélvio Fantato se caracterizou por sua simplicidade e despojamento, montou um estúdio situado na saída de Uberaba, perto da antiga estação Amoroso Costa, visto a necessidade de guardar e expor seus quadros e esculturas. Nesse refugio artístico, cultivou sua arte, e expandiu-a consideravelmente com dedicação a escultura. Hélvio Fantato veio a falecer em 1997.

De Sociedade Rural do Triângulo Mineiro - SRTM à Associação Brasileira dos Criadores de Zebu - ABCZNo ano de 1938, o Min...
27/09/2016

De Sociedade Rural do Triângulo Mineiro - SRTM à Associação Brasileira dos Criadores de Zebu - ABCZ

No ano de 1938, o Ministério da Agricultura deu a chancela para que a SRTM se tornasse a entidade responsável pelo registro genealógico das raças zebuínas de origem indiana no Brasil. Em 1941 aconteceu a criação de importantes departamentos, como: o Parque de Exposições Fernando Costa com a Primeira Exposição Nacional Agropecuária do Brasil Central; a Fazenda Experimental de Criação Getúlio Vargas, lembrando que ambas as conquistas foram articuladas pela SRTM junto ao Estado Novo.
Para a construção do Parque, a Prefeitura de Uberaba doou o terreno de 150.000 m², localizado no bairro São Benedito, e o governo investiu mais de mil contos de reis.
Anos mais tarde a SRTM se transformou em ABCZ - Associação Brasileira dos Criadores de Zebu. Desse modo, em 1977 o governo Federal autorizou a doação do Parque Fernando Costa à ABCZ, e no ano seguinte foi construída a sede oficial desta entidade no Parque.
Vale destacar que, a instituição preocupou-se em manter viva a história do gado Zebu na região, e no ano de 1984 inaugurou em suas dependências o Museu do Zebu Edilson Lamartine Mendes.
Além das exposições de gados, que acontecem todos os anos, a instituição promove diversos eventos, contando com a participação de criadores de gado do Brasil e do mundo.

24/10/1930 – Coluna Revolucionaria do PrataSegundo Sérgio Rubens de Araújo Torres, durante os 21 meses em que percorreu ...
16/09/2016

24/10/1930 – Coluna Revolucionaria do Prata

Segundo Sérgio Rubens de Araújo Torres, durante os 21 meses em que percorreu uma extensão de 25.000 km, através de 10 estados brasileiros, a 1ª Divisão Revolucionária foi duramente combatida pelo governo que mobilizou contra ela um vasto aparato militar composto por forças regulares do Exército, polícias militares de quinze estados, jagunços e cangaceiros.
Tendo ocupado, ao longo da marcha, mais de 500 cidades e vilas, os revolucionários encerraram a campanha, em fevereiro de 1927, cercados por uma aura de invencibilidade e prestígio que feriu de morte o poder da oligarquia cafeeira paulista. Esta conseguiria manter ainda, por mais alguns anos, o seu domínio sobre a vida nacional. Porém, a nova onda revolucionária que se ergueria em 1930, sob o comando de Getúlio Vargas, levaria de roldão o velho regime baseado na submissão aos interesses do imperialismo inglês, na política de valorização artificial do café - às custas do empobrecimento dos demais setores da sociedade - e na imposição de um sistema eleitoral notoriamente fraudulento.
A eclosão da primeira rebelião inspirada pelos ideais de voto secreto, ensino público, industrialização, direitos trabalhistas, independência econômica e moralidade administrativa ocorreria no Rio de Janeiro, em 1922.
A segunda onda revolucionária teria início em julho de 1924, quando as guarnições do Exército da capital paulista e parte do contingente da Polícia Militar, com o apoio da população civil, assumiram o controle da cidade. Ainda no mês de julho, as forças revolucionárias tomam Aracaju e Manaus, mas são sufocadas no mês seguinte.
Em São Paulo, após 22 dias de combates que culminaram num, devastador e indiscriminado bombardeio promovido pelos representantes da oligarquia contra a população da cidade, os revolucionários se retiram para o interior. Cruzando o estado, atingem o rio Paraná, de onde seguem para o sul, assumindo, no mês de setembro, o controle da faixa oeste do território paranaense, de Guaíra a Foz do Iguaçu. A 29 de outubro, revoltam-se as guarnições do Exército das cidades gaúchas de Santo Ângelo, São Luis Gonzaga das Missões, São Borja, Uruguaiana e Alegrete, em ação conjugada com as milícias dos generais maragatos Honório Lemes e Zeca Neto. Em abril de 1925, as forças revolucionárias gaúchas atingem Foz do Iguaçu, reunindo-se às forças paulistas.
Decidem então constituir a 1ª Divisão Revolucionária e prosseguir a luta cruzando uma faixa do território paraguaio, para atingir o estado do Mato Grosso, iniciando assim a Grande Marcha através dos sertões brasileiros. A 1ª Divisão Revolucionária tornou-se a Coluna Prestes, denominação que foi se afirmando com o passar dos anos.
Em meados de 1929, a candidatura de Getúlio Vargas, à sucessão de Washington Luís, deflagraria uma nova ofensiva revolucionária para libertar o país do domínio da oligarquia cafeeira paulista. A 1ª Divisão Revolucionária tornou-se a Coluna Prestes, denominação que foi se afirmando com o passar dos anos.
Em meados de 1929, a candidatura de Getúlio Vargas, à sucessão de Washington Luís, deflagraria uma nova ofensiva revolucionária para libertar o país do domínio da oligarquia cafeeira paulista. No dia 3 de setembro, chegava à cidade mineira de Uberaba a esquadrilha que decolara de São Paulo para arrasar os revolucionários no interior de Goiás. A força estava sob o comando do capitão Orton Hoover, aviador norte-americano que chefiava a missão instrutora da Polícia Militar de São Paulo. O capitão Hoover atendeu com satisfação o pedido das autoridades locais para a realização de um show aéreo, brindando a população daquela cidade com uma demonstração inequívoca da superioridade das forças governistas sobre os impertinentes rebeldes. O show foi um sucesso. A vida, porém, não se sentiria compelida a imitar a arte. Na saída de Uberaba, para a escala seguinte, um dos aviões caiu, morrendo a sua tripulação, composta pelos oficiais Pereira Lima e Edmundo Chantre. No dia 8 de setembro, antes de entrar em combate, caiu sobre a cidade goiana de Urutaí o avião pilotado pelo capitão Hoover. A aeronave carregava 15 bombas que não detonaram, mas produziram uma crise, na capital da República, pois a evidência de que o falecido oficial norte-americano se encontrava em missão de combate e não de instrução violava a ordem jurídica, expunha a diplomacia de Washington a uma situação delicada e criava conflitos de competências entre as autoridades civis e militares. A missão da esquadrilha foi cancelada e os três aviões restantes retornaram a São Paulo.
Desfalcado de sua força aérea, o coronel Pedro Dias dispusera as forças paulistas em duas linhas de defesa. A primeira estendida de São José do Duro a Porto Nacional, passando por Almas e Natividade. A segunda, mais ao sul, partia da cidade de Formosa, onde foi instalado o QG das forcas governistas, alongando-se pelo vale do Paranã, até a vila de Cavalcanti. Na foto abaixo, podemos observar um piquete da Coluna Prestes. A Coluna Revolucionaria do Prata, liderada pelo Tenente Atanagildo França, foi responsável pelo combate as forças governistas de Prata até o antigo Porto do Cemitério.

Igreja da CatedralEm outubro de 1827, o padre Leandro Rabelo Peixoto e Castro, escreve uma carta ao então presidente da ...
14/09/2016

Igreja da Catedral

Em outubro de 1827, o padre Leandro Rabelo Peixoto e Castro, escreve uma carta ao então presidente da província de Minas Gerais, José Teixeira de Vasconcelos, exaltando o Triângulo Mineiro, cuja repercussão provoca a migração de muitas famílias para a região. Devido ao grande fluxo de pessoas, em um momento onde a fé domina os espaços da vida pública, se da início a construção da Matriz de Uberaba, hoje chamada de Igreja da Catedral, situada na Praça Rui Barbosa. A Igreja da Catedral possui além das imagens de Santo Antônio e São Sebastião, feitas em alto-relevo, um relógio e dois sinos, um deles fundido Rio de Janeiro, oferecido pelo Capitão Manuel Rodrigues da Cunha, e outro fundido na própria cidade de Uberaba no ano de 1880. A inauguração do relógio da Catedral foi realizada em 20 de janeiro de 1874, dia da festa de São Sebastião. Na foto abaixo, tirada no ano de 1920, podemos observar a festa de inauguração da imagem de Cristo na Praça Rui Barbosa, com a Igreja da Catedral ao fundo.

Centenário da criação do Município de UberabaEm 22 de fevereiro de 1836, através da Lei provincial mineira nº 28, Uberab...
06/09/2016

Centenário da criação do Município de Uberaba

Em 22 de fevereiro de 1836, através da Lei provincial mineira nº 28, Uberaba é elevada de arraial a vila (município), recebendo o nome de “Vila de Santo Antônio de Uberaba”. Após a lei ser promulgada, o presidente da província de Minas Gerais, Antônio Costa Pinto, define o dia da eleição para vereadores em 20 de julho, determinando assim os detalhes restantes para a instalação da Câmara Municipal, na recente vila em estruturação. No dia 20 de dezembro, ocorre a posse do Capitão Domingos da Silva, primeiro presidente e agente executivo da Câmara Municipal de Uberaba. Obtendo a maior votação, f**a a cargo do Capitão Domingos, a convocação e posse dos demais vereadores. Em 2 de maio de 1856 é promulgada a Lei provincial mineira nº 759, onde a Vila de Santo Antônio de Uberaba, passa para a categoria de cidade, levando consigo apenas o nome de Uberaba. Nas fotos abaixo, podemos observar o primeiro prédio que serviu de Câmara Municipal para Uberaba em 1837. Em seguida uma foto de 1856 na cerimônia de comemoração do centenário da Câmara, onde podemos observar a falta do clássico monumento feito em homenagem ao Major Eustáquio. E por ultimo, uma foto de 2006, destacando o monumento citado anteriormente.

Vista parcial de Uberaba do ano de 1890Do lado esquerdo encontra-se a Igreja do Rosário e a direita a ladeira do Mercado...
06/09/2016

Vista parcial de Uberaba do ano de 1890

Do lado esquerdo encontra-se a Igreja do Rosário e a direita a ladeira do Mercado.

Fonte: Arquivo Projeto Memória Viva - CMU

Visita do Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek Em maio de 1951, recebíamos em nossa casa o então Presidente da Repúblic...
24/08/2016

Visita do Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek

Em maio de 1951, recebíamos em nossa casa o então Presidente da República Getúlio Vargas junto ao Governador de Minas Juscelino Kubitschek ao lado do Prefeito de Uberaba Dr. Antônio Próspero, Aleixo Vasques Molinar Presidente da Câmara Municipal de Uberaba, e demais autoridades públicas.

A foto abaixo é um registro do momento em que Getúlio Vargas e Juscelino desciam as escadas do Paço Municipal.

Boa tarde pessoal, passando pra divulgar mais um vídeo do Canal Memória Viva, hoje falando sobre a Escola Estadual Quint...
01/08/2016

Boa tarde pessoal, passando pra divulgar mais um vídeo do Canal Memória Viva, hoje falando sobre a Escola Estadual Quintiliano Jardim. Não se esqueçam de curtir e se inscrever no canal, até mais.

Vinheta produzida pelo Projeto Memória Viva, em parceria com a Tv Câmara de Uberaba

Endereço

Praça Rui Barbosa
Uberaba, MG
38010240

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:00
Terça-feira 08:00 - 17:00
Quarta-feira 08:00 - 17:00
Quinta-feira 08:00 - 17:00
Sexta-feira 08:00 - 17:00
Sábado 09:00 - 17:00
Domingo 09:00 - 17:00

Telefone

(34)3318-1761

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Projeto Memória Viva - CMU posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Museu

Envie uma mensagem para Projeto Memória Viva - CMU:

Compartilhar