Ecomuseu de Sepetiba

Ecomuseu de Sepetiba Espelho onde se revê e se descobre a própria imagem. Lugar de memória viva! O que é um Ecomuseu? João VI, D. Pedro I, D.
(206)

Qual a sua importância para a comunidade de Sepetiba/RJ?


“ECOMUSEU é uma ação museológica consciente da COMUNIDADE com o objetivo de desenvolver o TERRITÓRIO que habita, a partir da valorização da História Local e do PATRIMÔNIO (natural e cultural) nele existente.” (Ângelo, Carvalho e Louvise; 2005 - Ecomuseu de Santa Cruz-Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro). Sepetiba foi palco de importante

s acontecimentos durante as três principais fases da história do país: Brasil Colônia, império e república; povoado pelos corajosos índios Tamoios, foi aldeamento jesuítico, cenário da batalha naval contra os holandeses, sua baía e praias serviram de local de desembarque para o quinto do ouro, tráfico do mesmo, tráfico de escravos,de pau-brasil, cenário da luta dos corsários dentre outros muitos acontecimentos. Personagens históricos passaram pelo bairro de Sepetiba e navegaram pela baía reconhecendo sua beleza e tranqüilidade, como D. Leopoldina, José Bonifácio, o Visconde de Sepetiba, Jean Baptiste Debret dentre muitos outros; abrigou republicanos e anti-republicanos; foi cenário da tragédia ocorrida durante o período de transição Império/República: o fuzilamento dos marinheiros na ilha da pescaria (Ilha dos marinheiros) dentre muitos outros acontecimentos não disseminados ou com sua veracidade ainda não comprovada. Há indícios de que até mesmo os holandeses estiveram no local, além dos franceses é claro, que inclusive utilizaram a falta de monitoramento na Bahia de Sepetiba para invadirem a cidade, motivo pelo qual algum tempo depois D. João VI mandaria construir ali três fortes temendo uma outra invasão. Algumas áreas do bairro possivelmente já eram habitadas por índios antes mesmo da chegada do homem branco, a prova disso encontra-se no fato de existirem três sambaquis no bairro devidamente descritos e registrados por arqueólogos, para nos assegurar da veracidade de tal afirmação basta consultar o livro Pré-história do estado do Rio de Janeiro de Maria da Conceição Moraes Coutinho Beltrão de 1978, além disso existem alguns relatos de que foram construídos pelos jesuítas túneis para facilitar fugas, transportes etc. na região, o que poderia ter sido preservado no caso de confirmada a informação. Estes são apenas alguns dos fatos que colocam Sepetiba em notória evidencia histórica. Além da importância histórica Sepetiba ainda tem seus atributos naturais, por isso mesmo tantas personagens importantes na história do país encantaram-se com o lugar,além de artistas e naturalistas mas Sepetiba vem sendo vítima de um rápido processo de degradação há muitos anos, que vem se configurando desde o inicio do processo de crescimento da cidade, da indústria do Rio de Janeiro, enfim da expansão do capitalismo, a praia maravilhosa que era descrita em livros dos naturalistas e cientistas, pintada por artistas e da qual nossos avós tanto falavam em nada se parece hoje com as descrições que faziam dela. As obras do Atual de Itaguaí não estavam concluídas em meados do século XX mas o estrago ocasionado pela INGÁ, dentre outros problemas como o crescimento populacional desordenado etc. já era impressionante, áreas de vegetação já haviam sido devastadas para construção de casas a vegetação nativa característica da região desapareceu, a mistura de esgoto despejado nas praias sem tratamento, lixo de todo tipo, material químico dentre outros elementos maléficos para a saúde dos humanos e dos animais, da vida em geral já era rotina no inicio na década de 1990. A criação de um Ecomuseu em Sepetiba encaixa-se perfeitamente nas necessidades da comunidade e do meio ambiente da região, o Ecomuseu vai além da ecologia, seu conceito é muito mais complexo, o termo está ligado a numerosos outros conceitos como o de território, espaço como objeto de interpretação, sistema museográfico, instituição administrativa, reserva ambiental dentre outros, lugar de memória viva. Sepetiba é rica em histórias e memórias, havia no bairro diversos tipos de manifestações culturais, ocorriam saraus, cirandas, rodas de vários tipos, também há indícios da existência de um folclore local, mitos e lendas que eram contados para as crianças e que felizmente ainda perduram em alguns poucos discursos e relatos que precisam ser documentados e transmitidos para as futuras gerações. Segundo Thompson (1992) é por meio da história que as pessoas comuns procuram compreender as “revoluções” e mudanças por que passam em suas próprias vidas: transformações sociais, culturais, guerras, mudanças comportamentais, econômicas, mudanças tecnológicas, degradação ambiental etc. Através da história local, um bairro ou uma cidade procura um sentido para sua própria natureza em mudança, em constante transformação e assim estabelecem-se os vínculos, foi isso o que aconteceu com muitos moradores que não são o que se pode chamar de “naturais” de Sepetiba, mas através do conhecimento da história local, do relato de moradores antigos, de velhos pescadores aprenderam a respeitar e a amar o bairro e resolveram então reagir quanto a isso, publicando textos na internet, criando blogs, perfis e comunidades em sites de relacionamento e, finalmente após o contato com os representantes do NOPH e do Ecomuseu Quarteirão Cultural do Matadouro nós, moradores entendemos o significado de Ecomuseu e percebemos como a criação do nosso seria primordial para que não deixemos acabar com o pouco que ainda nos resta de nossa memória e de nossa história. Através das ações que vem ocorrendo na região a população local foi apresentada a sua história e “tomou de volta” suas memórias, coletando relatos dos moradores mais antigos, pesquisando em arquivos etc, e com a realização da Roda de Lembranças viabilizada pela I Jornada de Formação em Museologia Comunitária que nos colocou em contato direto com outras regiões do país que passaram por problemas semelhantes aos nossos, com o Ecomuseu Quarteirão Cultural do Matadouro, o NOPH e etc. , a nossa indignação foi transformada em ação e então partimos para a elaboração do projeto para o reconhecimento da comunidade como processo ecomuseológico. Do vínculo com o passado se extrai a força para a formação da identidade (Bosi, 2004), o que ocorria em Sepetiba era um conflito identitário grave e a ausência de vínculo dos moradores mais jovens para com seu bairro e através da orientação dada pelo Ecomuseu de Santa Cruz e pelo NOPH essa situação vem se transformando.De acordo com Pacano (2005), a memória enquanto reconstrução do passado no presente, ou enquanto determinações do passado sobre o presente, pode tanto “escravizar” como “libertar”; os moradores de Sepetiba haviam até então acomodado-se a uma visão central, à interpretação dominante da história nacional que sempre os excluiu e os esqueceu ou (manipulou os registros) e entenderam que era preciso criar um novo conhecimento que valorizasse seu território, seu bairro, sua “terra”, sua história e ainda não acreditavam em sua própria força para a transformação. O Ecomuseu deve ser uma expressão do homem e da natureza. Por isso, o objeto neste contexto não é apenas o homem ou o meio ambiente que o cerca, mas a relação que se dá entre os dois e todas as possíveis relações entre o homem e o Real que acontecem no território determinado.Este museu é uma expressão do tempo, quando a interpretação remonta desde o momento da aparição do homem dividindo-se através dos tempos pré-históricos e históricos para chegar no tempo do homem do presente. O Ecomuseu, em sua multiplicidade comunitária constitui-se de uma comunidade e um objetivo: o desenvolvimento desta comunidade. Devido a todo o processo de degradação ambiental famílias inteiras viram-se desamparadas economicamente, pois viviam da pesca, do turismo, e de todo o resto de atividades econômicas relacionadas com o meio ambiente, com a baía de Sepetiba.Com a degradação da baía o único meio de subsistência dessas famílias foi tirado, já não podiam viver da pesca, de seus bares e restaurantes que vendiam o famoso peixe frito de Sepetiba, o delicioso camarão etc., toda a comunidade era voltada para atividades relacionadas com o turismo e a pesca, conseqüentemente dependia das temporadas de veraneio, há uma necessidade imensa de resgatarmos a auto-estima desses homens e mulheres que se sentiram impotentes diante da drástica transformação que ocorreu em suas vidas. O Movimento Ecomuseu Sepetiba inicia uma luta para que a auto-estima dos moradores tão castigados com todo esse processo de degradação, com a precariedade e a exclusão social, cultural e econômica a que foram expostos voltem a sentir orgulho de si mesmos, de seu bairro, de sua história e de sua baía. O Ecomuseu ao labutar em favor do desenvolvimento da comunidade, deve levar em conta os problemas e questões colocadas em seu âmago tratando-os de maneira crítica analítica estimulando o processo de conscientização e a criatividade da população, para isso utilizando as informações do seu passado e presente para que ela venha a pensar o futuro de forma questionadora e esperançosa. Nas palavras de Odalice Priosti de acordo com a sua experiência no Ecomuseu de Santa Cruz o Ecomuseu “é um espaço de relações entre uma comunidade e seu ambiente natural e cultural, onde se desenvolve, através das ações de iniciativa comunitária, um processo gradativamente consciente e pedagógico de patrimonialização, apropriação e responsabilização dessa comunidade com a transmissão, cuidado e transformação do patrimônio comum e, conseqüentemente, com a criação do patrimônio do futuro. A partir dessa prática, a comunidade se conscientiza do seu papel e responsabilidade com o patrimônio, usando-o como um dos recursos para o desenvolvimento local. “Uma educação para a libertação e não para a dominação” plantar a semente, despertar o amor, o desejo de preservação e a conscientização dessas gerações é mister para o desenvolvimento da comunidade.

10/06/2026

🍀🌻💚Entre memórias, marés e encontros, o Ecomuseu de Sepetiba segue cumprindo uma de suas missões mais importantes: ouvir, registrar e valorizar as histórias de quem construiu a identidade do nosso território.

No início de um roteiro alternativo, realizado a partir da Ilha do Tatu — símbolo de Sepetiba e importante patrimônio arqueológico catalogado na obra Pré-História da Cidade do Rio de Janeiro , nós e os alunos e alunas do curso de biologia do CEDERJ tivemos a alegria e o privilégio de encontrar o senhor Roberto, antigo morador do bairro, ex-bombeiro salva-vidas e guardião de muitas memórias da nossa região.🍀🌻💚

Segundo relatos preservados pela tradição oral local, Roberto seria neto de Dona Luiza, personagem que possivelmente deu origem ao nome da atual Praia do Recôncavo. Histórias como essa atravessam gerações e ajudam a compreender não apenas os lugares, mas também as pessoas que lhes deram significado.🌻🍀💚

Em cada caminhada, cada conversa e cada lembrança compartilhada, reafirmamos que a memória vive nas pessoas. Ela está nos olhares, nas narrativas, nos afetos e nas experiências daqueles que testemunharam as transformações de Sepetiba ao longo do tempo.🌻💚🍀

Mais do que percorrer caminhos, o Ecomuseu de Sepetiba busca conectar passado, presente e futuro, valorizando o patrimônio cultural, histórico e humano do bairro. Porque preservar a memória é também preservar identidades, fortalecer pertencimentos e garantir que histórias como as do senhor Roberto continuem ecoando para as próximas gerações.💚🌻🍀

Nosso agradecimento por este encontro tão especial e por compartilhar conosco fragmentos de uma Sepetiba que ainda vive na lembrança de seus moradores.💚🌻🍀

💙 A memória é o nosso patrimônio mais precioso.
🌊 E enquanto houver quem conte suas histórias, Sepetiba continuará viva.





🌊💙  O Dia Mundial dos Oceanos foi celebrado ontem, 8 de junho. Mas sua importância não deve ser lembrada apenas em uma d...
09/06/2026

🌊💙 O Dia Mundial dos Oceanos foi celebrado ontem, 8 de junho. Mas sua importância não deve ser lembrada apenas em uma data. Todos os dias, nossas escolhas impactam diretamente os oceanos , seja pelo descarte inadequado de resíduos, pela poluição dos rios que deságuam no mar ou pela forma como nos relacionamos com os ecossistemas costeiros. Cuidar dos oceanos não é uma ação de um dia, mas um compromisso diário com o presente e o futuro da vida no planeta.

Quando pensamos nos oceanos, costumamos imaginar águas abertas, praias e horizontes infinitos. Mas a saúde do oceano começa muito antes da linha do mar.

Ela começa nos rios. Começa nos manguezais. Começa nos territórios que cuidamos — ou deixamos de cuidar.

Em Sepetiba, o avanço do mangue pela orla desperta debates, incômodos e diferentes percepções. No entanto, o manguezal é um dos ecossistemas mais importantes para a vida marinha. Ele funciona como berçário de inúmeras espécies, ajuda a proteger a costa, filtra poluentes e captura grandes quantidades de carbono, contribuindo para o enfrentamento das mudanças climáticas.

*Talvez a questão não seja perguntar se o mangue é bom ou ruim.*

Talvez a pergunta seja: o que as transformações do mangue revelam sobre a relação que construímos com a Baía de Sepetiba e com os oceanos?

Neste Dia Mundial dos Oceanos, o Ecomuseu de Sepetiba convida à reflexão: proteger os oceanos também significa compreender e valorizar os ecossistemas que lhes dão suporte.

🌿 O mangue não é apenas parte da paisagem.
🌊 Ele é parte da história, da biodiversidade e do futuro de Sepetiba.

Porque cuidar do oceano começa onde a terra encontra a água.

Sepetiba EducaçãoAmbiental MuseologiaSocial PatrimônioAmbiental Oceanos MeioAmbiente MemóriaDoTerritório

📸 Sepetiba: o tempo passa, a memória permanece.Entre falésias, ruas, praias e paisagens que atravessaram décadas, estas ...
08/06/2026

📸 Sepetiba: o tempo passa, a memória permanece.

Entre falésias, ruas, praias e paisagens que atravessaram décadas, estas imagens nos convidam a uma viagem pela história de Sepetiba. No encontro entre o ontem e o hoje, percebemos não apenas as transformações da paisagem, mas também a força da memória de um território construído por gerações.

A exposição "Antes e Depois de Sepetiba", idealizada pelo Ecomuseu de Sepetiba e registrada pelo olhar sensível de Glauco Vital, revela que cada fotografia guarda muito mais do que uma imagem: guarda histórias, afetos, modos de viver e de se relacionar com o lugar.
E se passaram 12 anos...
✨ O que mudou?
✨ O que resistiu ao tempo?
✨ O que precisamos preservar para as próximas gerações?

Deslize as fotos, compare os cenários e compartilhe conosco suas lembranças. Afinal, conhecer a história de Sepetiba é também fortalecer sua identidade e seu futuro.

Porque preservar a memória é uma forma de cuidar do território.

PatrimônioCultural MuseologiaSocial Território RioDeJaneiro GlaucoVital MemóriaTerritorial BaíaDeSepetiba SepetibaTemHistória

📸 Sepetiba: o tempo passa, a memória permanece.Entre falésias, ruas, praias e paisagens que atravessaram décadas, estas ...
08/06/2026

📸 Sepetiba: o tempo passa, a memória permanece.

Entre falésias, ruas, praias e paisagens que atravessaram décadas, estas imagens nos convidam a uma viagem pela história de Sepetiba. No encontro entre o ontem e o hoje, percebemos não apenas as transformações da paisagem, mas também a força da memória de um território construído por gerações.

A exposição "Antes e Depois de Sepetiba", idealizada pelo Ecomuseu de Sepetiba e registrada pelo olhar sensível de Glauco Vital, revela que cada fotografia guarda muito mais do que uma imagem: guarda histórias, afetos, modos de viver e de se relacionar com o lugar.

✨ O que mudou?
✨ O que resistiu ao tempo?
✨ O que precisamos preservar para as próximas gerações?

Deslize as fotos, compare os cenários e compartilhe conosco suas lembranças. Afinal, conhecer a história de Sepetiba é também fortalecer sua identidade e seu futuro.

Porque preservar a memória é uma forma de cuidar do território.

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🌊🌱 O Ecomuseu de Sepetiba marcou presença no Dia de Oficinas promovido pela Pastoral da Ecologia Integral, fortalecendo ...
06/06/2026

🌊🌱 O Ecomuseu de Sepetiba marcou presença no Dia de Oficinas promovido pela Pastoral da Ecologia Integral, fortalecendo o diálogo entre educação, memória, território e cuidado com a vida.

Durante o evento, compartilhamos a atividade "Detetives da Baía – Ciência Cidadã em Ação", convidando participantes a observarem,investigarem e refletirem sobre os desafios e as potencialidades da Baía de Sepetiba a partir do olhar da própria comunidade. Também realizamos a distribuição de cartilhas educativas e apresentamos uma mini exposição de banners, levando ao público um pouco da trajetória, das pesquisas, das ações de educação patrimonial e do trabalho de preservação da memória desenvolvido pelo Ecomuseu ao longo de seus mais de 15 anos de existência.

Acreditamos que conhecer o território é um passo fundamental para transformá-lo. Cada conversa, cada troca de saberes e cada olhar atento sobre a nossa baía reforçam a importância da participação comunitária na construção de um futuro mais justo, sustentável e comprometido com a preservação do patrimônio natural e cultural.

✨ Agradecemos à Pastoral da Ecologia Integral pelo convite e a todos que passaram pelo nosso espaço, demonstrando que a ciência cidadã, a educação ambiental e a memória comunitária florescem quando construídas coletivamente.

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📚✨ CONEXÕES, ASAS E RAÍZES ✨📚Mais do que um livro, esta obra é um encontro de memórias, saberes, afetos e resistências.A...
05/06/2026

📚✨ CONEXÕES, ASAS E RAÍZES ✨📚

Mais do que um livro, esta obra é um encontro de memórias, saberes, afetos e resistências.

A coletânea "Conexões, Asas e Raízes: Ancestralidade, Representatividade e Resistência" reúne textos produzidos por pesquisadoras, pesquisadores, educadoras, lideranças comunitárias, estudantes e participantes dos Colóquios promovidos pelo Ecomuseu de Sepetiba ao longo de sua trajetória. É o resultado de um processo coletivo de construção de conhecimento que vem sendo cultivado desde 2015, fortalecendo diálogos entre território, memória, patrimônio, identidade, educação, cultura e justiça social.

Cada capítulo representa uma voz, uma experiência e uma reflexão que encontrou espaço para florescer nesses encontros. Juntos, os textos formam um mosaico de narrativas que reafirmam a importância da ancestralidade, da representatividade e da resistência como caminhos para compreender o presente e construir futuros mais justos e inclusivos.

Ao longo de mais de uma década de atuação, o Ecomuseu de Sepetiba tem se consolidado como um espaço de museologia social, valorização das memórias coletivas e fortalecimento dos vínculos entre comunidade, patrimônio e território. Esta publicação é também um registro dessa caminhada, marcada pela produção compartilhada de conhecimento e pelo compromisso com a preservação e a difusão das histórias que constituem nossa identidade.

Convidamos todas e todos para conhecerem esta importante obra e mergulharem nas reflexões, experiências e histórias que ela reúne.
*Link na Bio*

📖 Boa leitura!

Representatividade Resistência Sepetiba Território EducaçãoPatrimonial ConexõesAsasERaízes

💚🌻🍀Conhecer para preservar. Preservar para garantir o futuro.O Ecomuseu de Sepetiba, representado por Aline Barcellos, r...
01/06/2026

💚🌻🍀Conhecer para preservar. Preservar para garantir o futuro.

O Ecomuseu de Sepetiba, representado por Aline Barcellos, realizou uma roda de conversa com os responsáveis na Creche Municipal Meriluce de Oliveira Muller, abordando a importância da Baía de Sepetiba, um dos mais relevantes ecossistemas costeiros do estado do Rio de Janeiro, e os impactos do intenso processo de degradação ambiental que vem afetando suas águas, sua biodiversidade e as comunidades que dela dependem.🍀

Mais do que falar sobre problemas ambientais, o encontro foi um convite à reflexão sobre nosso papel na proteção do território e na construção de uma relação mais consciente e responsável com o meio ambiente.💚

Acreditamos que a educação ambiental é uma ferramenta poderosa de transformação social e que o diálogo com a comunidade é essencial para fortalecer o sentimento de pertencimento e defesa da Baía de Sepetiba.💚🌻🍀

Sepetiba TerritórioEIdentidade

🌿✨ Você conhece a verdadeira Sepetiba?Muito além das paisagens deslumbrantes, existe um território repleto de histórias,...
01/06/2026

🌿✨ Você conhece a verdadeira Sepetiba?

Muito além das paisagens deslumbrantes, existe um território repleto de histórias, memórias, saberes, cultura e resistência. E o Ecomuseu de Sepetiba convida você a viver essa experiência de perto!

Realizamos passeios de reconhecimento pelo território, revelando lugares, histórias e patrimônios que ajudam a compreender a riqueza de Sepetiba.

Também levamos nossas ações para escolas, comunidades e instituições por meio de exposições itinerantes, palestras, contação de histórias, atividades educativas e materiais pedagógicos exclusivos.

🌊 Venha conhecer Sepetiba com quem vive, pesquisa e preserva sua história!

📅 Agende seu grupo e embarque nessa experiência de descoberta, pertencimento e valorização do território.

💚 Conectar pessoas ao território é

cuidar da memória, da cultura e da vida.

Cultura Território Sepetiba TurismoDeBaseComunitária PatrimônioCultural HistóriaLocal EducaçãoAmbiental 🌿🏖️📖

Uma noite de reconhecimento, ancestralidade, afeto e resistência. ✨🌻Receber essa homenagem durante o 6º Encontro de Apet...
31/05/2026

Uma noite de reconhecimento, ancestralidade, afeto e resistência. ✨🌻

Receber essa homenagem durante o 6º Encontro de Apetebis, promovido pelo Centro de Cultura Afro Cubano Ifá Wade, foi uma experiência profundamente emocionante. Em um contexto em que a intolerância religiosa ainda persiste, reafirmar o respeito às diferentes crenças, tradições e espiritualidades é também defender a diversidade, a cultura e os direitos humanos.

Minha admiração à Etemi Flávia Costa, uma potência de Sepetiba, pela iniciativa de valorizar trajetórias, fortalecer mulheres e construir espaços de reconhecimento e pertencimento. Sua atuação reafirma algo que vemos diariamente nos territórios: as mulheres são a força motriz das comunidades, sustentando memórias, afetos, lutas e transformações.

Foi uma honra estar ao lado de tantas outras mulheres potentes homenageadas nesta noite tão especial. Agradeço imensamente pelo reconhecimento ao trabalho desenvolvido pelo Ecomuseu de Sepetiba e pela valorização de uma construção coletiva feita com compromisso, memória e amor pelo território.

Gratidão, Ifá Wade. Gratidão, Flávia Costa. Que sigamos fortalecendo nossas redes, nossas ancestralidades e nossas lutas. 🌻💛✨

Sem liga!!
31/05/2026

Sem liga!!

Endereço

Sepetiba, RJ

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quinta-feira 09:00 - 17:00
Sexta-feira 09:00 - 17:00
Sábado 09:00 - 17:00

Telefone

+15592658520

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