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O dia em q uma Surfista foi melhor q os surfistas
23/09/2026

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Sampa, a maior Surf City das AméricasPor Gabriel Davi PierinSão Paulo não tinha praia, mas a comunidade paulistana do su...
20/09/2026

Sampa, a maior Surf City das Américas

Por Gabriel Davi Pierin


São Paulo não tinha praia, mas a comunidade paulistana do surfe edificou duas praias com ondas perfeitas, encravadas na capital: a São Paulo Surf Club e a Beyond The Club. E no dia 14 de setembro, o Dia do Surf em São Paulo faz aniversário: 31 anos — uma lei pioneira que nasceu da paixão de quem sempre respirou essa cultura, mesmo no meio do asfalto.

Essa história começa com o paulistano Alberto Hiar. Nascido em 29 de abril de 1965 e criado em Heliópolis, ele é filho dos imigrantes libaneses Hanna e Jamile, que vieram para o Brasil tentar a vida com os outros quatro filhos. O contato com o mar veio nas idas para São Vicente, na casa de uma tia. Ali o oceano virou uma paixão.

Mesmo sem pegar onda na prática — vivendo o que chama de "surfe espiritual" —, Alberto não perdia um campeonato. Aos 15 anos, nas praias da Enseada e do Tombo, no Guarujá, o surfe virou algo real para ele. Depois vieram as viagens: ver a cena nos píeres de Huntington e Newport Beach, na Califórnia, encarar os tubos de Padang Padang dentro de um bote na Indonésia ou ver de perto uma craca de 5 metros em Pipeline, no Havaí, a bordo de um jet ski.

No comércio, ele abriu a Surf Combate e vivia em contato com os donos das marcas da época. O apelido "Turco Loco" veio dessa época, por causa de um comercial de TV em que ele jogava as roupas para o alto e dizia que o turco era louco.

A entrada na política veio pelo rock, pelo skate e pelo surfe. Querendo produzir um show do Sepultura e esbarrando em tanta burocracia, ele percebeu que precisava estar lá dentro para fazer as coisas acontecerem. Entrou na Câmara Municipal em 1992, eleito vereador com 10 mil votos e, em 1996, foi reeleito com 40 mil (seguindo depois para a Assembleia Legislativa em 1998 e 2002).

Na Câmara, enfrentou o preconceito da classe política por defender a contracultura. E quando decidiu propor o Dia do Surf, muitos debocharam por São Paulo não ter praia. Mas a ideia tinha fundamento: por sugestão de Diniz Iozzi, o Pardhal, que queria homenagear o santista Osmar Gonçalves - pioneiro do surfe no país -, nascido em 14 de setembro de 1922, Turco Loco correu atrás como interlocutor.

O resultado foi a promulgação da Lei Municipal nº 11.811/1995, a primeira do Brasil a oficializar o Dia do Surf. Anos depois, como deputado, ele ainda ajudou a fomentar os circuitos de base no estado, abrindo caminho para os campeões que viriam a seguir, e as feiras de surfe Beach Trade Show, organizadas pelo Claujones, que uniram São Paulo ao mundo do surf business mundial. Uma conquista de quem provou que o surfe é, acima de tudo, um estado de espírito.

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São Paulo não tinha praia, mas a comunidade paulistana do surfe edificou duas praias com ondas perfeitas, encravadas na ...
15/09/2026

São Paulo não tinha praia, mas a comunidade paulistana do surfe edificou duas praias com ondas perfeitas, encravadas na capital: a São Paulo Surf Club e a Beyond The Club. E no dia 14 de setembro, o Dia do Surf em São Paulo faz aniversário: 31 anos — uma lei pioneira que nasceu da paixão de quem sempre respirou essa cultura, mesmo no meio do asfalto.

A história completa está em nossa coluna de hoje, em A Tribuna.

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Buru e Mariola Surf ProductsPor Gabriel Davi PierinMarco Antônio Rocha Cordeiro, o Buru, nasceu em São Paulo, em 25 de m...
13/09/2026

Buru e Mariola Surf Products

Por Gabriel Davi Pierin


Marco Antônio Rocha Cordeiro, o Buru, nasceu em São Paulo, em 25 de maio de 1956, e cresceu no Largo do Arouche, no centro da cidade, ao lado do irmão Mario do Nascimento Cordeiro, o Mariola, quatro anos mais velho. Filhos de uma família de origem portuguesa — o pai, Mario do Nascimento Cordeiro, um imigrante português, ao Brasil após a Primeira Guerra Mundial, e a mãe, Wanda Rocha Cordeiro, neta de portugueses —, os irmãos tinham, apesar da vida urbana, uma relação próxima com o mar. Os pais viajavam frequentemente ao Rio de Janeiro e se hospedavam em Copacabana.

O surfe entrou em suas vidas em 1969, quando uma amiga presenteou Mariola com uma Paipo, pequena prancha destinada a ser usada como surfe de joelhos, trazida dos Estados Unidos. Aos 18 anos, Mariola começou a descer a serra para surfar e passou a levar o irmão, então com 14. Vieram depois um Glaspac MK3, emprestada.

Entre 1969 e 1970, Buru, Mariola e o amigo Denizar atravessaram a pé a praia da Enseada, no Guarujá, carregando o pesado Glaspac até Pernambuco, onde acamparam. Na bagagem, além do equipamento, estava um violão — companheiro das primeiras surf trips. A convivência com a turma que incorporava a cultura do surfe no Guarujá aproximou os irmãos de nomes como Thyola, Brito, Zé Roberto Rangel, Dragão, Cokinho e Flavinho La Barre, de quem adquiriu sua primeira prancha, em troca por um macacão Lee.

O espírito empreendedor nasceu da própria necessidade de continuar surfando. Excelente artista plástico, pintor, escultor e maquetista, Mariola começou a pintar à mão camisetas com motivos de Havaí e surfe, vendidas para a turma de São Paulo e do Rio. Como a importação de produtos estrangeiros era restrita, as camisetas encontraram mercado e ajudaram a financiar as viagens dos irmãos. Ao mesmo tempo, Buru passou a produzir cordinhas de látex. Em 1975/76, os dois criaram a Buru e Mariola Surf Products, segundo Buru, pioneiro na fabricação de cordinhas de surfe, vendendo em diversas lojas, inclusive nas pioneiras Terral, no bairro de Pinheiros, e na Franete, da Mooca.

A experiência levou Buru ao primeiro grande episódio da indústria brasileira de surfwear: Em 1978, associou-se a Sidney “Sidão” Tenucci. Inicialmente, os dois trabalharam com acessórios e equipamentos Lightning Bolt — cordinhas, capas de prancha, sacolas, skates e parafinas. As limitações existentes para prancha e vestuário, porém, levaram os sócios a procurar outro caminho.

Foi então que surgiu a Ocean Pacific, a OP. Buru e Sidão identificaram a marca em uma revista estrangeira, registraram Ocean Pacific Indústria e Comércio de Artigos Esportivos Ltda no Brasil e transformaram a empresa em uma das maiores responsáveis pela expansão do surfwear paulistano. A OP apostou em produtos inéditos, entre eles as famosas carteiras de nylon e as calças Bali.

Buru permaneceu como sócio até 1979/80. Em 1984, voltou a empreender ao lado de Mariola e do pai, criando a Captain Gull, marca genuinamente brasileira, inicialmente ligada à moda náutica. Com o slogan “Viemos do Mar para vestir Você”, a empresa saiu de uma pequena loja no Guarujá para chegar ao Shopping Iguatemi, em São Paulo, alcançando 11 filiais em apenas três anos. Em 1987, após a venda da Captain Gull, Buru encerrou sua trajetória empresarial no comércio do surfe.

O violão que acompanhava as primeiras viagens de Marco Buru e Mariola pelas praias do litoral brasileiro não foi apenas um companheiro de estrada. Anos depois, aquela paixão ganharia novos caminhos: Marco decidiu tornar-se músico profissional, abriu um estúdio em São Paulo e iniciou uma trajetória que o levaria a trabalhar com artistas importantes e a desenvolver sua própria carreira como compositor.

Hoje ele vive no Guarujá com sua esposa Rosana. Eles são pais de Janaína, Acauan e Thie. Seu irmão Mariola morreu no ano 2000.

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Marco Antônio Rocha Cordeiro, o Buru, nasceu em São Paulo, em 25 de maio de 1956, e cresceu no Largo do Arouche, no cent...
08/09/2026

Marco Antônio Rocha Cordeiro, o Buru, nasceu em São Paulo, em 25 de maio de 1956, e cresceu no Largo do Arouche, no centro da cidade, ao lado do irmão Mario do Nascimento Cordeiro, o Mariola, quatro anos mais velho.

A história dos irmãos Buru e Mariola está em nossa coluna de hoje, em A Tribuna.

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Marcelo Pardal, Campeão Paulista de 1969Por Gabriel Davi PierinNo verão de 1969, a Praia das Pitangueiras, no Guarujá, f...
06/09/2026

Marcelo Pardal, Campeão Paulista de 1969

Por Gabriel Davi Pierin


No verão de 1969, a Praia das Pitangueiras, no Guarujá, foi o palco de uma revolução no surfe estadual. O 3º Campeonato Paulista de Surfe, organizado pelo Clube da Orla, não foi apenas mais uma competição: foi o marco da chegada definitiva das mini models no litoral paulista, quando os longboards de 3,20m evoluíram para pranchas de 2,30m, chamadas mini models, transformando radicalmente o estilo de surfar da época.

Diferente dos antigos pranchões, as novas pranchas permitiam um aproveitamento de onda até então impensável, abrindo espaço para manobras rápidas, batidas agressivas e projeções precisas nos tubos. O mar, contudo, não facilitou a vida dos competidores. Com o litoral atingido por uma forte ressaca, o campeonato precisou ser adiado por duas vezes.

Apesar das condições severas, o evento bateu o recorde de inscritos da história do surfe paulista até então. Na categoria Sênior, Frigerio e Christian Frutig terminaram empatados na primeira colocação e José Paulo Sacramento na segunda. Já na categoria Júnior, o protagonismo foi do jovem de Santos: fazendo excelentes conexões de ondas com sua inovadora Cyro Surfboards, Marcelo Pardal deu um show de performance, dominando o mar e conquistando o 1º lugar ao lado de Dudu Argento.

O feito consagrou Pardal no cenário regional, mas a comemoração ainda traria um desfecho inusitado. Logo após a premiação, ainda com os pés na areia das Pitangueiras, um garoto de São Paulo ficou fascinado pela mini model campeã. De tanto insistir com o pai, o garoto fez uma oferta irrecusável: Marcelo vendeu a prancha na hora.

De volta a Santos com dinheiro no bolso, Pardal uniu forças com os amigos Miguel Cascata (Mike) e Toninho Tartaruga. Decididos a investir em novos equipamentos, o trio procurou Nelson, dono da fábrica de pranchas Morsa Surfboards, localizada na Rua Oswaldo Cruz, no Boqueirão, e adiantou uma quantia considerável para a confecção de novos blocos.

Naquele período, Mike, que prestava serviços para a oficina, conseguiu a receita da fórmula química para a expansão do poliuretano. A primeira tentativa de fabricação caseira parecia um desastre: sem a adição de gás, a mistura não reagiu. Quando introduziram o componente correto, a espuma subiu com tanta força que estufou a fôrma de madeira. Eles perceberam que tinham em mãos uma verdadeira mina de ouro — o segredo para produzir blocos de poliuretano, a matéria-prima para a fabricação de pranchas. O entusiasmo, porém, durou pouco. Em uma reviravolta amarga, o dono da fábrica desapareceu de um dia para o outro.

A pausa das praias duraria algum tempo. O garoto que ajudou a moldar a era das pranchinhas só retornaria ao surfe, movido pelo puro lazer e pelo amor ao oceano. Mais tarde, respeitado pela sua trajetória, retornaria ao cenário competitivo como um dos organizadores, ao lado de Nobregão, do clássico Campeonato Rock Point, nome inspirado na conhecida loja do Tica, situada no Shopping Parque Balneário. A competição, disputada nas praias de Guarujá, nos anos de 1978 e 1979, contou com o patrocínio da Gledson, uma marca de prestígio no universo da moda. O Tombo Boy, Paulo Rabello, um dos melhores surfistas brasileiros da história, sagrou-se bicampeão do torneio.

Marcelo Pardal, que é pai de Marcela e Bruna Guimarães, vive em Registro ao lado da companheira, Mara Nunes, onde mantêm um comércio pet, a Cão Brasil.

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Em Santos, segurança se constrói com integração, inovação e inteligência. Tecnologia e trabalho em equipe ajudam a preve...
03/09/2026

Em Santos, segurança se constrói com integração, inovação e inteligência. Tecnologia e trabalho em equipe ajudam a prevenir ocorrências, agilizar respostas e ampliar o cuidado com a cidade.

Há seis anos, o CCO integra Guarda Municipal, CET e Defesa Civil, com o apoio de mais de 3.500 câmeras. É um investimento contínuo em estrutura e inovação, mas, acima de tudo, nos profissionais que trabalham todos os dias para proteger a população.

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Marcelo Pardal deu um show de performance, dominando o mar e conquistando o 1º lugar ao lado de Dudu Argento.A história ...
01/09/2026

Marcelo Pardal deu um show de performance, dominando o mar e conquistando o 1º lugar ao lado de Dudu Argento.

A história completa dessa histórica conquista você confere em nossa coluna de hoje, em A Tribuna.

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Marcelo Pardal, do Canal 3Por Gabriel Davi PierinAntes de se tornar conhecido como Pardal – apelido dado pelo irmão mais...
30/08/2026

Marcelo Pardal, do Canal 3

Por Gabriel Davi Pierin


Antes de se tornar conhecido como Pardal – apelido dado pelo irmão mais velho, Gabriel Guimarães, o Bel - Marcelo era apenas mais um garoto apaixonado pelo mar. Nascido em 14 de outubro de 1952, no Hospital dos Ingleses, no Canal 3, em Santos, Marcelo Guimarães, filho do dentista Aristóteles Guimarães e de Nilza Pierry Guimarães, morou inicialmente na Rua Machado de Assis e, depois, na Galeão Carvalhal. Estudou no Anglo Americano, no Santista e no Colégio Canadá.

Foi no início de 1964 que sua relação com o surfe começou a mudar. Até então, ele e os amigos da praia utilizavam pequenas pranchas de madeira para pegar ondas de peito, o tradicional jacaré. Frequentando a faixa de areia em frente à Rua Jorge Tibiriçá, onde também se encontrava com colegas do Tênis Clube e da Galeria Ypiranga, Marcelo conheceu dois jovens que acabariam marcando seus primeiros passos no surfe: eram o Miguel Sealy e o Bruce Abrantes.

Os dois carregavam debaixo do braço uma prancha de madeirite artesanal, de compensado e com belo acabamento em verniz. Marcelo pediu para experimentar. Foi atendido, e ali foi o início do surfe para ele.

Naquele mesmo ano, a construção da nova sede do Clube XV, no Canal 3, transformou o entorno em território de brincadeiras da molecada. O cercamento da obra, feito com madeirite, acabou inspirando sua primeira prancha de surfe, uma madeirite pintada azul-turquesa. A experiência, porém, durou pouco. No final de 1964 surgiram as chamadas “caixas de fósforo”, pranchas ocas, com maior flutuação, que permitiam melhor aproveitamento das ondas.

Em meados de 1965, as pranchas revestidas em resina com fibra de vidro, mudaram novamente o cenário. No Canal 3 circulava uma prancha havaiana da marca Tiki, do Allan Torrecillas, além de algumas Glaspac produzidas em São Paulo. Já no Itararé, surfistas experimentavam modelos artesanais, enquanto, no Canal 1, o Jô Hirano também confeccionava suas próprias pranchas.

A busca por equipamentos mais modernos levou Marcelo ao Rio de Janeiro. Em uma viagem com o pai, conheceu a cena do Arpoador e, em uma roda de conversa, aproximou-se do grupo de surfistas, entre eles Carlos L’Astorina, o Mudinho. Foi ali que comprou sua primeira prancha de fibra de vidro: uma São Conrado de isopor, com 3,10 metros, de bordas pretas.

Alguns anos depois, em 1968, voltou ao Rio com o pai e Miguel Sealy, o Cascata, em um Karmann Ghia branco com teto solar. No Arpoador, adquiriu uma Harbour Surfboards. Naquele período, uma turma de cariocas também passou a frequentar Santos, entre eles Rico, Mudinho, Beto Loiro e Bochecha.

No 1º Campeonato Aberto do Ilha Porchat Clube, em 1968, Mudinho venceu a categoria Sênior, Carlos Argento, a Juvenil, e Rico de Souza, o Dentinho, a Infantil. Marcelo Pardal, ainda se adaptando à nova Harbour, terminou em oitavo.

Meses depois, no primeiro torneio de surfe realizado em Santos, no Canal 3, pelo Caiçara Clube, Pardal começava a mostrar que seu nome também entraria para a história. Na categoria Júnior, Carlinhos Argento venceu, Dudu Argento ficou em segundo e Marcelo Pardal, representante do Big Kahuna Surf Club, terminou em terceiro.

O ano ainda guardaria uma novidade. Em outra viagem ao Rio, no final de 1968, recebido pelo amigo Rico, Marcelo conheceu o shaper Cyro Beltrão, que trabalhava na Barra da Tijuca. Encomendou ali uma Cyro Surfboards que se tornaria uma das primeiras mini models utilizadas em Santos.

O garoto que começara no “jacaré” estava prestes a descobrir que as pranchinhas mudariam para sempre a maneira de surfar.

A sequência dessa história será contada na próxima coluna...

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A Prefeitura de Santos ampliou os serviços de coleta seletiva! Agora, com o aplicativo Conecta Terra Santos Ambiental, f...
27/08/2026

A Prefeitura de Santos ampliou os serviços de coleta seletiva! Agora, com o aplicativo Conecta Terra Santos Ambiental, ficou ainda mais fácil acompanhar as coletas e solicitar serviços como retirada de móveis, entulho e resíduos diretamente pelo celular.

É mais praticidade para a população e mais cuidado com a nossa cidade.

Baixe o app e saiba mais em santos.sp.gov.br.

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