Galeria Victor Hugo

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Galeria Victor Hugo Acreditamos na Arte em movimento e também na Arte como expressão do melhor da vida. Sediada em São Pa

14/08/2026

Yugo Mabe
Série Abstrata, 30 x 30 cm, 2025

Yugo Mabe nasceu em Lins, interior de São Paulo, em 1955, filho do pintor Manabu Mabe. Cresceu em contato direto com o ambiente que formou o abstracionismo nipo-brasileiro, convivendo desde cedo com o trabalho do pai e de nomes como Aldemir Martins, Arcangelo Ianelli, Tomie Ohtake e Tikashi Fukushima. Formou-se em comunicação pela FIAM em 1977, mas nunca exerceu a profissão de publicitário, seguindo direto para a pintura. Começou a expor em coletivas no início dos anos 1970 e foi premiado nos Salões Bunkyo em 1972 e 1975, e no Salão Paulista de Belas Artes em 1975 e 1982.

As quatro telas reunidas aqui seguem a mesma lógica compositiva. Cada uma isola um único gesto sobre um fundo de cor sólida, sem contorno ou modelagem, deixando a mancha carregar sozinha o peso da imagem. No fundo azul, o preto atravessa a tela como a silhueta de um pássaro em voo, com o vermelho escorrendo pela borda. No fundo laranja, o mesmo tipo de gesto sobe em diagonal, mais contido, quase geométrico. No fundo vermelho, o preto se abre em leque, tocado por turquesa e roxo nas extremidades. Em todas, pequenos pontos de uma segunda e terceira cor ancoram a base da composição, criando o contraponto que evita que a mancha principal domine sozinha o espaço. É o mesmo vocabulário gestual do informalismo que definiu a geração do pai, aqui reduzido a um formato pequeno e direto.

As quatro obras integram a produção mais recente do artista e estão disponíveis para aquisição individual no acervo da galeria.

Obras disponíveis no acervo da Galeria Victor Hugo. Para mais informações, entre em contato ou acesse o link na bio.

Nem todo artista relevante se torna um ativo de coleção. A diferença raramente está na fama que alcançou em vida, e sim ...
14/08/2026

Nem todo artista relevante se torna um ativo de coleção. A diferença raramente está na fama que alcançou em vida, e sim no que a obra continua provando muito depois de criada.

Aldemir Martins passou sete décadas voltando aos mesmos temas, os cangaceiros, os galos, a série de gatos coloridos que se tornou sua assinatura. Essa repetição, longe de ser limitação, criou o que o mercado chama de integridade de trajetória, a certeza de que uma obra comprada hoje pertence a um corpo de trabalho coerente e não a uma fase isolada do artista.

Roberto Burle Marx tem obra presente em coleções de museus pelo mundo e um sítio botânico inscrito como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Rubens Gerchman ajudou a organizar o boicote à Bienal Internacional de São Paulo em 1969, ao lado de nomes como Hélio Oiticica, um gesto que hoje faz parte da própria história da arte brasileira contada em museus e publicações de referência. Essa presença contínua funciona como um atestado de relevância, o tipo de reconhecimento que reduz o risco de um nome cair no esquecimento.

E há também o mercado secundário, onde a circulação da obra depois da venda inicial conta sua própria história. O painel Multidão, de Cláudio Tozzi, entrou na mostra The World Goes Pop, na Tate Modern, em Londres, décadas depois de ter sido pintado. Obras que seguem circulando e ganhando leitura nova com o tempo dão ao colecionador uma referência objetiva de valor, e é isso que aproxima arte de ativo com liquidez.

Depois vem a escassez controlada. Obras únicas e edições limitadas com critério mantêm uma produção sem inflação artificial. O que é raro e desejado tende a se valorizar, o que é abundante, não.

Construir uma coleção começa pela escolha de artistas com trajetórias consolidadas. O acervo da Galeria Victor Hugo reúne nomes que atravessaram décadas de relevância e permanecem ativos no mercado até hoje. Conheça as obras disponíveis pelo link da bio.

Yuli GesztiOptical ArteAcrílica sobre tela, 60 x 60 cmPainel de 4 telas de 30 x 30 cmAssinada no versoYuli Geszti nasceu...
14/08/2026

Yuli Geszti
Optical Arte
Acrílica sobre tela, 60 x 60 cm
Painel de 4 telas de 30 x 30 cm
Assinada no verso

Yuli Geszti nasceu na Hungria em 1953 e chegou ao Brasil ainda criança, em 1957. Desde então vive e trabalha no Rio de Janeiro, onde mantém seu ateliê. A partir de 1994 passou a se dedicar exclusivamente à pintura em acrílica sobre tela, construindo ao longo de décadas uma obra voltada para a Op Art, linguagem que explora os limites da percepção visual por meio de ilusão de volume, contraste cromático e a tensão entre figura e fundo.

Nesta obra, faixas curvas em diferentes tons de azul e branco se organizam em quatro telas de 30 x 30 cm que, reunidas, formam uma composição simétrica e expansiva. O padrão ondulado cria a sensação de que a superfície se move, que as formas se projetam para fora do plano. Não há ilusão acidental: cada faixa é calculada para direcionar o olhar, gerar profundidade onde existe apenas tinta sobre tela.

O trabalho de Yuli circula ao lado de nomes históricos da Op Art internacional como Victor Vasarely, Julio Le Parc e Carlos Cruz-Diez. Em décadas de produção, ela desenvolveu vocabulário próprio dentro dessa linguagem, com obras presentes em coleções particulares no Brasil e no exterior.

Obra disponível no acervo da Galeria Victor Hugo. Para mais informações, entre em contato ou acesse o link na bio.

Endereço

Rua Cardeal Arcoverde, 1285
São Paulo, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 22:00
Terça-feira 10:00 - 22:00
Quarta-feira 10:00 - 22:00
Quinta-feira 10:00 - 22:00
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Telefone

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