Passado Composto Século XX

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Passado Composto Século XX A Galeria Passado Composto Século XX, inaugurada por Graça Bueno em São Paulo em 2002, na Alameda

Em 2009, a exposição SEMPRE MODERNOS, realizada com a curadoria de Adélia Borges, marcou a disposição da galeria em focar seu acervo nos seus designers modernos favoritos: Joaquim Tenreiro, Sergio Sodrigues, Jorge Zalszupin e Jean Gillon, dentre muitos outros nomes importantes da sua coleção de designers brasileiros. Em 2012 a galeria Passado Composto Século XX comemora seu décimo aniversário com a realização da exposição Artistas da Tapeçaria Moderna e reafirma a paixão de sua diretora, Graça Bueno, pela nossa brasilidade moderna, artística e única , apresentando seu acervo, contando coleções particulares e apoios institucionais.De 18 de setembro a 17 de novembro, a galeria apresenta tapeçarias, estudos, cartões modelo, documentos e vídeos de Genaro de Carvalho, Jacques Douchez e Jean Gillon. A mostra tem curadoria de Alejandra Muñoz, arquiteta e professora de História de Arte da Escola de Belas Artes da Bahia (EBA/UFBA).

A Galeria Passado Composto Século XX apresenta constantemente novidades em seu acervo histórico de mobiliário moderno br...
16/10/2026

A Galeria Passado Composto Século XX apresenta constantemente novidades em seu acervo histórico de mobiliário moderno brasileiro, entre elas este raríssimo sofá de três lugares, modelo “Canapé”, criação do mestre Joaquim Tenreiro (Melo, Portugal, 1906 – São Paulo, Brasil, 1992).

Executado em jacarandá e palhinha, destaca-se pelas pernas e travessas de seção quadrada e pelo encosto levemente curvo, revelando a elegância e o refinamento característicos da obra do designer luso-brasileiro.

Um exemplar semelhante encontra-se reproduzido na página 115 do livro TENREIRO, publicado pela Editora ICATU.

Convidamos você a visitar nossa galeria, conhecer de perto a riqueza de nosso acervo histórico de arte e design moderno brasileiro e apreciar a exposição em cartaz “GENARO 100 ANOS – BORDANDO A BAHIA”, com curadoria de Denise Mattar, em homenagem ao centenário de nascimento de Genaro de Carvalho (1926–1971), artista baiano e um dos precursores da tapeçaria artística nacional.

A mostra reúne obras que exploram a diversidade de temas presentes em sua trajetória, revelando um universo poético de cores, formas e tramas profundamente conectado à natureza, à cultura e à brasilidade que singularizam sua produção artística.

Esperamos sua visita!

Galeria Passado Composto Século XX
Alameda Lorena, 1996 – Jardins – São Paulo

A presença da tapeçaria de Rubem Dario na SÃO ROMÃO Móveis, um dos endereços de referência do mobiliário e do design ...
13/10/2026

A presença da tapeçaria de Rubem Dario na SÃO ROMÃO Móveis, um dos endereços de referência do mobiliário e do design em Belo Horizonte, estabelece um diálogo entre a arte moderna brasileira e o mobiliário de autor.

Com sua intensa composição cromática, marcada por tons de roxo, magenta e linhas em movimento, a obra revela a linguagem singular do artista “mineiro-carioca”.

Essa presença em Minas Gerais ganha especial significado no contexto da recente exposição “Celebrar as Ruas”, na Casa Fiat de Cultura, que também contou com uma tapeçaria do artista, pertencente ao acervo da Passado Composto Século XX.

São encontros que contribuem para ampliar o reconhecimento da produção de Rubem Dario (1941–1978), cuja memória e obra a galeria vem pesquisando e resgatando nos últimos anos, em colaboração com seus familiares.

Um trabalho que teve como importante marco a retrospectiva “O Poeta das Cores”, realizada em 2024, e que segue revelando a relevância de sua contribuição para a história da tapeçaria moderna brasileira.

Em Aguapé, Jacques Douchez explora as possibilidades expressivas da tapeçaria por meio de uma composição abstrata, na qu...
10/10/2026

Em Aguapé, Jacques Douchez explora as possibilidades expressivas da tapeçaria por meio de uma composição abstrata, na qual formas sinuosas e campos de cores intensas ganham uma dimensão particular na trama da lã. Executada manualmente pelo Atelier Douchez-Nicola, a obra revela a liberdade pictórica que caracteriza a produção do artista.

Em 1969, Aguapé esteve entre as cinco obras de Douchez apresentadas no 1º Panorama da Arte Atual Brasileira, no MAM de São Paulo, em um período de importante afirmação da tapeçaria no cenário artístico nacional.

O retorno do MAM à sua sede, acompanhado de uma nova edição do Panorama, traz à memória essa participação histórica. Parte do acervo da Passado Composto Século XX, Aguapé permanece como um importante registro da contribuição de Jacques Douchez à tapeçaria moderna brasileira.

A tapeçaria A Mariposa Branca (c. 1968), de Genaro de Carvalho, integrou o 1º Panorama da Arte Atual Brasileira, realiza...
08/10/2026

A tapeçaria A Mariposa Branca (c. 1968), de Genaro de Carvalho, integrou o 1º Panorama da Arte Atual Brasileira, realizado em 1969 no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM).

Executada em lã, no tear manual de Nair de Carvalho, a obra tem origem em uma pintura homônima do artista, revelando o estreito diálogo entre pintura e tapeçaria que caracteriza sua produção. Na ocasião da exposição, Genaro doou ao MAM a pintura que deu origem à tapeçaria, hoje pertencente à coleção do museu.

Com o retorno do MAM à sua sede e a abertura de uma nova edição do Panorama da Arte Brasileira, revisitamos esse importante capítulo da história da arte nacional. A Mariposa Branca, preservada no acervo da Passado Composto Século XX, testemunha a relevância da tapeçaria na trajetória de Genaro de Carvalho e sua presença na história do museu.

Após um período de reforma, o MAM — Museu de Arte Moderna de São Paulo retorna ao seu edifício e celebra este reencontro...
06/10/2026

Após um período de reforma, o MAM — Museu de Arte Moderna de São Paulo retorna ao seu edifício e celebra este reencontro com o público com a abertura do Panorama da Arte Brasileira no MAM.

Esse momento nos convida também a olhar para a história e para as obras que ajudaram a construí-la.

Em 1969, o primeiro Panorama do MAM também marcou um momento de reabertura do Museu, após anos de fechamento, com a inauguração de sua nova sede no Parque Ibirapuera. É interessante perceber como, décadas depois, a história se reencontra: novamente o MAM abre suas portas para celebrar a arte e reafirmar seu lugar na vida cultural de São Paulo.

A Passado Composto Século XX, dedicada à pesquisa, ao resgate e à preservação da tapeçaria artística brasileira e da memória nacional, tem a honra de contar em seu acervo com três obras em tapeçaria que participaram daquela 1a edição do Panorama:

- Douchez
Yaundé, 1968
Aguapé, 1969

- Genaro de Carvalho
A Mariposa Branca, 1968

Três obras realizadas em um momento marcante da tapeçaria moderna brasileira, hoje preservadas como testemunhos de uma época e de uma importante passagem pela história do MAM de São Paulo.

Revisitá-las é reconhecer que a história da arte também se constrói pela permanência das obras, pela preservação da memória e pelos caminhos que atravessam o tempo.

Do Panorama de 1969 ao presente, a memória permanece.

01/10/2026

Felizes em colaborar através do parceiro Arquivo Brasília com a tapeçaria de Jean Gillon no ambiente de arquiteto.helioalbuquerque na CASACOR Brasília.

Tapeçaria em lã, sem título, tecida à mão na técnica Petit Point, com motivos abstratos em tons de vermelho, criada e assinada pelo artista e designer naturalizado brasileiro Jean Gillon (Iasi, Romênia 1919 - São Paulo, Brasil 2007).

Esta obra e seu estudo estão reproduzidos nos livros: ARTISTAS DA TAPEÇARIA MODERNA - editado pela nossa galeria PASSADO COMPOSTO SÉCULO XX em 2012, nas páginas 118 e 119 e no livro Jean Gillon: artista-designer, com organização da autora Graça Bueno e dos autores Enock Sacramento e Giancarlo Latorraca, publicado pela Editora Olhares, na p. 274.

A Galapagos Capital Art House, inaugurada em maio de 2026, está instalada dentro do complexo Boa Vista Village, da JHSF,...
24/09/2026

A Galapagos Capital Art House, inaugurada em maio de 2026, está instalada dentro do complexo Boa Vista Village, da JHSF, em Porto Feliz, como um novo espaço dedicado à arte e ao design. Com curadoria de Fernanda Ingletto, da 2 Art Lovers, referência no meio artístico, o espaço abriu seu calendário com uma programação de
exposições prevista até o final do ano, voltada aos moradores e visitantes do complexo.

“A reunião de obras de artistas que ganham evidência nos dias atuais nos permite refletir sobre os temas e formatos que permeiam a arte contemporânea hoje”, explica Fernanda Ingletto. Para a composição de suas mostras, a Art House conta com a
parceria de galerias e artistas de relevância no cenário artístico.

A Galeria Passado Composto Século XX foi convidada pela curadoria de Fernanda Ingletto a integrar essa seleção de arte e design, apresentando obras de seu acervo, entre elas a tapeçaria escultórica “Habanera II” (1980), de Jacques Douchez; um conjunto de cadeiras em jacarandá, de Jean Gillon, e a mesa Elipse, de Bruno Mathsson e Piet Hein, peças de design nacional e internacional da década de 1960.

Também integram a seleção as icônicas poltronas Jangada e Tijuca, reeditadas pela Passado Composto Século XX com autorização da família do autor Jean Gillon, reafirmando a atuação da galeria na preservação, valorização e continuidade da produção do artista.

Visitem a Galapagos Capital Art House, no Boa Vista Village!
Boa Vista Village
Curadoria Fernanda Ingletto

A exposição coletiva “Celebrar as Ruas”, que continua em cartaz na Casa Fiat de Cultura até 11 de outubro de 2026, reúne...
22/09/2026

A exposição coletiva “Celebrar as Ruas”, que continua em cartaz na Casa Fiat de Cultura até 11 de outubro de 2026, reúne diferentes expressões da arte e do design brasileiros, com curadoria de Peter Fassbender, Yuri Quevedo e Marcos Rozen, e curadoria de moda de Mercedes Tristão. A Passado Composto Século XX participa da mostra com uma obra em tapeçaria da década de 1970, com o tema de lua e paisagem, de Rubem Dario (1941–1978), artista cuja memória e produção a galeria vem pesquisando e resgatando nos últimos anos, em colaboração com seus familiares.

Esse trabalho de pesquisa teve entre seus importantes desdobramentos a retrospectiva “O Poeta das Cores”, promovida pela galeria entre abril e agosto de 2024, contribuindo para ampliar o reconhecimento e a projeção de Rubem Dario como um dos
importantes nomes da tapeçaria moderna brasileira.

Em diálogo com sua participação na Casa Fiat de Cultura, apresentamos um conjunto de obras em pintura sobre papel, da década de 1970, do artista, reunidas originalmente para
“O Poeta das Cores”. Em sintonia com o universo temático da peça selecionada para a mostra, essas obras revelam uma poética marcada pela presença da lua e pelas paisagens rurais e urbanas.

Embora esse seja um dos núcleos mais sensíveis de sua produção, o artista “mineiro-carioca” explorou uma ampla variedade de temas, entre eles a vegetação, o geometrismo e as relações entre natureza e máquina, desenvolvidos em diferentes técnicas e suportes, para além da tapeçaria.

Casa Fiat de Cultura – Belo Horizonte – MG

Visitem também a galeria:
Passado Composto Século XX
Alameda Lorena, 1996 - São Paulo - SP
Segunda a sexta: 10h às 19h
Sábados: 10h às 14h

21/09/2026

Entre as obras contemporâneas de Rodrigo Bueno apresentadas na vitrine da galeria que participaram da mostra Vozes da Jurema na SP-Arte Rotas 2026, a escultórica tapeçaria “Boiúna”, executada em técnica mista, ganha destaque. No texto abaixo, o artista compartilha a lenda que inspirou a obra e apresenta o universo de seu ateliê.

“Boiúna, a cobra grande amazônica, é a inspiração dessa obra tecida. A noite, o oculto, a indomável força das águas da criação. Uma narrativa ancestral sobre o que recentemente foi nomeado DNA, a serpente dos códigos genéticos que determinam as
características físicas de todas as formas de vida.

Mata Adentro é nome do ateliê, escola de Rodrigo Bueno, um laboratório de experimentação de linguagens artísticas, um espaço vivo dentro da cidade cimentada, uma rachadura. Um território-gira, ritmado no tempo espiralar, onde madeira, ferro, plantas são coletados como refugo, são transformados em instalações, esculturas, pinturas – obras/assentamentos, práticas educativas/terapêuticas.

Mata Adentro é um percurso artístico, uma prática convidativa à desconstrução da lógica do descarte, onde o envolvimento com o entorno produz objetos e ambientes dinâmicos, onde a semente anticolonial inspira o cultivo de um jardim interno, uma chama/chave transcendente entre o dentro e o fora, como expressões ancestrais que falam da continuidade da vida, do eixo que sustenta o todo, da cultura em constante movimento.”

RodrigoBueno Ateliê rodrigo bueno

Passado Composto Século XX
Alameda Lorena, 1996 - São Paulo - SP
Segunda a sexta: 10h às 19h
Sábados: 10h às 14h

Endereço

Alameda Lorena, 1996
São Paulo, SP
01424-002

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 19:00
Sexta-feira 10:00 - 19:00
Sábado 10:00 - 15:00

Telefone

+551130889128

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