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  | A Galeria Leme tem o prazer de anunciar a representação do artista paraense Luciano Maia. Nascido em Santarém em 198...
07/10/2026

| A Galeria Leme tem o prazer de anunciar a representação do artista paraense Luciano Maia. Nascido em Santarém em 1987 e formado em design de moda, Maia transita desde 2020 entre pintura sobre seda e tela, desenho, colagem e cerâmica esmaltada.

Sua pesquisa parte do imaginário amazônico — mitos, folclore e memórias e experiências pessoais — para tratar da psique, da identidade e dos modos como cada cultura elabora medos e desejos. Os fragmentos são elaborados para construir universos no qual o real e o imaginado se confundem, revelando tensões entre identidade, memória e o imaginário coletivo.

Em 2024, Maia apresentou a individual “Desejos guardados sob o rio”, no Paço das Artes, em São Paulo. Também participou de mostras no Centro Cultural da Juventude (SP), na M+B, em Los Angeles, na ORMA + Ipercubo, em Milão, e foi residente da DomoDamo (SP).

Deslize para conferir algumas de suas obras.

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| Galeria Leme is pleased to announce the representation of artist Luciano Maia. Born in Santarém (Pará) in 1987 and trained in fashion design, Maia has worked since 2020 across painting on silk and canvas, drawing, collage, and glazed ceramics.

His research draws on the Amazonian imaginary — myths, folklore, and personal memories and experiences — to address the psyche, identity, and the ways each culture processes its fears and desires. Fragments are assembled into universes in which the real and the imagined blur, revealing tensions between identity, memory, and the collective imaginary.

In 2024, Maia presented the solo exhibition “Desejos guardados sob o rio” at Paço das Artes in São Paulo. He has also shown work at Centro Cultural da Juventude (São Paulo), M+B in Los Angeles, and ORMA + Ipercubo in Milan, and was an artist in residence at DomoDamo (São Paulo).

Swipe to see a selection of his works.

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  | Desde os anos 1990, José Carlos Martinat desenvolve uma pesquisa que articula diferentes mídias como ferramentas de ...
29/09/2026

| Desde os anos 1990, José Carlos Martinat desenvolve uma pesquisa que articula diferentes mídias como ferramentas de investigação crítica sobre as dimensões políticas, sociais e econômicas do espaço urbano.

Essa abordagem esteve no centro de “Ejercícios Superficiales sobre Dispositivos de Deleite”, exposição apresentada na Galeria Leme em 2013. Na mostra, o artista peruano utilizou folhas de alumínio para moldar bustos, estátuas e monumentos espalhados pela cidade de São Paulo, criando reproduções que preservam as marcas e relevos das esculturas originais.

Ao usar a cidade como molde, Martinat transforma monumentos familiares em esculturas deslocadas de seu contexto original. No espaço da galeria, essas formas convidam o público a olhar novamente para aquilo que o cotidiano tornou invisível, revelando a paisagem urbana como um território de memória, poder e construção simbólica.

Confira a seguir imagens da mostra.

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| Since the 1990s, José Carlos Martinat has developed a body of research that brings together different media as tools for critically investigating the political, social, and economic dimensions of urban space.

This approach was at the center of “Ejercícios Superficiales sobre Dispositivos de Deleite,” an exhibition presented at Galeria Leme in 2013. In the show, the Peruvian artist used sheets of aluminum to mold busts, statues, and monuments scattered across the city of São Paulo, creating reproductions that preserve the marks and contours of the original sculptures.

By using the city itself as a mold, Martinat transforms familiar monuments into sculptures displaced from their original context. Within the gallery space, these forms invite viewers to look again at what everyday life has rendered invisible, revealing the urban landscape as a site of memory, power, and symbolic construction.

Check out images of works from the exhibition below.

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  | Há dez anos, o artista Beto Shwafaty concebeu a instalação site-specific “Matriz Fantasma (Velhas Estruturas, Novas ...
23/09/2026

| Há dez anos, o artista Beto Shwafaty concebeu a instalação site-specific “Matriz Fantasma (Velhas Estruturas, Novas Glórias)” para a quarta edição do projeto SITU, iniciativa curada por Bruno de Almeida e sediada na área externa da Galeria Leme.
A intervenção — um trapiche de madeira instalado no pátio, originalmente utilizado para moer cana — se transformou ao longo do período expositivo: começou ativada por um motor elétrico, ainda que de forma improdutiva; depois, foi desmontada e por fim retirada, deixando apenas som e vestígio. Por meio da obra, Shwafaty discute os vestígios coloniais que marcam a história do Butantã, bairro onde a galeria está localizada, tecendo uma crítica ao regime de posse da terra que, por dois séculos, determinou a urbanização desigual do país.

Essa mesma investigação artística sobre como o histórico, o econômico e o político se depositam nos objetos volta à Galeria Leme uma década depois, sob a forma da exposição individual “Controle | Corrosão | Dispersão”, que segue em cartaz até 11 de novembro. Deslize para conhecer a obra.

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| Ten years ago, artist Beto Shwafaty conceived the site-specific installation “Matriz Fantasma (Velhas Estruturas, Novas Glórias)” for the fourth edition of the SITU project, an initiative curated by Bruno de Almeida and hosted in the outdoor area of Galeria Leme.
The intervention — a wooden sugar mill installed in the courtyard — transformed over the course of the exhibition: it began activated by an electric motor, though unproductively; it was then disassembled and finally removed, leaving only sound and trace. Through the work, Shwafaty addresses the colonial legacy that marks the history of Butantã, the neighborhood where the gallery is located, weaving a critique of the land-ownership regime that, for two centuries, shaped the country’s unequal urbanization.
That same artistic inquiry into how the historical, the economic, and the political settle into objects returns to Galeria Leme a decade later, in the form of the solo exhibition “Controle | Corrosão | Dispersão”, on view through November 11. Swipe to see the work.

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  | A obra “El Mundo al Revés I”, da artista peruana Sandra Gamarra Heshiki, integra “Histórias latino-americanas”, most...
11/09/2026

| A obra “El Mundo al Revés I”, da artista peruana Sandra Gamarra Heshiki, integra “Histórias latino-americanas”, mostra que encerra a programação de 2026 do MASP, com curadoria de Amanda Carneiro e Julieta González.

No painel, pintado em óxido de ferro, Gamarra reproduz a obra colonial “Quadro de la Historia Natural, Civil y Geográfica del Reyno del Perú” (1799), que condensa informações sobre território, natureza e população do Peru. Sobre a pintura, a artista espalhou pallares, um tipo de feijão usado como oráculo por povos andinos, contrastando as formas europeias e indígenas de compreender território.

A obra integra o núcleo “Retórica do progresso”, que explora as promessas e contradições da urbanização e industrialização latino-americanas no século 20. Ao todo, “Histórias latino-americanas” reúne 148 artistas de 20 países, do período pré-colonial ao contemporâneo.

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| The work “El Mundo al Revés I,” by Peruvian artist Sandra Gamarra Heshiki, is part of “Histórias latino-americanas,” the exhibition that closes out MASP’s 2026 program, curated by Amanda Carneiro and Julieta González.

In the panel, painted with iron oxide, Gamarra reproduces the colonial-era work “Quadro de la Historia Natural, Civil y Geográfica del Reyno del Perú” (1799), that condenses information about the territory, nature, and population of Peru. Over the painting, the artist scattered pallares — a type of bean used as an oracle by Andean peoples — contrasting European and Indigenous ways of understanding territory.

The work is on view in the “Retórica do progresso” section, which explores the promises and contradictions of Latin American urbanization and industrialization in the 20th century. In total, “Histórias latino-americanas” brings together 148 artists from 20 countries, spanning the pre-colonial period to the present.

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Histórias latino-americanas
Até [until] 31.01.2027
MASP — Avenida Paulista, 1578, Bela Vista. São Paulo [Brazil]

Museu de Arte de São Paulo

09/09/2026

| Em cartaz na Galeria Leme, a exposição individual de Beto Shwafaty, “Controle | Corrosão | Dispersão”, reúne trabalhos inéditos, entre eles “Transferência e Significado” (2026), série de assemblages concebidas para a ocasião.

A série utiliza objetos do cotidiano para construir uma “atmosfera de sentidos” — menos voltada a narrar uma história do que a revelar as fricções entre os elementos e o espaço que compartilham. Ao aproximar itens diversos — um boné, um terço, um pandeiro e uma corda, entre outros —, propõe uma nova leitura desses objetos, revelando as relações históricas, econômicas e políticas das quais são inseparáveis.

Assista a seguir Beto Shwafaty falar sobre a série.

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| On view at Galeria Leme, Beto Shwafaty’s solo exhibition “Controle | Corrosão | Dispersão” brings together new works, among them “Transferência e Significado” (2026), a series of assemblages conceived for the occasion.

The series draws on everyday objects to build an “atmosphere of meanings” — less concerned with narrating a story than with revealing the frictions between the elements and the space they share. Bringing together a range of items — a cap, a rosary, a tambourine, and a rope, among others — the series proposes a new reading of these objects, revealing the historical, economic, and political relationships from which they are inseparable.

Watch below as Beto Shwafaty talks about the series.

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Beto Shwafaty: Controle | Corrosão | Dispersão
Em cartaz até [on view until] 02.10.2026
Galeria Leme – Av. Valdemar Ferreira, 130, São Paulo/SP [Brazil]

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  | Neste sábado, 5 de setembro, abre a 16ª edição da Bienal de Gwangju, na Coreia do Sul, que contará, pela primeira ve...
04/09/2026

 | Neste sábado, 5 de setembro, abre a 16ª edição da Bienal de Gwangju, na Coreia do Sul, que contará, pela primeira vez, com um pavilhão dedicado ao Brasil.

Com curadoria de Aldones Nino e Bruna Levi, a exposição inaugural “Devorações do Amanhã – Brasil em rebento” reúne 35 artistas, entre eles Heloisa Hariadne, e parte do conceito de antropofagia para refletir sobre as crises e transformações do presente.

Os trabalhos apresentados por Hariadne na mostra foram produzidos durante uma residência artística na Embaixada do Brasil em Seul, onde a artista desenvolveu um conjunto de nove pinturas especialmente para a ocasião.

A seguir, confira fotografias das obras de Hariadne criadas para a mostra, que segue em cartaz no Pavilhão do Brasil até 15 de novembro.

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 | This Saturday, September 5, the 16th edition of the Gwangju Biennale opens in South Korea, featuring, for the first time, a pavilion dedicated to Brazil.

Curated by Aldones Nino and Bruna Levi, the inaugural exhibition “Devorações do Amanhã — Brasil em rebento” brings together 35 artists, including Heloisa Hariadne, and draws on the concept of anthropophagy to reflect on the crises and transformations of the present.

The works presented by Hariadne in the exhibition were produced during an artist residency at the Brazilian Embassy in Seoul, where she developed a set of nine paintings especially for the occasion.

Below, photographs of Hariadne’s works for the exhibition, which will be on view through November 15.

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📷: Vicente de Mello [Vicente de Mello]

Devorações do Amanhã – Brasil em rebento
Gwangju History and Folk Museum
05.09 - 15.11.2026

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 Heloisa Hariadne Brazilian Pavilion 재단법인 광주비엔날레 Gwangju Biennale Foundation

02/09/2026

| Abre amanhã (03.09), a partir das 18h, a segunda exposição individual de Beto Shwafaty na Galeria Leme.

Em “Controle | Corrosão | Dispersão” Shwafaty apresenta obras, muitas delas inéditas, que partem de objetos, imagens e materiais para investigar não apenas os significados que carregam, mas também as condições que tornam sua existência possível — de onde vêm, quais economias e formas de trabalho as produzem e como sua circulação transforma seus usos e sentidos. Por meio de assemblages, esculturas e pinturas, o artista coloca esses elementos em relação, criando fricções que tornam perceptíveis as estruturas históricas, econômicas e políticas que atravessam o cotidiano. A mostra seguirá em cartaz até 2 de outubro.

No vídeo a seguir, Shwafaty fala sobre sua prática e sobre o processo de concepção de um trabalho.

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| Beto Shwafaty’s second solo exhibition at Galeria Leme opens tomorrow (Sept. 03), starting at 6 pm.

In “Controle | Corrosão | Dispersão”, Shwafaty presents works, many of them previously unseen, that draw on objects, images, and materials to investigate not only the meanings they carry, but also the conditions that make their existence possible — where they come from, what economies and forms of labor produce them, and how their circulation transforms their uses and meanings. Through assemblages, sculptures, and paintings, the artist places these elements in relation to one another, creating frictions that make visible the historical, economic, and political structures running through everyday life. The exhibition will remain on view through October 2.

In the video below, Shwafaty discusses his practice and his process for conceiving a work.

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Controle | Corrosão | Dispersão
Abertura: 03.09.2026, 18h – 21h
[Opening: September 3, 2026, 6 pm – 9 pm]
Galeria Leme – Av. Valdemar Ferreira, 130, São Paulo/SP, Brazil

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Beto Shwafaty

  | A Galeria Leme tem o prazer de convidar para a inauguração de “Controle | Corrosão | Dispersão”, segunda mostra indi...
31/08/2026

| A Galeria Leme tem o prazer de convidar para a inauguração de “Controle | Corrosão | Dispersão”, segunda mostra individual de Beto Shwafaty no espaço, com abertura nesta quinta-feira (03.09).

A exposição reúne obras que pensam a sociedade contemporânea a partir de objetos, suas materialidades e os significados que carregam. Shwafaty aborda como processos históricos, econômicos e sociais se inscrevem em itens do cotidiano, transformando-os em interfaces que escondem e revelam as tensões e procedimentos aos quais estão vinculados.

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| Galeria Leme is pleased to invite you to the opening of “Controle | Corrosão | Dispersão”, Beto Shwafaty’s second solo exhibition in the space, opening this Thursday (September 3).

The exhibition brings together works that reflect on contemporary society through objects, their materiality, and the meanings they carry. Shwafaty explores how historical, economic, and social processes become inscribed in everyday items, turning them into interfaces that conceal and reveal the tensions and procedures to which they are tied.

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Beto Shwafaty: Controle | Corrosão | Dispersão
Abertura: 03.09.2026 – 18 - 21h
[Opening: September 3, 2026 – 18 pm - 21 pm
Galeria Leme – Av. Valdemar Ferreira, 130, São Paulo/SP [Brazil]

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Beto Shwafaty

Últimos dias para visitar a SP-Arte Rotas 2026 na ARCA. A Galeria Leme está no estande C6 e exibe a obra “Pan de Oro sob...
29/08/2026

Últimos dias para visitar a SP-Arte Rotas 2026 na ARCA. A Galeria Leme está no estande C6 e exibe a obra “Pan de Oro sobre Retrato Indigenista II” (2026), de Sandra Gamarra Heshiki.

A tela revisita uma pintura de José Sabogal, figura central do indigenismo peruano, cobrindo o rosto da personagem com folha de ouro. Ao interromper a promessa de transparência da imagem, Gamarra expõe as operações de exotização, apagamento e projeção que historicamente moldaram a representação dos povos indígenas na tradição pictórica latino-americana.

O trabalho de Sandra Gamarra Heshiki, assim como obras de Jorge Enciso e Olinda Silvano Inuma, estão em exibição no estande C6 da SP-Arte, até 30.08.

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Last days to visit SP-Arte Rotas 2026 at ARCA. Galeria Leme is at booth C6, showing “Pan de Oro sobre Retrato Indigenista II” (2026), by Sandra Gamarra Heshiki.

The work revisits a painting by José Sabogal, a central figure of Peruvian indigenismo, covering the character’s face with gold leaf. By interrupting the image’s promise of transparency, Gamarra exposes the operations of exoticization, erasure, and projection that have historically shaped the representation of indigenous peoples within the Latin American pictorial tradition.

Sandra Gamarra Heshiki, along with Jorge Enciso and Olinda Silvano Inuma, is on view at booth C6 at SP-Arte until August 30.

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SP-Arte Rotas 2026
26 a 31 de agosto
Estande C6 – ARCA, Av. Manuel Bandeira, 360, Vila Leopoldino, São Paulo
[26–31 August · Booth C6 – ARCA, Av. Manuel Bandeira, 360, Vila Leopoldino, São Paulo]

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Na SP-Arte Rotas 2026, a Galeria Leme apresenta obras têxteis da artista peruana Olinda Silvano Inuma, uma das principai...
28/08/2026

Na SP-Arte Rotas 2026, a Galeria Leme apresenta obras têxteis da artista peruana Olinda Silvano Inuma, uma das principais representantes do povo Shipibo-Konibo, da Amazônia peruana, e reconhecida como mestra do kené — complexo sistema de grafismos que articula conhecimento, espiritualidade, território e memória coletiva.
Produzidas com pigmentos naturais extraídos de cascas, sementes e plantas, suas obras são desenhadas à mão e tornam visível uma tradição que permanece em constante transformação. Mais do que um repertório visual, o kené constitui um sistema de conhecimento transmitido entre gerações, associado à cosmovisão Shipibo-Konibo e às plantas de poder, como a ayahuasca, afirmando-se também como uma ferramenta de resistência cultural e de defesa da Amazônia e de seus povos.
Suas obras estão no estande C6 da Galeria Leme, ao lado de trabalhos de Jorge Enciso e Sandra Gamarra Heshiki.

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At SP-Arte Rotas 2026, Galeria Leme presents textile works by Peruvian artist Olinda Silvano Inuma, one of the leading representatives of the Shipibo-Konibo people of the Peruvian Amazon and recognized as a master of kené — a complex system of graphic patterns that articulates knowledge, spirituality, territory, and collective memory.

Made with natural pigments extracted from bark, seeds, and plants, her works are hand-drawn and make visible a tradition that remains in constant transformation. More than a visual repertoire, kené constitutes a system of knowledge passed down through generations, tied to Shipibo-Konibo cosmology and to power plants such as ayahuasca, asserting itself as well as a tool of cultural resistance and of defense of the Amazon and its peoples.

Her works are in Galeria Leme’s booth C6, alongside works by Jorge Enciso and Sandra Gamarra Heshiki.

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SP-Arte Rotas 2026
26 a 30 de agosto
Estande C6 – ARCA, Av. Manuel Bandeira, 360, Vila Leopoldino, São Paulo
[26–30 August · Booth C6 – ARCA, Av. Manuel Bandeira, 360, Vila Leopoldino, São Paulo]

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Olinda Silvano

Endereço

Avenida Valdemar Ferreira, 130
São Paulo, SP
05501-000

Horário de Funcionamento

Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 19:00
Sexta-feira 10:00 - 19:00
Sábado 10:00 - 17:00

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