Sentinelas Sonoras

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Sentinelas Sonoras Único Museu sobre sinos da América Latina. Contamos também com visitação guiada até o campanário.

Concluido o projeto de um pequeno sino para uma Capela que eu projetei em Sao Joao del - Rei.
27/09/2026

Concluido o projeto de um pequeno sino para uma Capela que eu projetei em Sao Joao del - Rei.

A descrição das feições do mestre Antonio Francisco Lisboa colhida por Rodrigo Bretas( seu primeiro biografo) com sua no...
23/09/2026

A descrição das feições do mestre Antonio Francisco Lisboa colhida por Rodrigo Bretas( seu primeiro biografo) com sua nora Joana Lopes por volta de 1850 e a montagem feita por IA do Aleijadinho arquiteto.

18/09/2026

Modelo de Sino de 5 Kg.
Projeto meu execitado pelo Mestre José Trindade ( Ze do Iphan)

14/09/2026

Sobre o Sino da igreja das Merces de SJDR

Nesse momento de devocão e fé do povo sanjoanense, captado no site Mapa do Patrimonio, se ouve o som marcante do dobre do sinos da igreja das Mercês. Som esse já eleito pelos sanjosnenses do passado, como o mais belo sino e o mais bonito conjunto sonoro das igrejas de São João del Rei, que certamente tem outros excelentes sinos e excelentes conjuntos, coisa muito rara no Brasil.
Talvez pela devoção que o sanjoanense sempre teve pelo toque do seus sinos e por essa antiga tradição dos tempos da Colinia e do Imperio.
Ando estudando sobre a musica dos sinos.Era um aspecto que eu faltava ainda dominar como o único campanologo do pais.Mas reconheço que é uma conhecimento complexo, porque alem da conhecimento exigido sobre musica, e preciso gostar de matemática e de fisica, para dominar uma série de relações do campo da acústica.
Os resultados do meu estudo têm sido promissores, cada vez mais começo a dominar mais a leitura do espectro harmônico da campana e perceber quando um harmonico secundário influi muito na nota nominal, as vezes até confundindo com o som principal.
Neste sentido, ja posso afirmar que em relação da predileção da população sanjoanense esta dando valorvao ditado sntigo: "a voz do povo é a voz de Deus"
O sino escolhido pela votacão do sanjosnense, no antigo Diário do Comércio, é sem duvida, uma comprovação que a preferência da audicão encontra eco do ponto de vista matemático e físico.O sino das Merces do ponto de vista da sua análise sonora é um sino quase perfeito em todas as suas relações
harmônicas esperadas nos seus harmonicos, em relação a sua nota nominal, de um lá sustenido claro e de timbragem limpa.É um som no nivel de um fundidor da Europa e dos melhores!!!
Infelizmente não se conhece outro sino desse fundidor oriundo de C!mpanha, de nome José Carlos Onofre, com essa qualidade de som.E seus dois filhos, que herdaram o oficio de fundidor intinerante de ferro e bronze, alteram demais essa "sagima" quase perfeita e não conseguiram jamais produzir sinos com a qualidade sonora desse sino do seu pai.
Sino no fundo é qualidade sonora, não e gravação e nem a presença do Santo padrono ali fundido.A liga ajuda muito.Mas a qualidade sonora vem da Sagoma perfeita e de um.orocesso metalúrgico bem feito.
Mas o sino das Merces tem tudo isso e principalmente uma qualidade sonora aliada a qualidade de gravação.
E por isso que é a sua foto que esta na capa do meu Livro " Sentinela Sonora" que trata sobre Camponologia de modo geral e sobre os sinos e sineiros de São João del Rei.Alias, é o único livro que existe no Brasil sobre esse tema.

Sobre a igreja de São Gonçalo Garcia de SJDRA igreja de São Gonçalo Garcia  sempre foi ligado a uma Confraria de gente m...
11/09/2026

Sobre a igreja de São Gonçalo Garcia de SJDR

A igreja de São Gonçalo Garcia sempre foi ligado a uma Confraria de gente muito humilde, inicialmente sendo um braço popular da Ordem de São Francisco, onde era agregada inicialmente.Essa Irmandade foi fundada no final do século XVIII, periodo em que tambem foi doado a ela o atual terreno para reação da sua Capela.
A atual igreja so teve seu atual frontispicio com torre e sinos edificado a partir de 1880 e concluido em 1903 com uma ampla reforma da da antiga Capela, provavelmente de feição colonial tardia ( simulada nas imagens) acredito eu concluida por volta de 1850, quando a Irmandade ganha o título Confraria do Bispo de Mariana Dom Manuel da Cruz.A parte arquiyetonica do corpo da igreja antiga, ainda conservada, e bem compatível com essa datacão.
Nunca tombada pelo Iphan por ser obra do final do século XIX, foi praticamente descaracterizada em seu interior por obras conduzidas sem o critério devido, ainda que bem intensionadas.
Do ponto de vista artístico seus maiores atrativos são a tradicional imagem de " Santa Luzia" e seu maravilhoso trio de sinos da Fundição Imperial, ja fundidos no periodo do fundidor Claudino Gonçalves Coelho.Devem ter sido adquiridos por volta de 1880 a 1885, durante o periodo de construção da torre.
Vamos aguardar o resultado do atual projeto de restauracão pra ver como ficará.E uma devocão tradicional na cidade.
A foto do interior e uma coloração por IA de uma foto de 1950 existente no arquivo do IPHAN.

Ps: Me disseram que a igreja tem um problema de umidade no solo grave e que foi infestada por cupim em toda a sua parte de madeira.Vamos torcer pelos restauradores darem conta da tarefa.

O Sino do Rio de Janeiro que tem gravado o nome de Dom João V
09/09/2026

O Sino do Rio de Janeiro que tem gravado o nome de Dom João V

Matriz do Pilar de Ouro Preto - 1750.Uma proposta de reconstituição historica do que deveria ser a fachada original da M...
08/09/2026

Matriz do Pilar de Ouro Preto - 1750.

Uma proposta de reconstituição historica do que deveria ser a fachada original da Matriz de N.S do Pilar de Ouro Preto até as amplas reformas externas que passou o edificio a partir do terceiro quarto do século XIX.Bem mais parecida com a tipologia dos frontospicios das velhas matrizes mineiras como a de Sabará e Mariana, ainda conservadas bem proxima da sua tipologia original.

João Glória e a Officina Progresso de Itabirito:João Glória foi um fundidor e mecânico estabelecido em Itabirito, Minas ...
08/09/2026

João Glória e a Officina Progresso de Itabirito:

João Glória foi um fundidor e mecânico estabelecido em Itabirito, Minas Gerais, cuja atuação conhecida se concentra entre o final da década de 1920 e o início da década de 1940. Embora ainda faltem dados biográficos básicos — como nascimento, formação profissional e falecimento —, anúncios de época e sinos remanescentes permitem caracterizá-lo como um importante representante da fundição mineira de sinos na primeira metade do século XX.Mas como fundidor pratico, conhecia fundicão, mas não regras sonoras de afinacao.Seu acabamento era tambem bem simples, ja compatível com a simplificação decorativa compatível com era da modernidade.
Sua empresa denominava-se Officina Progresso. Em anúncios publicados no Jornal de Queluz, em 1929, aparece como:
“OFFICINA PROGRESSO — de João Gloria”
A propaganda informa que o estabelecimento possuía serviços de “mecânica e ferraria — movida a electricidade” e realizava “fundição de ferro e bronze”. O aspecto mais relevante para a história da campanologia mineira aparece destacado no próprio anúncio: a oficina era especializada “em fundição de sinos”. Produzia também moendas para cana e anunciava estar equipada para a “fundição de qualquer peça”.
Trata-se, portanto, não apenas de um fundidor artesanal de sinos, mas do responsável por uma pequena oficina metalúrgica mecanizada e eletrificada, que conjugava mecânica, ferraria e fundição. Dentro dessa produção diversificada, a fabricação e refundição de sinos constituíam uma especialidade explicitamente divulgada comercialmente.
Outro elemento significativo do anúncio é a indicação “ITABIRITO – E.F.C.B. – MINAS”, referência à Estrada de Ferro Central do Brasil. A informação provavelmente tinha importância comercial. Sinos, peças de bronze destinadas à refundição, ferro e outros materiais pesados podiam ser transportados pela rede ferroviária, ampliando consideravelmente o raio de atuação de uma oficina situada em Itabirito.
Os exemplares até agora identificados confirmam essa circulação. Há sinos de João Glória documentados em Diamantina, Ouro Preto/Santo Antônio do Leite, Conselheiro Lafaiete e Serro aos quais devemos acrescentar ainda, um exemplar na Matriz de Santo Antônio de Pádua, em Lagoa Dourada.

Os exemplares de Diamantina são particularmente importantes. Na Igreja de Nossa Senhora do Amparo, um sino foi refundido em Itabirito por João Glória em 30 de outubro de 1928. Poucos meses depois, em 2 de março de 1929, aparece outro trabalho seu na Igreja da Ordem Terceira do Carmo. Neste último caso, trata-se da refundição de um sino mais antigo, originalmente de 1778, e a própria inscrição registra Itabirito, a data e o nome João Glória.
Essas duas peças são importantes também para estabelecer que a atividade campanológica de João Glória antecede os anúncios conhecidos da Officina Progresso de 1929.
Durante a década de 1930, sua produção aparece em outras localidades mineiras. Em Conselheiro Lafaiete existe uma concentração particularmente significativa de sinos atribuídos ao fundidor de Itabirito. Foram identificados exemplares relacionados a Nossa Senhora das Candeias/Nossa Senhora da Luz, Gagé, São José do Rancho Novo e São Vicente.
Outro exemplar muito importante encontra-se na Capela de Nossa Senhora da Conceição, no Catete, em Santo Antônio do Leite, município de Ouro Preto. Sua inscrição registra:
“J.M.J. – Esmolas dos Santos Reis – 12.02.1937 – Itabirito – João Glória”. Esse J.M.J muito frequente no seus sinos são as abreviaturas da frase: Jesus- Maria- José que representa a Sagrada família, de quem com certeza era um grande devoto. Essa devoção aparece em foto recente do acervo do IMS que o em 1947 o fotografou na Romaria do Senhor Bom Jesus do Matosinhos em Congonhas Do Campo, vendendo seus Sinos, pendurados num tripé improvisado.

O exemplar mais tardio localizado até o momento é atribuído a 1942, em Capivari, município do Serro, no qual foram registradas as inscrições “Itabirito” e “João Glória”. Assim, com os documentos atualmente conhecidos, é possível estabelecer pelo menos o período 1928–1942 para sua produção campanológica, embora seja bastante provável que a oficina tenha funcionado antes e/ou depois dessas datas.

Inventário preliminar dos sinos de João Glória

Data Igreja/localidade Município Observação
30/10/1928 Igreja de N. Sra. do Amparo Diamantina Sino refundido em Itabirito por João Glória
02/03/1929 Igreja da Ordem Terceira do Carmo Diamantina Refundição de sino originalmente datado de 1778; inscrição com João Glória e Itabirito
10/04/1931 Antiga Capela de N. Sra. das Candeias / atual N. Sra. da Luz Conselheiro Lafaiete Sino preservado e atribuído a João Glória
12/02/1937 Capela de N. Sra. da Conceição, Catete Ouro Preto / Santo Antônio do Leite Assinado e datado: “Itabirito – João Glória”
1939 São José do Rancho Novo Conselheiro Lafaiete Sino atribuído/documentado como obra de João Glória
14/11/1940 São Vicente / Sagrado Coração de Jesus Conselheiro Lafaiete Inscrição registra João Glória, Itabirito e a data
1942 Capivari Serro Sino com referência a Itabirito e João Glória
s/d Gagé Conselheiro Lafaiete Sino atribuído a João Glória; data ainda não determinada
s/d Matriz de Santo Antônio de Pádua Lagoa Dourada Existência informada; inscrição e data ainda precisam ser verificadas

O conjunto documental permite reconhecer João Glória como um fundidor mineiro de relevância regional, atuante em Itabirito e responsável pela Officina Progresso. Diferentemente de uma oficina exclusivamente campanária, o estabelecimento realizava fundição de ferro e bronze, trabalhos de mecânica e ferraria e fabricação de equipamentos, destacando, contudo, a fundição de sinos como sua especialidade.
Os nove exemplares até agora identificados ou indicados, distribuídos por diferentes regiões de Minas Gerais, demonstram uma circulação que ultrapassava amplamente Itabirito. A presença de peças em Diamantina e Serro, relativamente distantes da sede da oficina, reforça a hipótese de uma rede comercial favorecida pela ferrovia.
Para a história da campanologia em Minas Gerais, João Glória parece ocupar uma posição especialmente interessante: sua produção representa a permanência da tradição mineira de fabricação e refundição de sinos dentro de uma oficina metalúrgica já eletrificada e inserida nos processos de modernização industrial das primeiras décadas do século XX.

A igreja dos Sinos amarrados.Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos no distrito de Bacalhau, que pertence ao município...
05/09/2026

A igreja dos Sinos amarrados.

Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos no distrito de Bacalhau, que pertence ao município de Piranga.
Os dois sinosvestão amarrados no barrote.Seria isso uma solucão original? Nao me parece.

Matrizes da Região de Belo Horizonte.As antigas igrejas matrizes de Belo Horizonte ( antigo arraial do Curral del- Rey) ...
05/09/2026

Matrizes da Região de Belo Horizonte.

As antigas igrejas matrizes de Belo Horizonte ( antigo arraial do Curral del- Rey) e das cidades de seu entorno: Itauna;Betim; Contagem; Sabará e Nova Lima.
A única que não foi demolida, vitimas do impacto da construção da nova capital de Minas a partir de março de 1894, foi a de Sabara, isso porque a cidade foi tombada pelo Iphan em 1938 junto com as demais cidades do ciclo do ouro.

Endereço

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São João Del Rei, MG
36300-108

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