Cana Galeria de Arte - Cana Art Gallery

Cana Galeria de Arte - Cana Art Gallery Somos dedicados a revelar e divulgar artistas visuais a fim de promover a arte brasileira.

11/06/2026

3.000 seguidores! É muito mais do que um número.

Quando a Cana Galeria de Arte abriu sua primeira exposição, em 18 de setembro de 2024, carregávamos um sonho: criar um espaço de encontro entre artistas, colecionadores e pessoas que acreditam no poder transformador da arte.

Antes mesmo de completar dois anos de trajetória, alcançamos uma comunidade de 3.000 seguidores, conquistamos novos colecionadores, fortalecemos laços com clientes que já acompanhavam nosso trabalho há anos e, principalmente, demos voz a mais de 20 artistas que confiaram seus caminhos à Cana.

Cada exposição, cada obra compartilhada, cada visita, cada conversa e cada aquisição fizeram parte dessa construção.
Vamos crescer juntos!
Nosso mais sincero obrigada a todos que caminham conosco.
A Cana é feita de pessoas. E vocês fazem parte dessa história.

3,000 followers! It is so much more than a number.

When Cana Art Gallery opened its first exhibition on September 18, 2024, we carried a dream: to create a space where artists, collectors, and people who believe in the transformative power of art could come together.

Before even reaching two years of our journey, we have built a community of 3,000 followers, welcomed new collectors, strengthened relationships with clients who have accompanied our work for many years, and, most importantly, given a voice to more than 20 artists who entrusted their paths to Cana.

Every exhibition, every artwork shared, every visit, every conversation, and every acquisition has been part of this story.

Let’s continue to grow together.

Our most sincere thank you to everyone who walks this path with us.

Cana is made of people. And you are part of this story.

Temos o prazer de anunciar uma nova parceria com o artista Alex da Hora, cuja produção tem chamado atenção pela sensibil...
08/06/2026

Temos o prazer de anunciar uma nova parceria com o artista Alex da Hora, cuja produção tem chamado atenção pela sensibilidade com que articula memória, infância, identidade e paisagem.
Natural do Quilombo Barroso, em Camamu (BA), e atualmente vivendo e trabalhando no Rio de Janeiro, Alex desenvolve uma pesquisa pictórica que parte de suas vivências em uma família de agricultores quilombolas. Em suas obras, retratos e cenas imaginárias se encontram em atmosferas luminosas, permeadas por referências à história da pintura, à agricultura familiar e às narrativas que atravessam o interior do Brasil.

Acompanhe nossas redes para conhecer mais sobre o trabalho do Alex e as obras disponíveis.


We are pleased to announce a new collaboration with artist Alex da Hora, whose work has stood out for its sensitive exploration of memory, childhood, identity, and landscape.
Born in Quilombo Barroso, in Camamu, Bahia, and currently living and working in Rio de Janeiro, Alex develops a painting practice rooted in his experiences growing up in a family of quilombola farmers. His works bring together portraiture and imagined scenes in luminous atmospheres, drawing from the history of painting, family agriculture, and the narratives that shape Brazil’s rural landscapes.
Follow our page to learn more about Alex’s work and the artworks currently available.
ContemporaryPainting BrazilianArt

31/05/2026

Matheus Guilherme nasceu em Ponta Grossa, Paraná, em 1996. É licenciado em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pelotas e atualmente doutorando em Artes Visuais pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), em São Paulo, onde vive e trabalha.

Em sua obra, a pintura de flores ultrapassa a tradição da natureza-morta para se tornar um exercício de atenção ao que frequentemente passa despercebido. O intuito é convidar o espectador a reconhecer a potência silenciosa das pequenas coisas.

Há em sua pintura uma celebração do cotidiano e dos gestos simples, revelando a beleza contida naquilo que muitas vezes é ignorado.

Suas flores nos lembram que, muitas vezes, o extraordinário está justamente naquilo que parece mais comum.

Matheus Guilherme was born in Ponta Grossa, Paraná, Brazil, in 1996. He holds a Bachelor’s degree in Visual Arts from the State University of Ponta Grossa, a Master’s degree in Visual Arts from the Federal University of Pelotas, and is currently pursuing a PhD in Visual Arts at São Paulo State University (UNESP), where he lives and works.

In his work, the painting of flowers transcends the tradition of still life to become an exercise in paying attention to what often goes unnoticed. His aim is to invite viewers to recognize the quiet power of small things.

His paintings celebrate everyday life and simple gestures, revealing the beauty contained in what is so often overlooked.

His flowers remind us that, quite often, the extraordinary lies precisely in what seems most ordinary.

A Cana Galeria de Arte foi destaque no jornal O Globo hoje, dia 28 de maio, em uma matéria sobre o novo momento do merca...
19/05/2026

A Cana Galeria de Arte foi destaque no jornal O Globo hoje, dia 28 de maio, em uma matéria sobre o novo momento do mercado de arte no Rio de Janeiro.

A reportagem aborda a expansão das galerias contemporâneas e a criação de espaços que unem arte, experiência e convivência — aproximando novos públicos da produção artística contemporânea.

Localizada na Gávea, a Cana é citada como um ponto de encontro entre colecionadores, artistas e amantes da arte, refletindo uma nova forma de viver a cultura: mais aberta, sensível e integrada ao cotidiano.

Seguimos acreditando na arte como espaço de troca, pensamento e transformação.

Agradecemos ao O Globo pela matéria e a todos que fazem parte dessa trajetória.

Cana Galeria de Arte was featured in O Globo in an article highlighting the new momentum of Rio de Janeiro’s art market.

The feature explores the expansion of contemporary galleries and the creation of spaces that bring together art, experience, and community — introducing new audiences to contemporary artistic production.

Located in Gávea, Cana is mentioned as a meeting point for collectors, artists, and art lovers, reflecting a new way of experiencing culture: more open, sensitive, and integrated into everyday life.

We continue to believe in art as a space for exchange, reflection, and transformation.

We thank O Globo for the feature and everyone who is part of this journey.




A aquarela sobre papel Canson realizada por Artur Barrio em 1988 carrega a força de um artista que sempre recusou os lim...
16/05/2026

A aquarela sobre papel Canson realizada por Artur Barrio em 1988 carrega a força de um artista que sempre recusou os limites tradicionais da arte. Mesmo em trabalhos sobre papel — aparentemente mais silenciosos — Barrio mantém a intensidade de uma produção marcada pela urgência, pela experimentação e pelo gesto político.

Nos anos 1980, sua obra atravessa uma dimensão mais íntima e sensorial, sem abandonar o caráter crítico que marcou sua trajetória desde as décadas anteriores. A matéria, o corpo, o vestígio e a instabilidade continuam presentes, ainda que traduzidos por meios mais delicados como a aquarela. Há uma tensão constante entre controle e acaso, entre construção e dissolução.

The watercolor on Canson paper created by Artur Barrio in 1988 carries the strength of an artist who consistently rejected the traditional boundaries of art. Even in works on paper — seemingly quieter in nature — Barrio preserves the intensity of a practice marked by urgency, experimentation, and political gesture.

During the 1980s, his work moved through a more intimate and sensorial dimension without abandoning the critical character that had defined his trajectory in previous decades. Matter, the body, traces, and instability remain present, though translated through more delicate mediums such as watercolor. There is a constant tension between control and chance, between construction and dissolution.




Próxima exposição!“Formas de existir”Existir não é um dado,é um gesto.Entre o que somos e o que nos tornamos, há um camp...
28/04/2026

Próxima exposição!
“Formas de existir”

Existir não é um dado,
é um gesto.
Entre o que somos e o que nos tornamos, há um campo invisível onde a vida se desenha.
Cada escolha, cada silêncio, cada desvio
é também uma forma de existir.
Não há uma única maneira:
há existências densas, silenciosas,
outras vibrantes, à beira do transbordamento.
As obras aqui reunidas não definem, elas provocam.
E nos devolvem à pergunta:
como temos existido?

Next exhibition !

Forms of Existing

To exist is not a given, it is a gesture.
Between what we are and what we become,
there is an invisible field where life takes shape.
Each choice, each silence, each deviation
is also a way of existing.
There is no single way:
some existences are dense, quiet,
others vibrant, on the verge of overflowing.
The works gathered here do not define, they provoke.
And return us to the question:
how have we been existing?

26/04/2026

Últimos dias para visitar a Casa Corcovado na Bienal de Arquitetura Brasileira no Parque do Ibirapuera - Pavilhão Rio. Projeto da .aqui com curadoria do

Final days to visit Casa Corcovado at the Brazilian Architecture Biennial, at Ibirapuera Park — Rio Pavilion.
A project by Paula Martins, with curatorial direction by Belchior Almeida.

Formas de existirExistir não é um dado, é um gesto.Entre o que somos e o que nos tornamos, há um campo invisível onde a ...
24/04/2026

Formas de existir

Existir não é um dado, é um gesto.
Entre o que somos e o que nos tornamos, há um campo invisível onde a vida se desenha.
Cada escolha, cada silêncio, cada desvio
é também uma forma de existir.
Não há uma única maneira:
há existências densas, silenciosas,
outras vibrantes, à beira do transbordamento.
As obras aqui reunidas não definem,
elas provocam.
E nos devolvem à pergunta:
como temos existido?

Forms of Existing

To exist is not a given, it is a gesture.
Between what we are and what we become, there is an invisible field where life takes shape.
Each choice, each silence, each deviation is also a way of existing.
There is no single way:
some existences are dense, quiet,
others vibrant, on the verge of overflowing.
The works gathered here do not define, they provoke.
And return us to the question:
how have we been existing?

Repost from Olhamos para o caos e imploramos por uma forma. Queremos o pássaro, a mulher, a queda d’água; qualquer nome ...
23/04/2026

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Olhamos para o caos e imploramos por uma forma. Queremos o pássaro, a mulher, a queda d’água; qualquer nome que nos salve de admitir que a vida, no fundo, é essa mancha de carne e desejo sem legenda.

Critico a nossa mania de querer domesticar o real. Essa tela não é um cenário; é o avesso do bordado, o lugar onde a pele do sentido rasga e deixa vazar o que não cabe no espelho. Somos sujeitos fragmentados tentando costurar um “eu” inteiro com linhas de sombra, enquanto o inconsciente ri da nossa pretensão de clareza.

No fim, a obra não se entrega ao nosso entendimento. Ela nos olha de volta, nua e crua, lembrando que a verdade só aparece quando a gente desiste de explicar e aceita o silêncio do que transborda. O resto é apenas o nosso esforço inútil de não nos afogarmos no próprio vazio.
Obra:

Repost from

We look at chaos and beg for form. We want the bird, the woman, the waterfall — any name that spares us from admitting that life, at its core, is this stain of flesh and desire without a caption.

I challenge our urge to domesticate the real. This canvas is not a scene; it is the reverse of embroidery, the place where the skin of meaning tears open and lets spill what cannot be contained by the mirror. We are fragmented subjects trying to stitch together a whole “self” with threads of shadow, while the unconscious laughs at our pretension of clarity.

In the end, the work does not yield to our understanding. It looks back at us, raw and unfiltered, reminding us that truth only emerges when we stop trying to explain and accept the silence of what overflows. The rest is merely our futile attempt not to drown in our own emptiness.

17/02/2026

Na obra de Miguel Morgado, o mito é devorado e reinventado.
Entre bestiários, narrativas medievais e um tropicalismo fantástico, o artista pratica uma espécie de antropofagia contemporânea: absorve referências históricas e as recria sob uma pulsação vibrante e atual.

Suas cores vivas — intensas, quase febris — atravessam a tela como energia vital, dando forma a figuras híbridas que habitam um território entre o sonho e a fábula. O passado é matéria-prima; o imaginário, campo de invenção.

In Miguel Morgado’s work, myth is devoured and reinvented.
Between bestiaries, medieval narratives, and a fantastic tropicalism, the artist practices a kind of contemporary anthropophagy: he absorbs historical references and recreates them with a vibrant, current pulse.

His vivid colors — intense, almost feverish — cut across the canvas like vital energy, giving shape to hybrid figures that inhabit a territory between dream and fable. The past becomes raw material; the imaginary, a field of invention.

Endereço

Rua Marques De São Vicente 431, Loja A/sala 27
Rio De Janeiro, RJ
22451-041

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