Galeria de Arte Ipanema

Galeria de Arte Ipanema COMO TUDO COMEÇOU

A história da arte moderna e contemporânea brasileira acontece há quatro décadas numa Galeria que merece se chamar Ipanema.

Desde o seu surgimento, há 52 anos, a Galeria de Arte Ipanema vem selando uma identidade própria no contexto da história da arte brasileira, ocupando assim um espaço de relevância fundamental para o despontar artístico no Brasil. Hoje consolidada, é considerada uma das mais importantes e antigas galerias do país. Fundada em 1965 por Luiz Sève, que sempre esteve e segue à sua frente, a Galeria tamb

ém contou com o expressivo trabalho de Frederico Seve entre 1968 e 1998. Seu primeiro endereço foi o Copacabana Palace, mas a partir de 1973 passou a ocupar imóvel da Rua Aníbal de Mendonça, em Ipanema, na quadra da praia, onde se encontra há quase 37 anos. Sempre à frente do seu tempo, a Galeria Ipanema também percorreu outros pólos culturais, desenvolvendo trabalhos em São Paulo, onde se estabeleceu entre 1972 e 1980. Uma das principais precursoras do movimento modernista, a Galeria Ipanema reúne um acervo de peso e representatividade com obras de artistas internacionalmente reconhecidos como: Volpi, Milton Dacosta, Hélio Oiticica, Lygia Clark, Sérgio Camargo, Cruz-Diez, Soto Mira Schendel,Vasarely, Di Cavalcanti, Portinari, Ivan Serpa, Guignard, Cícero Dias, Iberê Camargo, Antônio Bandeira, Pancetti, Tomie Ohtake, Waltércio Caldas, Frans Krajcberg entre outros. A trajetória da Galeria Ipanema é pontuada pela realização de mostras de grande importância e significado, entre as quais se destacam especialmente as retrospectivas de Iberê Camargo (2006), com 46 obras do artista; a de Milton Dacosta (2005), composta por 86 das suas obras mais significativas; a de Helio Oiticica (2005); e, principalmente, de Alfredo Volpi (2003), com 70 obras expostas e aclamada como um marco entre as exposições modernistas. A Galeria Ipanema conta na sua direção com Luciana Sève, filha de seu fundador, que vem somar para a continuidade de uma trajetória impressionante e marcante no cenário brasileiro e internacional de arte.

06/08/2026

O maior arrependimento de um colecionador nem sempre é a obra que comprou…

Às vezes, é justamente aquela que deixou passar.

Neste vídeo, Luiz Seve e Luciana Seve falam sobre uma das dúvidas mais comuns de quem coleciona arte. Vale a pena assistir até o fim.

04/08/2026

O que faz uma arte ser considerada BOA?

Luiz Seve compartilha sua visão sobre essa pergunta que atravessa gerações. Assista e participe da conversa nos comentários.

31/07/2026

Luiz Seve e Luciana Seve compartilham suas perspectivas sobre essa relação entre o valor cultural e o valor de mercado da arte, mostrando como essas duas dimensões podem caminhar juntas.

Assista e participe da conversa: para você, arte é paixão ou investimento?

Nesta obra da série Narrativas, Maria Leontina organiza formas geométricas em uma composição delicada e precisa. Sobre o...
30/07/2026

Nesta obra da série Narrativas, Maria Leontina organiza formas geométricas em uma composição delicada e precisa. Sobre o fundo vermelho intenso, figuras e estruturas se equilibram em um jogo de linhas, planos e contrastes, revelando a sensibilidade construtiva que marca sua produção.

Maria Leontina — Série Narrativas
Guache sobre papel
19,5 × 25 cm
1958

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In this work from the Narratives series, Maria Leontina arranges geometric forms into a delicate and precise composition. Set against an intense red background, shapes and structures achieve balance through an interplay of lines, planes, and contrasts, revealing the constructive sensibility that defines her artistic practice.

Maria Leontina — Narratives Series
Gouache on paper
19.5 × 25 cm
1958

23/07/2026

Com a grande retrospectiva “Vik Muniz – A Olho Nu” em cartaz no CCBB Rio de Janeiro, o público tem a oportunidade de revisitar a trajetória de um dos artistas brasileiros mais reconhecidos internacionalmente.

Na Galeria de Arte Ipanema, apresentamos Self Portrait – from Pictures of Magazines (2003), série em que Vik Muniz constrói imagens a partir de fragmentos de revistas, explorando a relação entre matéria, fotografia e percepção. De perto, vemos centenas de pequenos recortes; à distância, surge o retrato.

Uma obra que sintetiza uma das pesquisas mais marcantes do artista e convida o olhar a descobrir diferentes camadas de leitura.

Vik Muniz — Self Portrait
from Pictures of Magazines
Fotografia
139,7 × 101,6 cm
2003 | Edição 6/10

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With the major retrospective Vik Muniz – A Olho Nu currently on view at CCBB Rio de Janeiro, visitors have the opportunity to revisit the career of one of Brazil’s most internationally acclaimed artists.

At Galeria de Arte Ipanema, we present Self Portrait – from Pictures of Magazines (2003), a work from the series in which Vik Muniz constructs images from fragments of magazine pages, exploring the relationship between materiality, photography, and perception. Up close, hundreds of tiny cutouts emerge; from a distance, they come together to reveal a portrait.

A work that encapsulates one of the artist’s most significant bodies of research and invites viewers to discover multiple layers of interpretation.

Vik Muniz — Self Portrait
from Pictures of Magazines
Photography
139.7 × 101.6 cm
2003 | Edition 6/10

20/07/2026

Nesta obra, Julio Le Parc dá continuidade à pesquisa que desenvolveu desde a década de 1960 sobre movimento, luz e percepção. Com elementos suspensos e em constante transformação, a composição se modifica conforme o olhar e o deslocamento do espectador, tornando a participação do público parte essencial da experiência.

Uma obra que sintetiza a linguagem de um dos grandes nomes da arte cinética contemporânea.

Julio Le Parc — Continuel Mobile d’après thèmes développés depuis 1960
33–100

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In this work, Julio Le Parc continues the research he has pursued since the 1960s into movement, light, and perception. Through suspended elements in constant transformation, the composition changes according to the viewer’s gaze and movement, making audience participation an essential part of the experience.

A work that encapsulates the visual language of one of the foremost figures of contemporary kinetic art.

Julio Le Parc — Continuel Mobile d’après thèmes développés depuis 1960
33–100

17/07/2026

Com a recente despedida de Julio Le Parc, um dos maiores nomes da arte cinética, revisitamos uma obra que sintetiza sua pesquisa sobre luz, movimento e percepção.

Nascido na Argentina e radicado em Paris, Le Parc dedicou mais de seis décadas a investigar como a cor, o espaço e o deslocamento do espectador transformam a experiência artística. Cofundador do GRAV (Groupe de Recherche d’Art Visuel) e vencedor do Grande Prêmio Internacional de Pintura da Bienal de Veneza em 1966, tornou-se uma referência mundial por criar obras que convidam o público a participar ativamente da arte. Seu falecimento, em 30 de maio de 2026, marca o encerramento de uma trajetória extraordinária, mas seu legado permanece vivo em museus, coleções e na história da arte contemporânea.

Julio Le Parc — Forme en contorsion sur trames rouges
100 × 3,1 × 15 cm

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With the recent passing of Julio Le Parc, one of the leading figures of kinetic art, we revisit a work that encapsulates his lifelong exploration of light, movement, and perception.

Born in Argentina and based in Paris, Le Parc devoted more than six decades to investigating how color, space, and the viewer’s movement transform the artistic experience. A co-founder of GRAV (Groupe de Recherche d’Art Visuel) and recipient of the International Grand Prize for Painting at the 1966 Venice Biennale, he became a global reference for creating works that invite active audience participation. His passing on May 30, 2026, marks the end of an extraordinary career, while his legacy continues to inspire through museums, collections, and the history of contemporary art.

Julio Le Parc — Forme en contorsion sur trames rouges
100 × 3.1 × 15 cm

Nesta obra de 1963, Maria Leontina constrói uma composição de grande força poética a partir de formas simplificadas e co...
17/06/2026

Nesta obra de 1963, Maria Leontina constrói uma composição de grande força poética a partir de formas simplificadas e contrastes sutis entre luz e sombra. As áreas escuras e os tons terrosos criam uma atmosfera silenciosa e contemplativa, característica de sua pintura madura.

Maria Leontina — Sem Título
Óleo sobre tela
55 × 46 cm
1963

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In this 1963 work, Maria Leontina creates a composition of remarkable poetic strength through simplified forms and subtle contrasts between light and shadow. The dark areas and earthy tones evoke a quiet, contemplative atmosphere, characteristic of the artist’s mature period.

Maria Leontina — Untitled
Oil on canvas
55 × 46 cm
1963

Nesta Physichromie, Carlos Cruz-Diez transforma a cor em uma experiência viva. As linhas verticais e os diferentes plano...
03/06/2026

Nesta Physichromie, Carlos Cruz-Diez transforma a cor em uma experiência viva. As linhas verticais e os diferentes planos cromáticos fazem a obra mudar conforme o deslocamento do observador, criando variações visuais que parecem estar em constante movimento.

Carlos Cruz-Diez — Physichromie nº 2630
80 × 80 cm
Paris, 2017

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In this Physichromie, Carlos Cruz-Diez transforms color into a living experience. The vertical lines and shifting chromatic planes cause the work to change as the viewer moves, creating visual variations that seem to be in constant motion.

Carlos Cruz-Diez — Physichromie No. 2630
80 × 80 cm
Paris, 2017

28/05/2026

Um convite para olhar a arte de perto.

A Galeria de Arte Ipanema reúne obras e histórias de alguns dos grandes nomes da arte brasileira e internacional em um espaço que respira tradição, memória e contemporaneidade.

Venha nos visitar.

Endereço

Rua Aníbal Mendonça, 27
Rio De Janeiro, RJ
22410050

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 22:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 19:00
Sexta-feira 10:00 - 19:00
Sábado 11:00 - 15:00

Telefone

+552125128832

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