Artur Fidalgo galeria

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Artur Fidalgo galeria A Artur Fidalgo galeria foi fundada em 2000 no Rio de Janeiro. Desde então é parte da cena cultural carioca e responsável por manter pulsando a arte brasileira.
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Hoje mais de quinze artistas de diversas gerações e distintas naturalidades são representados pela galeria: Derlon, José Damasceno, Marcos Bonisson, Victor Arruda... Por aqui também já expuseram outros nomes consagrados como Antonio Dias, Artur Barrio e Ernesto Neto. A Artur Fidalgo galeria une a paixão pela arte e a vontade de contribuir para o processo de formação do olhar do público.

A escultura em totem “Pilares do graffiti”, de Bruno Bogossian, é composta por um mosaico de azulejos fragmentados. A co...
19/10/2026

A escultura em totem “Pilares do graffiti”, de Bruno Bogossian, é composta por um mosaico de azulejos fragmentados. A composição organiza padrões geométricos marcantes, linhas retas e recortes em ângulos precisos, gerando um forte contraste cromático através de superfícies polidas e opacas. Os planos justapostos fragmentam as formas no espaço, mimetizando uma padronagem urbana e sequencial.

O trabalho tridimensional integra “Caleidoscópica”, individual do artista em exibição na Artur Fidalgo galeria, com curadoria de Vanda Klabin.

“niwa” e “shinrinyoku” (2026), de Emika Takaki.óleo e cera sobre tela30 x 24 cmóleo e cera sobre tela40 x 30 cm_Assim co...
18/10/2026

“niwa” e “shinrinyoku” (2026), de Emika Takaki.

óleo e cera sobre tela
30 x 24 cm

óleo e cera sobre tela
40 x 30 cm
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Assim como os conceitos que as batizam, as pinturas vêm da busca pelo silêncio, pelo recolhimento e pela conexão profunda com a matéria. Nelas, a artista evoca espaços de cura, contemplação e refúgio interno, diluindo memórias da ancestralidade e da diáspora em camadas sutis.

Em exibição na individual “Uma Certa Memória”, curadoria de Vanda Klabin, até 30 de outubro.

17/10/2026

“Lapa”, de Danilo Ribeiro, traduz a dualidade de uma cidade feita de sobreposições: um Rio de Janeiro onde o peso da história se funde à leveza do cotidiano urbano.

Carioca nascido em 1983, Danilo Ribeiro iniciou seus estudos formais em desenho e pintura ainda na adolescência. Sua sólida trajetória acadêmica e de ateliê — graduado em Artes, mestre e doutorando em Linguagens Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) — reflete-se na precisão técnica rigorosa de sua produção.

Reconhecido por sua pesquisa que tensiona as linguagens tradicionais e a visualidade contemporânea, o artista atua como um observador perspicaz das dinâmicas urbanas.

Na série Viagem Pitoresca ao Rio de Janeiro Contemporâneo, Danilo Ribeiro afasta-se intencionalmente do estereótipo dos cartões-postais idealizados para investigar o Rio real: aquele construído a partir do trânsito, das fachadas históricas e dos fluxos diários que definem a identidade visual da metrópole.
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Lapa (dia), 2023
aquarela, grafite, lápis aquarela e nanquim sobre papel

Entre a precisão tridimensional e o lirismo da matéria, as esculturas de W***y Reuter propõem um sutil diálogo temporal....
16/10/2026

Entre a precisão tridimensional e o lirismo da matéria, as esculturas de W***y Reuter propõem um sutil diálogo temporal. Sua formação em arquitetura se funde a uma pesquisa profunda sobre a ornamentação e os relevos do estilo manuelino, vertendo a força histórica em uma morfologia vegetal híbrida e contemporânea através da cerâmica esmaltada. Cada peça convida o espectador a percorrer um universo particular, de atmosfera onírica e sugestiva.
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W***y Reuter
Sem título, 2025
objeto de cerâmica esmaltada
35 x 22 x 12 cm

🔗 Disponível em arturfidalgo.com.br.

A série Cosmograma, de Bruno Bogossian (BR), apresenta um conjunto de trabalhos em que o artista utiliza a técnica mista...
15/10/2026

A série Cosmograma, de Bruno Bogossian (BR), apresenta um conjunto de trabalhos em que o artista utiliza a técnica mista sobre papel Canson, elegendo a colagem como elemento central de sua pesquisa. Cada composição funciona como um mapa particular — um cosmograma —, no qual recortes de realidades distintas são meticulosamente justapostos, criando tensões espaciais e diálogos cromáticos.

“Há, em seu repertório, um vocabulário plástico que traduz o contrafluxo da vida cotidiana, como se o artista enxergasse, entre frestas, um jogo composicional e pictórico nesse universo anônimo”, observa Vanda Klabin, curadora da exposição individual “Caleidoscópica”, atualmente em exibição na Artur Fidalgo galeria.

“Uma Certa Memória”, exposição individual de Emika Takaki com curadoria de Vanda Klabin, segue em exibição na Artur Fida...
14/10/2026

“Uma Certa Memória”, exposição individual de Emika Takaki com curadoria de Vanda Klabin, segue em exibição na Artur Fidalgo galeria até o dia 30 de outubro.

Olhar para uma obra de Eduardo Scatena é fazer um exercício de paciência e observação. O artista inverte a lógica do que...
13/10/2026

Olhar para uma obra de Eduardo Scatena é fazer um exercício de paciência e observação. O artista inverte a lógica do que se espera da tinta líquida: em vez de deixar o acaso criar borrões e acidentes, ele usa o próprio corpo e a gravidade para criar transições cromáticas.

🔗 arturfidalgo.com.br/eduardo-scatena

Na poética de Lilian Camelli, “La niña en el espejo” nos convida a reencontrar aquela primeira versão de nós mesmos — fe...
12/10/2026

Na poética de Lilian Camelli, “La niña en el espejo” nos convida a reencontrar aquela primeira versão de nós mesmos — feita de silêncios, descobertas e a pureza de quem descobre o mundo e a própria identidade refletida no espaço.
Nascida em Ypacaraí, no Paraguai, e radicada em São Paulo desde 1983, a artista construiu uma sólida pesquisa artística voltada para a pintura figurativa.
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Niña en el espejo II, 2017
óleo sobre tela
50 x 40 cm

Pedro Gondim (2000) assume a abstração como um caminho inevitável. O termo “ecolalia”, vindo da psicopatologia, refere-s...
11/10/2026

Pedro Gondim (2000) assume a abstração como um caminho inevitável. O termo “ecolalia”, vindo da psicopatologia, refere-se à repetição automática de sons ou frases. No universo pictórico de Gondim, isso se traduz visualmente: a obra não busca representar o mundo exterior, mas sim ecoar, repetir e responder a elementos de suas próprias pinturas anteriores, em um constante diálogo do quadro consigo mesmo.

🔗 Disponível no site.

10/10/2026

A composição da obra “jardim de poesia” (2026) preserva a herança do minimalismo oriental em diálogo com a vanguarda contemporânea, traduzindo o refinamento estético de Emika Takaki.

Sua pesquisa transita entre objetos simbólicos do cotidiano que funcionam como metáforas visuais e abrem espaço para a introspecção.

“(...) Assim, suas obras não apenas narram histórias de deslocamento e pertencimento, mas também instigam uma busca pelo entendimento de quem somos e de onde nos situamos no vasto entrelaçamento de espaços e memórias.”
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óleo e cera sobre tela
30 x 40 cm

Em exibição na Artur Fidalgo galeria, na exposição individual “Uma Certa Memória”. Curadoria de Vanda Klabin.

Endereço

Rua Siqueira Campos 143, 2° Piso, Loja 1
Rio De Janeiro, RJ
22031-071

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 10:00 - 19:00
Terça-feira 10:00 - 19:00
Quarta-feira 10:00 - 19:00
Quinta-feira 10:00 - 19:00
Sexta-feira 10:00 - 19:00

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