Museu Nacional/UFRJ

Museu Nacional/UFRJ Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Rio de Janeiro, História Natural, Antropologia.
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Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Rio de Janeiro, História Natural, Antropologia

📚 Uma contação de história abrirá a programação da Tenda Cultural no aniversário de 208 anos do Museu Nacional/UFRJ!🗓 Di...
08/06/2026

📚 Uma contação de história abrirá a programação da Tenda Cultural no aniversário de 208 anos do Museu Nacional/UFRJ!

🗓 Dia 21/6, domingo, às 10h30, a escritora e contadora de história Sonia Rosa nos apresenta “Os Tesouros de Monifa”.

A história, de autoria dela, é sobre uma menina negra que descobre os tesouros de sua tataravó, Monifa, e se encanta ao conhecer a história de seus ancestrais. Destinada ao público infantil, a história é cheia de signif**ados sobre identidade, autoestima e valorização das próprias origens.

Sonia Rosa é também mestre em relações étnico-raciais e pedagoga. Tem diversas obras publicadas em literatura negroafetiva. O livro “Os Tesouros de Monifa” tem ilustrações de Rosinha.

💙 Das 10h às 18h, a festa de aniversário do Museu Nacional apresenta uma vasta programação!

🎉 208 anos do Museu Nacional/UFRJ: Ciência, Cultura e Memória
🗓 Domingo, 21 de junho, a partir das 10h
📍Na frente do Jardim Terraço, na Alameda das Sapucaias, na Quinta da Boa Vista

De graça! É só chegar!

📲 A programação completa está no site http://museunacional.ufrj.br (link na bio).
..
Essa programação é promovida pelo Museu Nacional/UFRJ e pelo Projeto Museu Nacional Vive, que é resultado de uma cooperação técnica entre a UFRJ, a UNESCO e o Instituto Cultural Vale. A iniciativa é viabilizada pela Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, Governo Federal. Conta com o apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); patrocínio platina da Vale e do Bradesco; patrocínio prata do Itaú; patrocínio bronze da Axia Energia e da Cosan; apoio do J.P. Morgan, da Laranjinha Itaú e da Shell. O Congresso Nacional, o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) também são parceiros.
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: A escritora Sonia Rosa sorri com microfone na mão, numa apresentação, com livros de autoria dela expostos ao lado dela. Sobre a imagem está escrito: “208 anos do Museu Nacional/UFRJ. Contação de história com Sonia Rosa: “Os Tesouros de Monifa”, dia 21/6, às 10h30.

Coluna da Direção |  208 anos: fortalecidos para seguir adianteEm seu bicentenário, o Museu Nacional passou por diferent...
07/06/2026

Coluna da Direção | 208 anos: fortalecidos para seguir adiante

Em seu bicentenário, o Museu Nacional passou por diferentes transformações. Mudou de sede, ampliou seus espaços, construiu um legado de destaque e excelência no cenário científico-cultural do país. Em 2018 fomos das comemorações à desesperança num piscar de olhos. Com nossa resiliência posta à prova, arregaçamos as mangas para a reconstrução, cada um a seu modo, contribuído como possível.

Aqui estamos, 8 anos depois, sobrevivendo aos reveses econômicos e à pandemia, ainda lutando pela plena recuperação de nossa infraestrutura e buscando não naturalizar a precariedade, em mais um teste de resiliência dos muitos que ainda teremos que enfrentar.

Trago essas lembranças e observações como ponto de partida para refletir sobre nosso futuro. A despeito das dificuldades, o que fizemos pós-incêndio excede qualquer expectativa, considerando a dimensão dos desafios e os resultados alcançados.

Sigamos em frente, certos de nosso potencial, atentos a reconstruir nossas redes e alianças internas. Sempre fomos diversos, representantes de pequenos mundos, de especialidades múltiplas: nosso museu é quase um universo. E se nos fecharmos em nossos próprios mundos para sobreviver, nosso futuro talvez vá em outra direção.

Não devemos ser apenas o que sempre fomos, agora precisamos ir além, reconstruir o tecido de nossa identidade coletiva, avançar por todos e com todos. Pensar e continuamente repensar a instituição enquanto entidade orgânica que necessita reafirmar sua identidade, múltipla, diversa, mas coerente e coesa.

Os novos espaços que muitos de nós ocupam não carregam as nossas memórias institucionais. Nosso passado recente, dos últimos 20, 30 anos, carece de materialidade, daquela sensação de pertencimento físico que emanava do palácio, mesmo para os colegas instalados no Horto Botânico.

Para o futuro do Museu espero que possamos reconstruir nossos afetos, resgatar nossa identidade e apresentá-la aos que chegaram nos últimos e turbulentos anos e aos que virão compor nossa casa, nossa família.

Assim, fortalecidos, venha o que vier, continuaremos aqui.

Cláudia Carvalho
Diretora do MN/UFRJ na gestão 2010-2018.

📷 Diogo Vasconcellos (MN/UFRJ)

06/06/2026

É aniversário do Museu Nacional/UFRJ!

Hoje, 6 de junho, nosso querido museu completa 208 anos!

📌🎉 E será no dia 21 de junho, domingo, que a Quinta da Boa Vista vai receber a nossa grande festa!

A partir das 10h, serão oferecidas, na Alameda das Sapucaias, atrações gratuitas dedicadas à Ciência, Cultura e Memória.

💙 Neste vídeo, a vice-diretora do Museu Nacional, Juliana Sayão, convida o público para essa celebração especial.

🔬Na Tenda Científ**a, o público irá conhecer de perto pesquisas, acervos e coleções do nosso museu de história natural e antropologia, em atividades educativas sobre aves, peixes, insetos, fósseis, mamíferos, arqueologia, línguas indígenas, vida marinha e muito mais.

🎶 Na Tenda Cultural terá programação, com contação de histórias, apresentação do Grupo Zanzar, que aproxima o público das danças brasileiras e das culturas populares, e, às 16h, show da Tocaia, com repertório que passa por clássicos do forró pé de serra, releituras de sucessos atuais e composições autorais.

🔎A programação também contará com visitas educativas pela Quinta da Boa Vista, atividades no Horto Botânico, exibição do documentário “Resgate” seguida de roda de conversa, ações com instituições parceiras, como a mostra fotográf**a e a exibição de vídeos do Projeto Museu Nacional Vive.

📚 Ah, lembre de levar um livro de literatura para trocar na barraca Feira Literária!

Do lado de fora, as atividades em tendas infláveis também vão aproximar o público da ciência, com fósseis, vídeos, observação em microscópio e curiosidades sobre a paleontologia de vertebrados e as pesquisas realizadas na Antártica.

🍽 E a gastronomia está garantida com a parceria da Feira Junta Local.

🎉 208 anos do Museu Nacional/UFRJ: Ciência, Cultura e Memória
🗓 Domingo, 21 de junho
A partir das 10h
📍 Alameda das Sapucaias, na Quinta da Boa Vista
💙 De graça! É só chegar!

Algumas atividades exigem inscrição prévia e têm vagas limitadas.

Chame a família, os amigos e venha celebrar a existência do primeiro museu e casa de ciência do Brasil, fundado por D. João VI em 6 de junho

06/06/2026

Você sabe o que é uma flor unissexuada e a importância de estudá-la?

📽 Neste vídeo, a estudante de iniciação científ**a, Laryssa Costa Martins, apresenta sua pesquisa: anatomia floral da Serjania caracasana.
Ela faz a graduação na Uerj e, no Museu Nacional/UFRJ, desenvolve sua pesquisa no Laboratório de Anatomia Vegetal orientada pela professora Bárbara de Sá Haiad.

Ela definiu seu tema após o contato que teve no projeto de extensão Botânica no Museu, do Programa de Pós-Graduação em Botânica (PPGBot).

Em breve, teremos inscrições abertas pro Botânica no Museu.

No final, a professora Bárbara Haiad conta a importância da estudante de iniciação científ**a contribuir com uma pesquisa de doutorado, e que isso é comum no Museu Nacional.

💙 Gostou de saber? E você conhecia essas formas de ingresso no Museu Nacional?

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, aproveitamos para parabenizar a todos que contribuem para os avanços científicos e a divulgação científ**a na área!

A linguagem do coco de roda, dança e ritmo tradicional afro-indígena originário do Nordeste brasileiro, irá trazer seu c...
04/06/2026

A linguagem do coco de roda, dança e ritmo tradicional afro-indígena originário do Nordeste brasileiro, irá trazer seu colorido especial para a Tenda Cultural da festa dos 208 anos do Museu Nacional/UFRJ, dia 21/6, às 14h, na Quinta da Boa Vista.

💙 O Grupo Zanzar, coletivo que pesquisa e se inspira nas culturas populares brasileiras há 20 anos, irá comandar a atividade gratuita.

Numa roda interativa, serão cantadas canções de domínio público e também de mestres populares, acompanhadas por instrumentos, palmas e coro.

Todos os presentes serão convidados a participar da experiência. Muito especial!

💙 A programação da festa de aniversário começa às 10h, na Quinta da Boa Vista, com diversas atividades na Tenda Cultural, dezenas de barracas na Tenda Científ**a, visitas educativas, exibição de documentário e vídeos, entre outras.

E a gastronomia f**a por conta da Junta Local!

Aproveite e salve a data na sua agenda!

🎉 208 anos do Museu Nacional/UFRJ: Ciência, Cultura e Memória

🗓 Domingo, 21 de junho, a partir das 10h

📍Na frente do Jardim Terraço, na Alameda das Sapucaias, na Quinta da Boa Vista

De graça! É só chegar!

📲 A programação completa está no site http://museunacional.ufrj.br (link na bio).
Quem vem com você pra festa?

📷 Foto: Kita Pedroza
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Essa programação é promovida pelo Museu Nacional/UFRJ e pelo Projeto Museu Nacional Vive, que é resultado de uma cooperação técnica entre a UFRJ, a UNESCO e o Instituto Cultural Vale. A iniciativa é viabilizada pela Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, Governo Federal. Conta com o apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); patrocínio platina da Vale e do Bradesco; patrocínio prata do Itaú; patrocínio bronze da Axia Energia e da Cosan; apoio do J.P. Morgan, da Laranjinha Itaú e da Shell. O Congresso Nacional, o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) também são parceiros.
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Um esqueleto quase completo do crocodilo fóssil do Cretáceo, Mariliasuchus amarali, foi perdido fisicamente no fatídico ...
03/06/2026

Um esqueleto quase completo do crocodilo fóssil do Cretáceo, Mariliasuchus amarali, foi perdido fisicamente no fatídico incêndio que atingiu o Museu Nacional/UFRJ. Mas parte essencial de sua existência científ**a permanece preservada.

É que desde a década de 1990 espécimes da Coleção de Paleovertebrados começaram a ser submetidos à tomografia computadorizada. Com isso, os dados registrados como MN 7381-V seguem integrados à base, permitindo que continue servindo como material de estudo para novas pesquisas em qualquer parte do mundo.

🔎 O caso ajuda a compreender uma das dimensões centrais deste momento de reconstrução do Museu, em relação às coleções científ**as.

💙 O site Harpia do Museu Nacional traz uma matéria, a partir do artigo publicado no início de 2026 no Biological Journal of the Linnean Society, que apresenta pela primeira vez um panorama das Coleções de História Natural da instituição pós-incêndio de 2018, incluindo o resgate de acervos atingidos, coleções que estavam em outros prédios, novas coletas, juntamente com os avanços na digitalização.

📲 Leia agora: https://harpia.mn.ufrj.br/ (link na bio).

: Imagem digital da vista dorsal do crânio do crocodilo fóssil Mariliasuchus amarali, de autoria de Luciana Carvalho, técnica do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ. Sobre a imagem está escrito: "Harpia. Pesquisas. Coleções de História Natural do Museu Nacional ultrapassam 904 mil registros em reconstrução marcada por avanços da digitalização".

01/06/2026

Com o titulo “Língua, Território e Cultura: política linguística de retomada do povo Omágua/Kambeba de São Paulo de Olivença (Alto Rio Solimões – AM)”, o pesquisador José Jesus Seabra Braga defendeu em 27 de maio sua dissertação de mestrado.

Ele foi orientado pela professora do Mestrado Profissional em Linguística e Línguas Indígenas (PROFLLIND) do Museu Nacional/UFRJ, Marci Fileti Martins.

O PROFLLIND é oferecido de forma pioneira pelo Museu Nacional/UFRJ. Trata-se de um curso de pós-graduação stricto sensu presencial que inclui, em seu corpo docente, professores com larga experiência de pesquisa com línguas e grupos indígenas.

Seu público-alvo é constituído por egressos de cursos de graduação ou de cursos de terceiro grau indígena com atuação profissional marcada pelo desafio de enfrentar a materialidade das línguas indígenas e os elos de sua inserção em contextos sociais e culturais específicos. E, ainda, por todos aqueles que necessitem dos instrumentos da Linguística para lidar com as línguas indígenas que são parte do seu universo de trabalho.

📲 Mais informações sobre o PROFLLIND no site do Museu Nacional/UFRJ (link na bio).

Coluna da Direção | O tempo que se espera para o futuro“Tempo, tempo, tempo, tempo, compositor de destinos, tambor de to...
31/05/2026

Coluna da Direção | O tempo que se espera para o futuro

“Tempo, tempo, tempo, tempo, compositor de destinos, tambor de todos os ritmos” nos faz refletir os versos da música “Oração ao Tempo”, de Caetano Veloso.

E sem dúvida este século tem sido bastante desafiador para nossa bicentenária instituição. Depois de um início promissor, com mudanças institucionais e políticas, tivemos um trágico incêndio, uma pandemia e o florescer de uma maldita tendência sociopolítica na contramão dos valores sociais e da própria cognição humana, para, atualmente, estarmos vivendo um tempo de reestruturação.

Para os próximos anos, prezo a multiplicidade de nossos saberes e almejo que a essa seja acrescida uma maior integração de nossos campos de atuação e capacidades, ampliando colaborações e interações, utilizando tecnologias emergentes a serviço do desenvolvimento da ciência, da educação e da cultura e desenvolvendo a naturalidade de nossas inteligências em um mundo de menos fakes e mais news.

Também almejo a manutenção das memórias e a renovação e ampliação dos quadros funcionais, sempre focando no aprimoramento dos relacionamentos e convivências profissionais internas, em direção a um futuro mais empático, onde as figuras humanas que desenvolvem suas atividades no Museu Nacional/UFRJ mantenham uma relação de respeito, superando hierarquias históricas no desenvolvimento da consciência de quão públicas são nossas funcionalidades, sempre priorizando os interesses institucionais em detrimento dos pessoais.

Por fim, desejo visceralmente a retomada de nossa interação social. Para que, em futuro tão breve quanto possível, possamos tornar a ver nossos corredores repletos de visitantes, ávidos por absorver a ciência de alta qualidade que nossas exibições proporcionaram ao longo da história da instituição.

Assim, espero para o futuro um tempo de menos vaidades e mais consciência pública, com a certeza de que, dessa vez contradizendo o poeta, o Museu Nacional vai continuar sendo, mesmo “quando eu tiver saído para fora do seu círculo”.

Sergio Alex Kugland de Azevedo

Diretor do Museu Nacional/UFRJ na gestão 2002-2010

Foto: Diogo Vasconcellos - MN/UFRJ

30/05/2026

Como faz um pesquisador quando ele descobre uma espécie nova?

📽 Neste vídeo, a técnica de laboratório e herbário Renata Santos nos passa um panorama sobre como funciona no caso de espécies botânicas, mostrando o caso de uma espécie de 1853 e outra recente.

🎉 Ah, e você está sabendo que terá atividade no Herbário R nos 208 anos do Museu Nacional, certo?

🗓 Será no dia 21/6, domingo, mas as inscrições são antecipadas e vagas limitadas! Acesse a programação completa dessa celebração de aniversário no link da bio.

💙 E se você tiver uma dúvida relacionada a herbários, deixe aqui nos comentários e poderá ser tema de um próximo vídeo com a equipe do Herbário R!

28/05/2026

Ela tem uma das picadas mais dolorosas conhecidas devido às toxinas injetadas com seu ferrão que f**a no final do abdômen.

🐜 Trata-se da formiga “gigante” conhecida como tocandira ou tocandeira, e descrita cientif**amente como Paraponera clavata (Fabricius, 1775).

📽 Neste vídeo, o curador de Hymenoptera e Trichoptera do Museu Nacional/UFRJ, professor Allan Santos, nos conta curiosidades sobre essa espécie. Ele é coordenador do Laboratório de Sistemática de Trichoptera do Departamento de Entomologia do Museu Nacional.

O efeito da neurotoxina da formiga tocandira é tão potente que pode gerar alucinações na pessoa que foi picada. E essas formigas são usadas por alguns grupos indígenas em rituais de passagem para a vida adulta.

💙 As formigas tocandira foram doadas à Coleção do Museu por Júlia Moreira Hildebrand, mestranda de Ciências Farmacêuticas na UFRJ e que estuda o potencial uso de compostos farmacêuticos desses insetos.

Essas doações são essenciais para a recomposição das coleções do nosso querido museu de história natural e antropologia!

Ah, na ordem Hymenoptera, tem abelhas, formigas e vespas.

Você já conhecia essa espécie?

Tem uma dúvida sobre insetos?

Escreva aqui nos comentários e vamos pedir para os pesquisadores do Museu responder!

Endereço

Quinta Da Boa Vista – Bairro Imperial De São Cristóvão
Rio De Janeiro, RJ
20940040

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