Museu da Cidade do Recife

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Museu da Cidade do Recife O Museu é um espaço para visitação, pesquisa e realização de eventos e atividades culturais. N
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Instalado no Forte das Cinco Pontas em 1982, o Museu da Cidade do Recife abriga acervo de documentos iconográficos de extrema importância para a preservação da história urbana, cultural e social do Recife. São mais de 250 mil imagens, 2.560 títulos, entre livros e revistas, 1.898 peças digitalizadas, incluindo mapas, plantas e projetos de arquitetura, além de um acervo de objetos históricos.

Em razão da realização do primeiro turno das Eleições 2026, o Museu da Cidade do Recife não funciona para visitação nest...
03/10/2026

Em razão da realização do primeiro turno das Eleições 2026, o Museu da Cidade do Recife não funciona para visitação neste domingo (4).

🙂 Lembramos que nosso horário de visitação é de quarta a sexta-feira, das 10h às 17h, e aos sábados e domingos, das 10h às 16h, exceto nos feriados.

Desejamos a todos uma votação tranquila e um bom domingo!

🥬🍊 As feiras livres fazem parte da vida urbana do Recife e ajudam a construir muito mais do que locais de comércio. São ...
17/09/2026

🥬🍊 As feiras livres fazem parte da vida urbana do Recife e ajudam a construir muito mais do que locais de comércio. São espaços de encontro, trabalho, sociabilidade e memória.

De Casa Amarela a Afogados, passando por Água Fria, Beberibe, Nova Descoberta e tantos outros bairros, elas são fundamentais na articulação entre território e população. Criam vínculos, territorialidades e sentimentos de pertencimento, transformando-se em verdadeiras centralidades urbanas e periféricas.

Ao redor das feiras circulam pessoas, mercadorias, saberes e histórias. Elas organizam percursos, movimentam o comércio e se tornam pontos de referência para quem habita a cidade.

📍 Falar das feiras é também falar das formas como o Recife é vivido, apropriado e construído cotidianamente por sua população.

📸 Créditos das imagens:

Inauguração da pavimentação da Feira de Nova Descoberta, 1982. Foto: João Quirino.

Feira Livre e Mercado de Casa Amarela, 1980. Foto: Narciso Lins.

Inauguração da feira livre de Casa Amarela, 1980. Foto: João Quirino.

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Imagem 1: fotografia em preto e branco de uma feira livre, com barracas dos dois lados de um corredor movimentado por comerciantes e frequentadores. Ao centro, dois meninos caminham em direção à câmera.

Imagem 2: fotografia em preto e branco de uma feira livre, com barracas e pessoas ao fundo. Em primeiro plano, uma mesa coberta por uma toalha, com pratos, garrafas e alimentos.

Imagem 3: fotografia em preto e branco de uma feira ao ar livre, com pessoas reunidas ao redor de uma mesa sob um guarda-sol. Há garrafas, pratos e alimentos sobre a mesa, enquanto outras barracas e frequentadores aparecem ao fundo.

MemóriaUrbana

Você sabia que, por muito tempo, a história de Alagoas esteve diretamente ligada à de Pernambuco?No dia 16 de setembro d...
17/09/2026

Você sabia que, por muito tempo, a história de Alagoas esteve diretamente ligada à de Pernambuco?

No dia 16 de setembro de 1817, o Rei Dom João VI assinou o decreto que desmembrou a então Comarca de Alagoas da nossa Capitania, dando a ela a tão sonhada autonomia administrativa. O que começou na histórica Vila de Santa Maria Madalena da Lagoa do Sul (atual Marechal Deodoro) marcou o início de uma nova trajetória para os nossos vizinhos.

Para nós, pernambucanos, a data também é uma oportunidade de lembrar os laços históricos e culturais que aproximam Pernambuco e Alagoas, construídos ao longo de séculos de uma história compartilhada.

No mapa em destaque, a Carta da República dos Estados Unidos do Brazil, de 1892, na qual o território de Alagoas aparece destacado em rosa, ao sul de Pernambuco.

📸 Crédito: Carta da República dos Estados Unidos do Brazil (1892). Autores: Lauriano José Martins Penha e Serzedelo Correia.

: imagem de um mapa antigo, em cores, representando o território do Brasil no final do século XIX. Os diferentes estados aparecem delimitados e identificados. Alagoas está destacado na cor rosa, abaixo de Pernambuco, na região Nordeste.

🖤 NOTA DE PESAR | LÚCIA DE BADIAA Cultura do Recife e o Museu da Cidade do Recife lamentam profundamente o falecimento d...
12/09/2026

🖤 NOTA DE PESAR | LÚCIA DE BADIA

A Cultura do Recife e o Museu da Cidade do Recife lamentam profundamente o falecimento de Lúcia de Badia, uma das grandes guardiãs da memória e da cultura do bairro de São José e do Pátio do Terço.

Filha de criação de Badia, Lúcia dedicou sua vida à preservação das tradições negras do território, mantendo viva a memória da Casa de Badia, da Noite dos Tambores Silenciosos, do carnaval e da culinária ancestral.

Sua trajetória se confunde com a própria história de São José: um bairro de resistência, pertencimento e forte presença da cultura afro-recifense.

Lúcia parte, mas permanece nos tambores, nos cortejos, nos sabores e na memória de quem reconhece a importância do Pátio do Terço para o Recife.

O Museu da Cidade do Recife manifesta solidariedade aos familiares, amigos e a toda a comunidade de São José.

Lúcia de Badia, presente na memória da cidade. 🖤

📷 Lenne Ferreira (Portal Afroitas)

No Meu Bairro desta semana, vamos conhecer um pouco mais sobre os Coelhos, bairro localizado às margens do Rio Capibarib...
11/09/2026

No Meu Bairro desta semana, vamos conhecer um pouco mais sobre os Coelhos, bairro localizado às margens do Rio Capibaribe e que guarda importantes capítulos da história do Recife.

👇 Confira algumas curiosidades sobre a localidade:

🌿 No século XIX, as terras onde hoje está situado o bairro pertenciam à família Coelho Cintra. A região passou a ser chamada de Sítio dos Coelhos, nome que acabou ficando marcado na história da cidade.

⚰️ Antes de pertencer à família Coelho Cintra, durante o período holandês, a região abrigou um cemitério de judeus, onde eram sepultadas pessoas que não professavam a religião católica.

⛪ Um dos marcos históricos do bairro é a Igreja de São Gonçalo, construída em 1712 e que permanece como importante referência da arquitetura e da religiosidade da região.

🏥 Ao lado do centenário Hospital Pedro II, os Coelhos abriga o Instituto Materno Infantil de Pernambuco (IMIP), instituição que presta atendimento à população e se tornou uma das referências da assistência à saúde em Pernambuco.

💬 Você mora, já morou ou frequenta os Coelhos? Compartilhe nos comentários suas lembranças, histórias, personagens marcantes ou lugares especiais do bairro e ajude a construir o nosso inventário participativo sobre os bairros do Recife!

📸 Fotos: Igreja de São Gonçalo, por Alexandre Berzin; Hospital Pedro II, sem identificação de autoria; obras de revitalização no bairro dos Coelhos, de 1982, por Antônio Tenório; e projeto de urbanização dos Coelhos, de 1982, por Quirino. Acervo MCR.

: Carrossel com cinco fotografias históricas em preto e branco do bairro dos Coelhos. As imagens mostram a Igreja de São Gonçalo, o Hospital Pedro II e diferentes aspectos das ruas e das obras de urbanização e revitalização do bairro. Os registros fazem parte do acervo do Museu da Cidade do Recife.

A história de Pernambuco não pode ser compreendida sem reconhecer a presença dos povos indígenas em seu território. Muit...
10/09/2026

A história de Pernambuco não pode ser compreendida sem reconhecer a presença dos povos indígenas em seu território. Muito antes da formação das cidades e das divisões políticas que conhecemos hoje, diferentes povos já ocupavam, percorriam e construíam relações com essas terras. Uma presença que atravessou séculos de conflitos, deslocamentos e transformações e que permanece viva na sociedade pernambucana.

Essa história também está presente no acervo fotográfico do Museu da Cidade do Recife. 📷

Entre as imagens preservadas pela instituição encontram-se registros realizados entre as décadas de 1940 e 1950 em diferentes localidades do estado. Dois conjuntos nos aproximam, especialmente, da presença indígena no interior de Pernambuco: fotografias produzidas em Águas Belas, território historicamente associado ao povo Fulni-ô, e em Tacaratu, onde se encontra a presença do povo Pankararu.

Guardadas ao longo das décadas no acervo do Museu, essas fotografias são documentos de um determinado tempo e de um determinado olhar sobre os povos indígenas. Hoje, ao revisitá-las, podemos ir além da simples identificação de personagens, lugares e costumes. Elas nos convidam a refletir sobre memória, território, identidade e resistência, mas também sobre as formas como os povos indígenas foram historicamente registrados e representados.

Mais do que imagens de um passado distante, esses registros dialogam com um presente marcado pela permanência e pelo protagonismo dos povos indígenas em Pernambuco.

Pankararu ÁguasBelas Tacaratu AcervoFotográfico

Você sabia que o icônico Mercado de São José foi inaugurado bem no Dia da Independência, em 7 de setembro de 1875?Inspir...
07/09/2026

Você sabia que o icônico Mercado de São José foi inaugurado bem no Dia da Independência, em 7 de setembro de 1875?

Inspirado no mercado de Grenelle, em Paris, ele carrega o título de primeiro edifício pré-fabricado em ferro do Brasil! Na sua grande inauguração, marcaram presença grandes autoridades da época, como o presidente da Província, Henrique Pereira de Lucena (o Barão de Lucena), e o pró-presidente da Câmara, João Pedro das Neves.

📖 Uma relíquia guardada a sete chaves:

O passado desse gigante cultural é TÃO vivo que o Museu da Cidade do Recife guarda em seu acervo o primeiro livro de visitação do mercado, um verdadeiro tesouro documental que registra os primeiros passos dessa história centenária!

As imagens deste carrossel mostram detalhes desse documento histórico: a capa do livro, uma página com assinaturas de visitantes, entre elas a de Joaquim Nabuco, e sua folha de rosto.

🔎 Curiosidades que marcam época:

• Sabia que as bicas de água da chuva no telhado têm formato de cabeças de animais?

• O local onde ele foi construído abrigava antigamente o Mercado da Ribeira de Peixes.

• Recentemente, o mercado foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial do Recife! E, durante as escavações de suas obras atuais, até vestígios arqueológicos subterrâneos foram descobertos.

Atualmente, o Mercado de São José passa por uma grandiosa obra de restauração estrutural realizada pela Prefeitura do Recife para devolver todo o esplendor desse patrimônio aos recifenses e turistas, com conclusão prevista para os próximos anos.

📸 Crédito:
Foto 1 e 2: Alexandre Berzin/acervo MCR
Foto 1: Capa dura do primeiro livro de visitação do Mercado de São José. Acervo MCR.
Foto 2: Página do primeiro livro de visitação, com assinaturas, entre elas a de Joaquim Nabuco. Acervo MCR.
Foto 3: Folha de rosto do primeiro livro de visitação do Mercado de São José. Acervo MCR.

: Carrossel com cinco imagens. As duas primeiras do mercaso, e as demais do antigo livro de visitação do Mercado de São José.

5 de setembro marca uma data importante na história da Praça da República. Foi nesse dia, em 1875, que o projeto paisagí...
05/09/2026

5 de setembro marca uma data importante na história da Praça da República. Foi nesse dia, em 1875, que o projeto paisagístico de um dos espaços mais emblemáticos do Recife foi oficializado.

Mas a história desse lugar começou muito antes. No século XVII, durante o governo de Maurício de Nassau, essa área integrou o complexo do Palácio de Friburgo, uma das construções mais marcantes do período neerlandês. Erguido na então Ilha de Antônio Vaz, o palácio era cercado por um grande jardim, onde eram cultivadas frutas e plantas tropicais e mantidas diversas espécies da fauna de Pernambuco. O espaço refletia o interesse de Nassau pelo conhecimento da natureza brasileira e pela criação de uma paisagem que reunia ciência, contemplação e poder.

Séculos depois, no século XIX, o local passaria por uma nova transformação, inspirada pelas grandes reformas urbanas europeias, principalmente as realizadas em Paris. A intenção era substituir o aspecto colonial, considerado à época desordenado, por uma cidade mais planejada.

Foi nesse contexto que o engenheiro francês Emile Beringer, também conhecido como Beranger, então diretor de Obras Públicas da província, elaborou o plano paisagístico da praça, inspirado nos jardins europeus.

O projeto paisagístico foi oficializado em 5 de setembro de 1875. O traçado de Beringer deu uma nova configuração ao espaço que, décadas mais tarde, em 1936, receberia a intervenção de Roberto Burle Marx, incorporando elementos da flora tropical à estrutura clássica existente.

Assim, a atual Praça da República reúne diferentes camadas da história do Recife: do Palácio de Friburgo e seus jardins no século XVII, passando pelo paisagismo de inspiração europeia do século XIX, até a valorização da vegetação tropical proposta por Burle Marx no século XX. Hoje, a praça é cercada pelo Palácio do Campo das Princesas, Palácio da Justiça e Teatro de Santa Isabel e abriga árvores centenárias, entre elas o seu famoso baobá.

📸 Crédito: Praça da Independência/Campo das Princesas. Foto de Marc Ferrez, 1875. Livro Velhas Fotografias Pernambucanas 1851-1890.// Palácio de Friburgo da Cidade Maurícia (detalhe de FRIBVRGVM, gravura de Frans Post, c. 1643).

🦠 Há 108 anos, o Recife recebia uma embarcação que ficaria marcada na história da cidade por um motivo inesperado.🚢  Em ...
01/09/2026

🦠 Há 108 anos, o Recife recebia uma embarcação que ficaria marcada na história da cidade por um motivo inesperado.

🚢 Em 1º de setembro de 1918, o v***r inglês SS Demerara, vindo de Liverpool e seguindo viagem pela América do Sul, passou pelo Porto do Recife. A bordo, passageiros e tripulantes conviviam com uma doença que se espalhava rapidamente pelo mundo: a influenza responsável por uma das maiores pandemias do século XX, conhecida como Gripe Espanhola.

Mas a história da epidemia no Recife não pode ser contada apenas a partir da chegada de um navio. A região portuária tornou-se um dos primeiros espaços associados à disseminação da doença. Trabalhadores dos armazéns, que moravam em diferentes pontos da cidade, adoeceram. A própria Diretoria de Higiene Pública chamou os primeiros casos entre esses trabalhadores de “mal dos armazéns”.

Em poucas semanas, a epidemia alterou profundamente o cotidiano recifense. O comércio fechou portas, a circulação dos bondes foi reduzida e até médicos, enfermeiros e funcionários da assistência pública adoeceram.

Afogados esteve entre as áreas mais duramente atingidas. São José, Poço, Várzea e Graças também aparecem nos registros oficiais. Outras fontes revelam ainda a presença intensa da doença nos Coelhos, Remédios, Torre, Santo Amaro, Encruzilhada, Feitosa, Matinha e Cordeiro.

🏚️ Cerca de 75% das mortes ocorreram dentro das casas. Eram, muitas vezes, habitações sem iluminação e ventilação adequadas, situadas em ruas estreitas e em territórios onde a precariedade urbana tornava ainda mais difícil enfrentar a doença. A Gripe Espanhola, portanto, não apenas atravessou o Recife. Ela desenhou uma cartografia das desigualdades da cidade.

🤔 E por que “Gripe Espanhola”? O nome não significa que a doença tenha surgido na Espanha. Durante a Primeira Guerra Mundial, a imprensa espanhola pôde divulgar amplamente informações sobre a epidemia porque o país permanecia neutro e não estava submetido à mesma censura de guerra existente em outras nações europeias. A intensa cobertura acabou associando a doença à Espanha.

📸 Crédito das imagens: Construção do Porto do Recife. Foto: NID. // SS Demerara. Foto: BBC News Brasil.

01/09/2026

Fomos destaque no quadro Histórias Daqui, da , e foi lindo ver o nosso acervo e o Forte das Cinco Pontas ocupando a telinha do TV Jornal Meio-Dia!

Mostramos por lá o motivo do Forte ter 4 pontas (apesar do nome!), memórias marcantes como o sino e a porta da antiga Igreja dos Martírios, e a nossa famosa parede com os 94 bairros da cidade. Aperte o play e confere!

Endereço

Praça Das Cinco Pontas
Recife, PE
50020-500

Horário de Funcionamento

Terça-feira 10:00 - 16:00
Quarta-feira 10:00 - 16:00
Quinta-feira 10:00 - 16:00
Sexta-feira 10:00 - 16:00
Sábado 10:00 - 16:00
Domingo 10:00 - 16:00

Telefone

+558131343755

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