Museu Paranaense

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Museu Paranaense O Museu Paranaense apresenta exposições de curta e longa duração nas áreas de antropologia, arqueologia, história, arquitetura e arte.
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Instalado na antiga residência Garmatter, a instituição possui em seu acervo mais de 800 mil itens. Idealizado por Agostinho Ermelino de Leão e José Candido Murici, o Museu Paranaense foi inaugurado no dia 25 de setembro de 1876, no Largo da Fonte, hoje Praça Zacarias, em Curitiba. Com um acervo de 600 peças, entre objetos, artefatos indígenas, moedas, pedras, insetos, pássaros e borboletas, era então, o primeiro no Paraná e o terceiro no Brasil. Em 1882, de particular transformou-se em órgão oficial de governo. A partir daí, passou a receber contínuas doações. Deixa de ser um simples depósito para ser um centro de instrução e pesquisa, propiciando a vinda de “missões científicas” para o Paraná. Foi dirigido por grandes nomes da sociedade paranaense, entre eles Agostinho Ermelino de Leão, Romário Martins e Loureiro Fernandes. Desde a sua inauguração o Museu Paranaense ocupou seis sedes, até fixar-se na atual, o Palácio São Francisco. Atualmente o Museu Paranaense desenvolve estudos nas áreas da Arqueologia, Antropologia e História. Sua nova sede está estruturada para a realização de projetos e atividades culturais, atingindo os diversos segmentos sociais. Possui laboratórios, biblioteca, auditório, além de salas de exposições permanentes e exposições temporárias. Destaque para o Pavilhão da História do Paraná que faz a “linha do tempo” desde a pré-história, 8000 anos antes da época atual, até o início do século XX, com a integração dos imigrantes ao nosso Estado.

05/10/2026

Abertura do agendamento para visitas mediadas em novembro e dezembro 👥

A abertura da agenda para realização de visitas mediadas no Museu Paranaense nos meses de novembro e dezembro acontece hoje, dia 05/10. O link para o agendamento estará disponível no site do MUPA, às 14h.

Informações importantes:
👉🏾 Destinadas a grupos de 10 a 40 pessoas, as visitas recebem crianças de 3 a 5 anos, estudantes do ensino fundamental, médio, superior e também grupos não escolares.
👉🏾 A mediação é realizada pelo Núcleo Educativo do MUPA. No ato da inscrição, é possível escolher entre diferentes circuitos temáticos pelas exposições em cartaz, sempre adaptados para cada faixa etária.
👉🏾 As visitas são gratuitas, acontecem nos períodos da manhã e da tarde, e têm duração de 1h30.
👉🏾 Acesse o link na bio para mais informações!

Registros da 20ª Primavera dos Museus no MUPA🌻A Primavera dos Museus é uma iniciativa anual do Ibram que visa fomentar a...
30/09/2026

Registros da 20ª Primavera dos Museus no MUPA🌻

A Primavera dos Museus é uma iniciativa anual do Ibram que visa fomentar ações que aproximem diferentes públicos das instituições culturais, fortalecendo vínculos com os territórios e contribuindo para a superação de barreiras físicas, sociais, comunicacionais e simbólicas.

Neste ano, em sua vigésima edição, as ações foram norteadas pelo tema “Museus para todas as pessoas”, propondo uma ampliação no diálogo sobre o direito à memória, ao patrimônio cultural, à participação e ao pertencimento.

Para integrar essa programação nacional, o Museu Paranaense promoveu, nos dias 22 e 24 de setembro, visitas mediadas para dois grupos previamente agendados, em parceria com o Grupo Marista e o CREAS de Campo Magro, acolhendo pessoas com deficiência e jovens inseridos em medidas socioeducativas. Confira os registros!

📸 Museu Paranaense

Conheça o acervo do MUPA: Fósseis de braquiópodes 🐚Os braquiópodes são invertebrados marinhos com formas peculiares, pod...
24/09/2026

Conheça o acervo do MUPA: Fósseis de braquiópodes 🐚

Os braquiópodes são invertebrados marinhos com formas peculiares, podendo ser encontrados em diferentes profundidades e períodos, cuja principal função é filtrar nutrientes presentes na água, sendo importantes no ecossistema marinho e relevantes nos estudos sobre mudanças climáticas.

Durante a construção da estrada de ferro paranaense, nos municípios de Ponta Grossa e Tibagi, foram descobertos muitos fósseis da fauna devoniana, datada do período entre 400 e 360 milhões de anos atrás. Na Formação Ponta Grossa, esses pequenos animais foram encontrados fossilizados nas rochas, como siltitos e folhelhos ferruginosos cinza a amarelados. Suas conchas possuíam ornamentações radiais constituídas por costelas ou plicas, podendo apresentar ramificações ou intercalações.

As coleções paleontológicas abrigadas no Museu Paranaense possuem diversos fósseis de braquiópodes devonianos da Bacia do Paraná, doados por pesquisadores como David Carneiro e Claudia Parellada, que reuniram em suas trajetórias acadêmicas amostras oriundas de afloramentos rochosos da região de Ponta Grossa.

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1 e 7: Valva ventral de fósseis dos braquiópodes Australospirifer iheringi Kayser (1900) em folhelhos da Formação Ponta Grossa, Coleção David Carneiro.
3 e 4: Valva ventral e valva dorsal de fóssil do braquiópode Australospirifer kayserianus Clarke (1913), Formação Ponta Grossa, Coleção David Carneiro.
5: Contra-molde de valva do braquiópode Australocoelia boucati em bloco de folhelhos da Formação Ponta Grossa, Coleção Claudia Parellada.
8: Moldes e contra-moldes de valvas dorsais e ventrais dos braquiópodes Australocoelia palmata e Australocoelia boucati em folhelhos da Formação Ponta Grossa, Coleção Claudia Parellada.

Acervo Museu Paranaense.

Dia Nacional de Defesa da Fauna: o Bicho-Preguiça 🦥Conhecidos pelos movimentos lentos e pela vida predominantemente arbo...
22/09/2026

Dia Nacional de Defesa da Fauna: o Bicho-Preguiça 🦥

Conhecidos pelos movimentos lentos e pela vida predominantemente arborícola, os bichos-preguiça são espécies nativas das regiões tropicais das Américas Central e do Sul. No território brasileiro, estão distribuídos por vários biomas e regiões, principalmente na Amazônia e na Mata Atlântica.

Apesar da variedade de espécies, de acordo com a Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN - União Internacional para a Conservação da Natureza, há pelo menos três em perigo de extinção, sendo duas delas predominantes nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Sergipe.

Mais do que imagens curiosas, esses registros nos aproximam da história das pesquisas e das coleções científicas que compõem a trajetória do Museu Paranaense, e são também indícios do encantamento do fotógrafo, Vladimir Kozák, pela biodiversidade do Brasil.

📸 Coleção Vladimir Kozák. Acervo Museu Paranaense.

20ª Primavera dos Museus no MUPA🌻Promovida anualmente pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), a Primavera dos Museu...
18/09/2026

20ª Primavera dos Museus no MUPA🌻

Promovida anualmente pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), a Primavera dos Museus é uma iniciativa que visa incentivar museus, Pontos de Memória e instituições culturais a desenvolverem ações que aproximem diferentes públicos, valorizem histórias e identidades diversas, fortaleçam vínculos com os territórios e contribuam para a superação de barreiras físicas, sociais, comunicacionais e simbólicas.

Neste ano, com o tema norteador “Museus para todas as pessoas”, a Primavera dos Museus convida instituições de todo o Brasil a refletirem sobre como tornar os museus espaços cada vez mais acessíveis, inclusivos, diversos e representativos. Para celebrar essa semana temática, o Museu Paranaense promove visitas especiais para grupos previamente agendados, em parceria com duas instituições: Grupo Marista e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) de Campo Magro. Nestas ocasiões, serão atendidas pessoas com deficiência e jovens inseridos em medidas socioeducativas.

A iniciativa integra, ainda, um dos programas fomentados pelo Núcleo Educativo do MUPA: o MUPA Aproxima. Compreendendo o museu como um espaço que deve ser inclusivo em todas as suas frentes de atuação, possibilitando a abertura ao diálogo e à escuta de forma sensível e inclusiva a quem muitas vezes não tem acesso a espaços museais, o programa promove o atendimento de grupos de idades e perfis variados, vinculados a instituições de acolhimento socioeconômico, proteção social e inclusão.

📸 Museu Paranaense

Conheça o acervo do MUPA: Serviço de taxidermia 🐒A instalação do Museu Paranaense em sua quarta sede, junto à rua Buenos...
15/09/2026

Conheça o acervo do MUPA: Serviço de taxidermia 🐒

A instalação do Museu Paranaense em sua quarta sede, junto à rua Buenos Aires, permitiu que entre as décadas de 1930 e 1950 a instituição ampliasse suas coleções, organizasse melhor seus espaços expositivos e colocasse em prática uma série de pesquisas de História Natural.

Foi nesse contexto que o então diretor do museu, José Loureiro Fernandes, com o intuito de profissionalizar a instituição e aprimorar sua produção técnico-científica, reorganizou as áreas de trabalho, criando, entre elas, o “serviço de taxidermia”, chefiado pelo profissional André Meyer, que realizou uma série de coletas por praticamente todo o território paranaense, com especial presença nas regiões centro-sul e noroeste do Estado.

A perspectiva transdisciplinar adotada pelo museu possibilitou a Meyer compor uma equipe de trabalho com outros colegas pesquisadores, como Jesus Moure, Carlos Gofferjé, Wilson Agulham e o próprio Loureiro Fernandes. Em 1941, o taxidermista passou a receber auxiliares técnicos, entre eles Rudolf Bruno Lange, que décadas depois publicaria a primeira lista de mamíferos do Paraná.

No ano de 1956, o acervo produzido por Meyer e seus colaboradores foi disperso com o fim da coleção de História Natural do Museu Paranaense, sendo o destino principal o Instituto de História Natural, administrado pela Secretaria de Agricultura do Estado do Paraná, permanecendo no Museu Paranaense apenas alguns exemplares taxidermizados, como a capivara atualmente em exibição na exposição Objeto Sujeito.

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1, 3 e 4: André Meyer e animais taxidermizados.
5: Sede do Museu Paranaense na Rua Buenos Aires.
7 a 10: Animais taxidermizados.
11 e 12: Exposição “Objeto Sujeito”. Foto: Eduardo Macarios.

Acervo Museu Paranaense.

Acervos em movimento 🔄Ao longo de sua trajetória, o Museu Paranaense coletou, catalogou e registrou milhares de bens mus...
10/09/2026

Acervos em movimento 🔄

Ao longo de sua trajetória, o Museu Paranaense coletou, catalogou e registrou milhares de bens museológicos de diferentes tipologias. Com suas mudanças de sede, perpassando sete endereços distintos, a instituição diversificou suas configurações até chegar aos moldes atuais.

Parte dos acervos que um dia compuseram o Museu Paranaense contribuíram para a criação e consolidação de outras instituições como o Museu de História Natural do Capão da Imbuia (MHNCI) e o Instituto de Biologia e Pesquisas Tecnológicas (IBPT), atual Tecpar.

Na contemporaneidade, os acervos do Museu Paranaense continuam colaborando para além de suas dependências, por meio da circulação de bens museológicos entre instituições e pesquisadores parceiros. Foram inúmeras colaborações com instituições museais e culturais no Paraná e demais localidades do Brasil e do exterior.

Em período recente, destaca-se a exposição “Histórias das mulheres”, realizada no Museu de Arte de São Paulo (MASP) em 2019, com a presença de obras da artista paranaense Iria Corrêa; a exposição”Véxoa: We Know”, no Tufts University Art Galleries (EUA), em 2023, que incluiu o empréstimo de uma obra do Coletivo Kókir; e a exposição “A riqueza de um patrimônio em movimento: por dentro da vida e da coleção Vladimir Kozák”, realizada em 2026 nas cidades de Pato Branco e Londrina, por meio do projeto Satélites da SEEC.

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1 e 2: Iria Corrêa. Retrato de Delfica Guimarães e Joaquina Correia Guimarães, séc. XIX.
3: Coletivo Kókir. Epry venkhãpóv (Encruzilhada), 2022.
4, 5, 7, 9 e 11: Coleção Vladimir Kozák.
6: Rahetô. Povo Iny-Karajá.
8: Möu. Povo Xetá.
10: Autoria desconhecida.

Dia Internacional da Mulher Indígena e Dia da Amazônia 🌿Quem visita a exposição “Mejtere: histórias recontadas” se depar...
05/09/2026

Dia Internacional da Mulher Indígena e Dia da Amazônia 🌿

Quem visita a exposição “Mejtere: histórias recontadas” se depara com uma obra pintada pelas mãos de Kokodjy Kayapó, Bekwynhtokti Kayapó e Moxare Kayapó, feita em jenipapo e carvão sobre tecido, repleta de desenhos que fazem parte do mundo Mebêngôkre-Kayapó — povo que habita uma rica e imponente zona de transição entre a Amazônia e o Cerrado.

A obra foi feita especialmente para o Museu Paranaense, em ocasião da vinda de um grupo de seis integrantes da aldeia Kubenkrãnkej, no sul do Pará, para o Programa Público “Se enfiasse os pés na terra: relações entre humanos e plantas”, em 2022.

Inserida na exposição, ela compõe o núcleo “Fiandeiras e guardiãs: carregando histórias”, na qual as mulheres indígenas são exaltadas como “aquelas que carregam o que deve ser mantido, tanto a vida como as manifestações ancestrais”.

A visita ao MUPA contou, ainda, com uma oficina de pintura corporal tradicional, momento no qual compartilharam suas habilidades e saberes ancestrais com o público do museu, e um potente encontro com as peças de seus antepassados, guardadas pela instituição desde meados do século passado.

Aproveite o feriado e venha visitar o MUPA!



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1: Daniel Tiberio Luz
2: Alexandre Mazzo
3: Marco Novack
5-7: Kraw Penas / SEEC
8-10: Eduardo Macarios

Vilanismo no MUPA! 🏴De julho a outubro de 2026, o espaço expositivo do MUPA é ocupado pela Irmandade Vilanismo (), colet...
03/09/2026

Vilanismo no MUPA! 🏴

De julho a outubro de 2026, o espaço expositivo do MUPA é ocupado pela Irmandade Vilanismo (), coletivo de artistas negros de São Paulo, com a exposição 500 Braças. Ocupando diversas áreas do museu, a mostra coloca em discussão a medida fundiária instituída pela Lei de Terras de 1850, historicamente associada a mecanismos de exclusão de populações negras e indígenas.

O projeto 500 Braças () englobou não apenas a exposição, mas também uma residência artística realizada em parceria com o Caderno Listrado () e o CEAS – Centro Experimental de Arte Serigráfica (.arte), ateliê referência em serigrafia na capital paranaense.

Nas palavras de Clarissa Diniz, que assina o texto crítico, partindo dessas reflexões e experiências, os artistas “transformam sua prática artística em instrumento de reivindicação, organizando-se em torno de uma demanda que já nasce histórica: a conquista de um chão-ateliê coletivo capaz de abrigar seus trabalhos, encontros e futuros”.

Aproveite o feriado e venha conhecer a exposição!



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1: Florebela Leticia
2, 3, 5 e 6: Maycon Cavalcante
4: Museu Paranaense

Conheça o acervo do MUPA: Kozák e o posto antiofídico de Minas Gerais 🐍As serpentes cruzaram os caminhos do fotógrafo e ...
31/08/2026

Conheça o acervo do MUPA: Kozák e o posto antiofídico de Minas Gerais 🐍

As serpentes cruzaram os caminhos do fotógrafo e documentarista Vladimir Kozák em vários contextos, certamente nos ambientes rurais e florestais por onde ele circulava a propósito das expedições de pesquisa, mas também de forma intencional, em razão de sua visita ao Posto Antiofídico de Minas Gerais.

Em meados do século passado, Kozák visitou a Fundação Ezequiel Dias, fundada no ano de 1907 em Belo Horizonte, órgão filiado ao Instituto Oswaldo Cruz. Em 1918, foi ali também estabelecido o Posto Antiofídico de Minas Gerais, um centro voltado para a manutenção e o estudo de animais peçonhentos e um serpentário, existentes até os dias atuais.

Agregando cobras, serpentes, aranhas e escorpiões, sua principal finalidade era, e ainda é, a extração do veneno para produção de soros antiofídicos de diferentes variedades, como da jararaca (gênero Bothrops), da surucucu (Lachesis), da cascavel (Crotalus) e da coral-verdadeira (Micrurus) — algumas delas registradas pelas lentes de Kozák na ocasião de sua visita.

Sob guarda do Museu Paranaense, a coleção de registros produzidas pelo fotógrafo abrange ainda outras diversas espécies de animais que compõem a fauna brasileira, encontrados por Kozák em suas expedições e visitas institucionais Brasil afora, incluindo mamíferos, répteis, aves e insetos.

📸 Coleção Vladimir Kozák. Acervo Museu Paranaense.

Endereço

Rua Kellers, 289/Alto São Francisco
Curitiba, PR
80410-100

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 17:00
Terça-feira 09:00 - 17:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
Quinta-feira 09:00 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 18:00
Sábado 10:00 - 13:00
15:00 - 16:00
Domingo 09:00 - 17:00

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