Museu Arqueológico e Histórico do Planalto Central DF - Brasil

Museu Arqueológico e Histórico do Planalto Central   DF - Brasil Diretora: Dra Rosângela Azevedo Corrêa
Faculdade de Educação - Universidade de Brasília

O Museu AHPC é itinerante para dar a conhecer a eco-história do Cerrado e a produção de diversas ciências: arqueologia, paleontologia, antropologia, museologia, história. O Museu Arqueológico e Histórico do Planalto Central tem o objetivo de dar a conhecer a sociedade uma história desconhecida, a Eco-história do Cerrado, uma história que está relacionada a mais antiga ocupação humana ocorrida na

região há cerca de 11 mil anos. Aproveitamos para divulgar informações sobre diversos temas/situações/problemas relacionados com a Paleontologia, Museologia, Antropologia Social, Arqueologia e a História no Brasil e no mundo.

O Museu Arqueológico e Histórico do Planalto Central endossa a manifestação da Associação Brasileira de Antropologia con...
20/03/2026

O Museu Arqueológico e Histórico do Planalto Central endossa a manifestação da Associação Brasileira de Antropologia contra a extinção do IPHAN pelo Partido Liberal.

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A Associação Brasileira de Antropologia repudia veementemente o Projeto de Lei n° 1007 de 2026, proposto pelo Capitão Augusto Deputado Federal PL-SP, que dispõe sobre a extinção do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).
Criado em 1937, o IPHAN é uma das instituições públicas mais longevas da história institucional brasileira. Trata-se de uma autarquia, vinculada ao Ministério da Cultura, com atuação nacional por meio de suas 27 Superintendências (uma em cada Unidade Federativa); 37 Escritórios Técnicos, seis Unidades Especiais - Centro Lucio Costa, Sítio Roberto Burle Marx, Paço Imperial, Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular, Centro Nacional de Arqueologia e Centro de Documentação do Patrimônio.
O IPHAN é responsável pela preservação e promoção do Patrimônio Cultural Brasileiro, com o objetivo de assegurar a proteção e longevidade do legado dos mais distintos bens culturais que compõem o amplo mosaico das memórias coletivas e da história dos grupos que compõem a sociedade brasileira em suas gerações presentes e futuras.
[...]
A proposta de extinção do IPHAN constitui-se em um acinte à história do Brasil, à história do IPHAN, aos seus dedicados e comprometidos servidores e à toda a sociedade brasileira. Representa um inaceitável retrocesso institucional e um desrespeito às políticas públicas que há quase um século, promovem responsável e eticamente a proteção da memória,
da cultura e das identidades plurais que constituem o Brasil.
A Associação Brasileira de Antropologia pede o arquivamento do referido projeto de Lei, por considerá-lo um ataque ao Estado democrático de direito, no que tange aos direitos culturais da sociedade brasileira.

A Associação Brasileira de Antropologia repudia veementemente o Projeto de Lei n° 1007 de 2026, proposto pelo Capitão Augusto Deputado Federal PL-SP, que dispõe sobre a extinção do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

Criado em 1937, o IPHAN é uma das instituições públicas mais longevas da história institucional brasileira. Trata-se de uma autarquia, vinculada ao Ministério da Cultura, com atuação nacional por meio de suas 27 Superintendências (uma em cada Unidade Federativa); 37 Escritórios Técnicos, seis Unidades Especiais - Centro Lucio Costa, Sítio Roberto Burle Marx, Paço Imperial, Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular, Centro Nacional de Arqueologia e Centro de Documentação do Patrimônio.

O IPHAN é responsável pela preservação e promoção do Patrimônio Cultural Brasileiro, com o objetivo de assegurar a proteção e longevidade do legado dos mais distintos bens culturais que compõem o amplo mosaico das memórias coletivas e da história dos grupos que compõem a sociedade brasileira em suas gerações presentes e futuras.

[...]

A proposta de extinção do IPHAN constitui-se em um acinte à história do Brasil, à história do IPHAN, aos seus dedicados e comprometidos servidores e à toda a sociedade brasileira. Representa um inaceitável retrocesso institucional e um desrespeito às políticas públicas que há quase um século, promovem responsável e eticamente a proteção da memória,
da cultura e das identidades plurais que constituem o Brasil.
A Associação Brasileira de Antropologia pede o arquivamento do referido projeto de Lei, por considerá-lo um ataque ao Estado democrático de direito, no que tange aos direitos culturais da sociedade brasileira.

Leia a nota completa:https://www.abant.org.br/files/20260312_69b2f6f4d59d5.pdf

A Comunidade Remanescente de Quilombo Eva Maria de Jesus, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, será o primeiro quilombo ...
12/03/2026

A Comunidade Remanescente de Quilombo Eva Maria de Jesus, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, será o primeiro quilombo tombado do país.
O quilombo foi criado pela benzedeira e alforriada Eva Maria de Jesus, a “Tia Eva” (1848–1929). A comunidade se consolidou como um marco importante da resistência negra no Mato Grosso do Sul.
O processo de tombamento começou nos primeiros meses de 2024, a partir do diálogo dos técnicos do Iphan com moradores do quilombo. O trabalho foi orientado pela Portaria Iphan nº 135, de 20 de novembro de 2023, que regulamentou esse procedimento para documentos e sítios que contenham memórias históricas dos antigos quilombos.
Por meio da portaria, foi criado um Livro do Tombo específico para os quilombos e uma série de princípios, como a autodeterminação e a consulta prévia, livre e informada das comunidades quilombolas.
A norma destaca o protagonismo da população afro-brasileira na luta pela liberdade (por meio dos fenômenos do quilombismo e aquilombamento), valoriza princípios antirracistas nas ações patrimoniais e reconhece a resistência quilombola contra a escravização e a discriminação histórica.

Reportagem completa:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/quilombo-em-mato-grosso-do-sul-sera-o-primeiro-tombado-pelo-iphan

Comunidade foi criada pela benzedeira e alforriada Eva Maria de Jesus, que morreu em 1929, e será registrada nesta terça-feira em novo livro do instituto para quilombos.

No Brasil, o uso do LiDAR é bem recente – começou em 2024, no projeto Amazônia Revelada, que tem como meta escanear cada...
10/03/2026

No Brasil, o uso do LiDAR é bem recente – começou em 2024, no projeto Amazônia Revelada, que tem como meta escanear cada vez mais áreas da floresta em busca de sítios arqueológicos. Esses sítios são caracterizados por geoglifos, formados por valas ou montículos de grandes dimensões, e outros indícios confirmados no local, como a presença de terra preta, um solo rico em nutrientes criado por indígenas que viveram na floresta há milhares de anos.
Além do avanço tecnológico, há mais arqueólogos interessados em trabalhar na Amazônia e verbas disponíveis, como mostra a iniciativa Amazônia +10, uma aliança de fundações estaduais de fomento que apoia projetos de pesquisa de várias disciplinas na região da floresta.
Reportagem:
https://www.dw.com/pt-br/arqueologia-na-amaz%C3%B4nia-ganha-for%C3%A7a-com-tecnologia-e-mais-verbas/a-76280184

Uso de radar a laser para encontrar sítios antigos sob a floresta tem impulsionado pesquisas, apoiadas por nova geração de arqueólogos e engajamento de indígenas. Descobertas têm mudado percepção sobre passado da região

Publicada em Portugal, a Etnográfica é uma revista quadrimestral de antropologia social e cultural. Publica artigos orig...
10/03/2026

Publicada em Portugal, a Etnográfica é uma revista quadrimestral de antropologia social e cultural. Publica artigos originais em português, inglês, espanhol e francês. Abordando uma grande diversidade de contextos etnográficos, privilegia a qualidade da pesquisa empírica, a diversidade de perspectivas analíticas e a inovação teórica.
Acesso:

30 (1) | 2026
Vol. 30 (1)
https://journals.openedition.org/etnografica/index.html

O 18º Encontro Nacional de História Oral, traz como tema "Oralidades plurais na construção de um futuro de justiça climá...
10/03/2026

O 18º Encontro Nacional de História Oral, traz como tema "Oralidades plurais na construção de um futuro de justiça climática", e será um espaço de reflexão crítica sobre memória, narração e escuta na construção de conhecimento sobre o tempo presente, interrogando o papel e as responsabilidades da história oral diante da emergência climática.
Consolidado como fórum de abordagem dos desafios metodológicos, epistemológicos, políticos, socioculturais e tecnológicos da história oral, da história do tempo presente e dos estudos da memória, o Encontro parte do pressuposto de que a história oral nos convoca a pensar as possibilidades de um futuro com justiça social, ambiental e epistêmica, comprometendo a produção de conhecimento com melhores condições de vida para todas e todos.
Informações:
https://doity.com.br/abho2026

O 18º Encontro Nacional de História Oral acontecerá em Brasília, de 12 a 16 de outubro de 2026. É o principal espaço de reflexão crítica sobre memória, narração e escuta na construção de conhecimento sobre o tempo presente no Brasil.

Com grande satisfação anunciamos a VI Reunião da Regional Norte da Sociedade de Arqueologia Brasileira, a ser realizada ...
10/03/2026

Com grande satisfação anunciamos a VI Reunião da Regional Norte da Sociedade de Arqueologia Brasileira, a ser realizada na cidade de Santarém, no período de 26 de julho a 02 de agosto de 2026. O evento será realizado nos auditórios do campus da Universidade Federal do Oeste do Pará (Santarém), contando ainda com espaço para a SABinha, localidade com cuidadores(as) do público infantil, para a plena participação de mães, pais e responsáveis por crianças.
A VI Reunião da SAB Norte tem como tema “Arqueologia no berço da diversidade”, refletindo como a Amazônia foi e continua sendo a residência de muitos povos com diversos conhecimentos e práticas.

A primeira circular do evento se encontra em: https://drive.google.com/file/d/1T8QaCQ3T9qjMHgTuH0m4Zq9Gwvdl-zDo/view?usp=sharing

Mais informações:

https://www.even3.com.br/vi-reuniao-da-sab-norte-693542/?utm_source=ig&utm_medium=social&utm_content=link_in_bio&fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQMMjU2MjgxMDQwNTU4AAGnlfWzweGoGMD1auMu6WYxyr3YEZPet3TqitkNbpiQhKr0bDpCx1xscsn1JsA_aem_F2E5ftXoCWdw_I-gdeEVCg

A VI Reunião da SAB Norte, a ser realizada na cidade de Santarém, no período de 26 de junho a 02 de agosto de 2026, tem como tema “Arqueologia no berço da...

O periódico Cadernos do LEPAARQ, volume 22, número 44, mantém uma importante tradição do periódico em publicar excelente...
09/03/2026

O periódico Cadernos do LEPAARQ, volume 22, número 44, mantém uma importante tradição do periódico em publicar excelentes dossiês. Dessa vez, a revista conta com o dossiê "Lugares de histórias traumáticas" organizado pela pesquisadora renomada Claudia R. Plens. O dossiê busca discutir práticas de violência física, moral e epistêmica em ambientes de repressão do estado, sob uma perspectiva predominatemente arqueológica. A revista conta também com artigos de temas variados que envolvem arqueologia histórica, práticas educativas e arqueologia pré-colonial, contribuindo para um excelente volume, recheado de boas ideias. Desejamos a todos e todas uma ótima leitura.

Leia:
https://periodicos.ufpel.edu.br/index.php/lepaarq/issue/view/1377

03/03/2026

🌿 Edição especial dos Seminários da Amazônia destaca arqueologia e proteção da floresta

A primeira edição de 2026 dos Seminários da Amazônia chega em formato especial para discutir uma pergunta que conecta passado, presente e futuro.

O palestrante convidado é o arqueólogo Eduardo Góes Neves, professor titular e diretor do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP). Há mais de três décadas desenvolve pesquisas na Amazônia e tem ajudado a reconstruir a história da ocupação humana da Amazônia pelos povos da floresta.

A palestra vai tratar sobre “O que a arqueologia pode fazer para proteger a Amazônia?” e abordar estudos desenvolvidos no projeto Amazônia Revelada, que utilizam tecnologia de sensoriamento remoto LIDAR para identificar vestígios de antigos assentamentos humanos escondidos sob a vegetação densa, sem necessidade de escavações nem desmatamento.

📍 Quarta-feira (04)
🕑 14h
📌 Centro de Convivência do Inpa
🎟️ Entrada gratuita e aberta ao público

✨ Um encontro para quem deseja entender como conhecer o passado pode ser um dos caminhos mais importantes para pensar o futuro da Amazônia.

03/03/2026
Há mais de 30 anos longe de casa, os fósseis de duas espécies voltaram ao Brasil e foram recebidos nesta quarta-feira (2...
27/02/2026

Há mais de 30 anos longe de casa, os fósseis de duas espécies voltaram ao Brasil e foram recebidos nesta quarta-feira (25) em uma cerimônia no Palácio do Itamaraty. As duas peças são originárias da Bacia do Araripe, na divisa dos estados do Ceará, de Pernambuco e do Piauí. Agora, elas ficarão expostas no Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, vinculado à Universidade Regional do Cariri.
Um dos fósseis é de um pequeno crustáceo de água doce da espécie Martinsestheria codoensis. Ele estava na Universidad Nacional del Nordeste, em Corrientes, na Argentina, desde 1993. Em dezembro de 2025, após movimentações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e da Procuradoria-Geral da República (PGR), a peça foi entregue à Embaixada do Brasil em Buenos Aires.
A outra é de um Vinctifer comptoni apreendida em 2024 no norte da Itália e entregue aos cuidados da Embaixada do Brasil em Roma. Essa espécie de peixe viveu há aproximadamente 113 milhões de anos e está completamente extinta. Com corpo alongado, tinha escamas retas e média de 5 a 90 centímetros.

Originárias da Bacia do Araripe, as peças, uma de peixe e outra de crustáceo, ficarão expostas no Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens

Marianne Sallum, docente do PPGH/UNIFESP, é uma das organizadoras do dossiê “Arqueologia de Solidariedade: Mulheres, Anc...
26/02/2026

Marianne Sallum, docente do PPGH/UNIFESP, é uma das organizadoras do dossiê “Arqueologia de Solidariedade: Mulheres, Ancestralidades e Direitos Humanos”, publicado na Revista Habitus (v. 23, n. 3, 2025), que traz contribuições de pesquisadoras(es) da América do Sul, Estados Unidos, Europa e Ásia, com destaque para intelectuais indígenas e afrodescendentes. Acesso gratuito em https://seer.pucgoias.edu.br/index.php/habitus

Endereço

Museu Itinerante
Brasília, DF

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Our Story

O Museu Arqueológico e Histórico do Planalto Central tem o objetivo de dar a conhecer a sociedade uma história desconhecida, a Eco-história do Cerrado, uma história que está relacionada a mais antiga ocupação humana ocorrida na região há cerca de 12 mil anos, assim como divulgarmos informações sobre diversos temas/situações/problemas relacionados com a Arqueologia, Paleontologia e a História no Brasil e no mundo.

Há 5 anos, a Universidade de Brasília em parceria com a Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional para o Distrito Federal (IPHAN-DF), inauguramos o Museu Arqueológico e Histórico do Planalto Central (MAHPC) no Casarão do Parque Três Meninas na EQR 609/611 em Sambambaia Norte - DF às 10:00 no dia 9 de setembro de 2014 mas o governador Rollemberg o fechou, sem nenhuma justificativa plausível, após tomar posse no ano seguinte. Como forma de resistência o MAHPC se tornou itinerante e vai por ai afora, mostrando a cara do Cerrado, resistindo como ele pra continuar garantindo ao povo o direito ao conhecimento científico e os saberes populares. Essa página no face é uma forma de mantermos vivo aquilo que nos tiraram fisicamente porque não desistimos de um dia termos um Museu de Arqueologia e História na capital do Brasil.

Curadora: Dra Rosângela Azevedo Corrêa Faculdade de Educação - Universidade de Brasília