Instituto Histórico Militar Marquês do Herval

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O Instituto Histórico Militar Marquês do Herval (IHMMH) tem o objetivo de cultuar e propagar o civismo entre os cidadãos através da preservação e divulgação da história militar brasileira.

Alunos do Colégio Estadual Califórnia, unidade de ensino da  na cidade de Nova Iguaçu, participaram no último dia 30 de ...
10/07/2023

Alunos do Colégio Estadual Califórnia, unidade de ensino da na cidade de Nova Iguaçu, participaram no último dia 30 de um dia de atividades ao ar livre e imersão na história do Exército Brasileiro.

Cerca de 50 alunos do Ensino Médio acompanhados, de professores e direção da unidade, estiveram na parte da manhã na Praça General Tibúrcio na Urca. No local puderam contemplar os belíssimos prédios do Instituto Militar de Engenharia e da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, além de conhecerem mais sobre a Intentona Comunista, no local onde funcionava a Escola Militar da Praia Vermelha e visitando o monumento em homenagem aos soldados leais tombados no conflito. Outro ponto que despertou bastante interesse foi o monumento, construído em 1941, em homenagem aos heróis da Retirada da Laguna e do Combate de Dourados, ocorridos no contexto da Guerra da Tríplice Aliança.

Na parte da tarde, os alunos foram visitar o Forte de Copacabana, um dos principais aparelhos museológicos do Exército. Lá, além de visitarem as históricas instalações da fortificação, puderam conhecer diversos momentos da história do Exército, desde a Batalha dos Guararapes até a participação na United Nations Stabilization Mission in Haiti (MINUSTAH), no Museu Histórico do Exército. Diante de um dos mais badalados cartões postais do Rio, os alunos ainda fizeram diversos registros na cúpula dos canhões fechando com chave de ouro o dia de atividades culturais.

Ainda nas dependências do Forte de Copacabana os alunos visitaram a exposição temporária da , onde puderam ter contato com a importância deste trabalho iniciado por Henry Dunant durante Batalha de Solferino. A atividade, que foi organizada a pedido da unidade de ensino, contou com o apoio do , do . O apoio pedagógico e condução do grupo foi feita pelo .

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16/04/2023

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De acordo com o Historiador Gustavo Barroso, a Bandeira da Republica Provisória, hasteada no Paquete "Alagoas" que condu...
19/11/2021

De acordo com o Historiador Gustavo Barroso, a Bandeira da Republica Provisória, hasteada no Paquete "Alagoas" que conduziu a Família Imperial Brasileira para o Exilio em 1889 se conserva do Museu Histórico Nacional, assim como a Bandeira Imperial Brasileira, que a Tripulação do navio ordenou trocar no caminho para Portugal

O comandante do Paquete, João Maria Pessoa era um conhecido do Conde D'Eu, pois já havia conduzido um dos navios que levou o Principe Consorte as Províncias do Norte em 1889.

Quando da partida do Alagoas, o navio da marinha portuguesa "Bartolomeu Dias", que estava no porto da Ilha de São Tomé e Príncipe , deu uma salva de 21 tiros de canhão em Homenagem a Família Imperial Exilada. Nesse momento, foi içada pela tripulação do v***r Alagoas a bandeira do Império, substituindo a da República, e todos que estavam a bordo, se levantaram e bateram palmas, alguns emocionados até às lágrimas. Da embarcação lusitana e de alguns navios alemães que ali se encontravam, tripulantes e passageiros sacudiram lenços brancos. No dia seguinte, foi comemorado a bordo o 64º aniversário do Imperador, que ficou muito comovido ao ouvir as palavras de saudação do comandante Pessoa em sua homenagem, quando este ergueu um brinde, ao lado dos presentes. D. Pedro respondeu com palavras trêmulas: "Bebo a prosperidade do Brasil!"

Em 7 de dezembro, com a bandeira do Império tremulando no mastro, o Alagoas finalmente chegou a Lisboa. D. Pedro foi recebido com honras por seu sobrinho D. Carlos, e toda a corte portuguesa."

Fonte: História de D. [i.e. dom] Pedro II. Pedro Calmon/ História da queda do império. Heitor Lyra/Segredos e Controvérsias da História do Brasil. Gustavo Barroso.

Mário Quintana completa sua fala por ocasião do plebiscito de 1993:“Só o movimento monarquista, por sua natureza, traria...
15/11/2021

Mário Quintana completa sua fala por ocasião do plebiscito de 1993:

“Só o movimento monarquista, por sua natureza, traria a estabilidade necessária para livre manifestação da opinião pública através de um Congresso Parlamentarista.”

Mário completa sua fala por ocasião do plebiscito de 1993:“Só o movimento monarquista, por sua natureza, traria  a estab...
15/11/2021

Mário completa sua fala por ocasião do plebiscito de 1993:

“Só o movimento monarquista, por sua natureza, traria a estabilidade necessária para livre manifestação da opinião pública através de um Congresso Parlamentarista.”

Nossa homenagem hoje ao amigo e grande incentivador do IHMMH, Prof  que hoje completa 76 anos. Engenheiro eletrônico de ...
31/05/2021

Nossa homenagem hoje ao amigo e grande incentivador do IHMMH, Prof que hoje completa 76 anos. Engenheiro eletrônico de formação e oficial R2, é um dos grandes historiadores militares brasileiros com diversas obras publicadas. Parabéns nobre amigo!

"Se olhar com atenção, os senhores vão entender porque existe tanta gritaria lá fora a favor da Amazônia. Não é a favor ...
26/05/2021

"Se olhar com atenção, os senhores vão entender porque existe tanta gritaria lá fora a favor da Amazônia. Não é a favor do bem da Amazônia, é a favor dos bens da Amazônia"

Mais de seis milhões de pessoas foram mortas pela Shoá durante a Segunda Guerra Mundial. Um momento tenebroso da históri...
26/05/2021

Mais de seis milhões de pessoas foram mortas pela Shoá durante a Segunda Guerra Mundial. Um momento tenebroso da história da humanidade e que não pode ser utilizado de forma banal por políticos oportunistas com reles conhecimentos históricos. Nosso total apoio e respeito a e ao povo judeu. 🇧🇷🇮🇱

Através deste, manifestamos veemente nosso repudio a atitude do Governador do Rio, Cláudio Castro, de tornar sem efeito ...
21/05/2021

Através deste, manifestamos veemente nosso repudio a atitude do Governador do Rio, Cláudio Castro, de tornar sem efeito o veto ao Projeto de Lei 4496/2018. Recentemente o Governo do Estado vem buscando um alinhamento com o governo Jair Messias Bolsonaro, mas demonstra que não está engajado com as pautas da direita e pouco disposto a enfrentar a guerra cultural estabelecida em nossa sociedade.

Como praticamente todas as degenerações propagadas pela militância progressista brasileira, a aplicação de uma “linguage...
17/05/2021

Como praticamente todas as degenerações propagadas pela militância progressista brasileira, a aplicação de uma “linguagem de gênero neutro” chegou com alguns anos de atraso em nosso país. Assunto recente por aqui, a tentativa de deturpação do idioma pátrio já era assunto na França desde 2017, a partir da publicação de um manual escolar voltado para crianças do 3º ano do ensino fundamental, assinado pela feminista Sophie Le Callennec, que visava a imposição da sua agenda política às custas da destruição da cultura nacional via doutrinação escolar.

Não demorou muito para a polêmica chegar à Academia Francesa, que emitiu um comunicado definindo a iniciativa como uma “ameaça mortal contra a língua francesa”, tratando-a por “aberração inclusiva”. No debate público, o professor de filosofia Raphaël Enthoven, tachou a forma de escrita bizarra como “agressão à sintaxe” e “novilíngua orwelliana”, expressando o sentimento de muitos intelectuais franceses a respeito do tema.

Na última semana, o assunto foi encerrado por lá: o ministro da Educação, Jean-Michel Blanquer, enviou uma circular para todas as instituições de ensino do país proibindo a utilização da linguagem de gênero neutro e exigindo o correto ensino da língua francesa, destacando que o modismo não é apenas contraproducente ao combate de eventuais discriminações sexistas, como também é prejudicial à prática e à inteligibilidade dos processos educacionais.

No comunicado oficial, o Ministério da Educação analisa que a “complexidade e instabilidade da escrita dita inclusiva” é constituída por “armadilhas artificiais obstáculos à aquisição da linguagem como da leitura”, reforçando que “essas armadilhas artificiais são tanto mais inoportunas quanto atrapalham os esforços dos alunos com deficiência mental admitidos no âmbito do serviço público da escola inclusiva”, conduzindo, portanto, o sistema de ensino a uma direção inversa ao da proclamada “inclusão”.

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Em nome de toda equipe do IHMMH, lamentamos o falecimento da Prof. Dra. Tania Godoy, professora da Academia da Força Aér...
17/05/2021

Em nome de toda equipe do IHMMH, lamentamos o falecimento da Prof. Dra. Tania Godoy, professora da Academia da Força Aérea - AFA e responsável pela formação histórica de centenas de oficiais da nossa Força Aérea Brasileira. Nossas sinceras condolências a família e a comunidade acadêmica da AFA e da história militar brasileira.

Você conhece a história do heróis da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Ten PM Alberto Mendes Júnior?O jovem polici...
12/05/2021

Você conhece a história do heróis da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Ten PM Alberto Mendes Júnior?

O jovem policial foi morto covardemente assassinado por terroristas da VPR em 10 de maio de 1970. Sua execução foi marcada por requintes de frieza e perversidade. Após ser amordaçado e ter suas mãos amarradas atrás da cintura, o jovem oficial recebeu sucessivas coronhadas na cabeça até ter o crânio estraçalhado. Seu corpo só foi encontrado cinco meses depois, escondido num valão.
Em que circunstâncias ocorreu a morte deste guerreiro? Mendes Júnior comandava um pelotão destacado para patrulhar as imediações de Registro (SP), onde presumia-se haver um campo de treinamento da VPR, segundo informes colhidos pelo CIE – Centro de Inteligência do Exército. Em razão dessa suspeita, desde abril a região vinha sendo esquadrinhada por efetivos das Forças Armadas e da PM. À medida que o cerco se apertava, os guerrilheiros se evadiam ou caíam prisioneiros: dois foram detidos numa blitz e oito escaparam de ônibus, misturados ao populacho. Restavam sete terroristas quando sobreveio o primeiro tiroteio seguido de fuga, às margens BR-116, em 8 de maio. A caçada intensificou-se e culminou com um segundo recontro, às 21:00 do mesmo dia. Quando as armas silenciaram, vários PMs jaziam feridos no chão. Para assegurar-lhes socorro médico, o Tenente Mendes Júnior negociou um cessar-fogo com o líder do bando, Carlos Lamarca, oferecendo-se como prisioneiro sob a condição de que seus homens pudessem ser evacuados incólumes.
Aceita a proposta, o Tenente passou à custódia dos guerrilheiros, agora reduzidos a cinco, uma vez que dois fugiram durante o confronto. O grupo embrenhou-se pelo mato, buscando assim escapar ao cerco armado pelas forças legais. Após dois dias de fuga, julgando que Mendes Júnior já não tinha utilidade como refém, os terroristas decidiram executá-lo. Poderiam tê-lo matado de maneira indolor, com um tiro de misericórdia, mas preferiram fazê-lo da maneira mais bárbara possível, aplicando-lhe sucessivas coronhadas na cabeça. Após ocultar o cadáver, prosseguiram na fuga. O corpo do tenente só foi achado cinco meses depois, quando um dos assassinos foi capturado e mostrou às autoridades onde ele estava escondido.
A sorte do bando durou pouco. Dos cinco terroristas, dois vieram a ser mortos pelo Exército: Carlos Lamarca e Yosh*tame Fujimori. Um terceiro foi poupado, por ser informante do CIE – Gilberto Faria Lima. Os outros dois – Diógenes Sobrosa de Souza e Ariston Lucena – foram presos e condenados. Ao prolatar sua sentença, o Conselho Especial de Justiça da 2ª Auditoria Militar assim descreveu o oficial martirizado no cumprimento do dever: "O Tenente PM Alberto Mendes Júnior, na sua curta existência de 23 anos, realizou o ideal do herói e do santo. Quando chegou a sua vez e a sua hora, ele as aceitou e as dominou, renunciando à oportunidade de fugir ao dever, que, como uma espécie de última prova, lhe foi concretamente apresentada. Ele se tornou aquele 'dócil furacão' de que fala Jacques Maritain para definir o santo. E na solidão dos seus últimos momentos, no mistério para sempre impenetrável desses momentos, ele soube, nesses tempos de hedonismo crescente, realizar o milagre evangélico de dar sua vida pelas suas ovelhas - os seus soldados".
Alberto Mendes Júnior tinha dois filhos pequenos. Foi sepultado com honras militares em 11 de setembro de 1970. Sua missa de 7º dia reuniu 6.000 pessoas, entre elas o General Vicente de Paula Dale Coutinho, Comandante do II Exército, o Brigadeiro José Vaz da Silva, Comandante da 4ª Zona Aérea, e o Coronel Confúcio Danton de Paula Avelino, Comandante da PM de São Paulo. Por decisão presidencial, Mendes Júnior foi promovido postumamente a capitão. Anos depois, por força da Lei Estadual nº 13.026/2008, o 10 de maio foi declarado Dia do Herói Policial Militar. Desde então, o jardim do seu Batalhão abriga uma estátua de bronze talhada em alto relevo num mural de mármore, para que o exemplo dele permaneça vivo na memória desta Nação que lhe é eternamente grata!

Endereço

Petropolis, Rio De Janeiro
Petrópolis, RJ
25635

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